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Posts Tagged ‘NXR 150 BROS ESD’

Confira dicas de segurança aqui no Acelera Mente

SEGURANÇA BÁSICA

1. Ande sempre equipado.
Você já leu e ouviu isso muitas vezes, mas já parou para pensar no que significa? Andar equipado é mais do que usar corretamente o capacete. É ter proteção para os olhos, mãos, pés, tornozelos, joelhos e cotovelos. Na estrada e na cidade, pois a maioria dos acidentes acontece em áreas urbanas.

Lembre-se que o clima quente não justifica negligências com a segurança. Para enfrentar o calor procure escolher o equipamento mais arejado que encontrar.

2. Farol aceso o tempo todo, seja dia ou noite.
Lembre-se que, a 40 metros de distância, uma motocicleta pode sumir do campo visual do motorista até mesmo atrás do tercinho pendurado dentro do carro. Por isso, muitas vezes você está fora do foco dos motoristas. O farol da moto aceso ajuda a torná-lo mais visível. Roupas e capacete de cores claras também ajudam.

3. Concentração é fundamental.
A moto é mais rápida e menos visível que os demais veículos. Só isso bastaria para exigir muita concentração. Mas tem outra questão. Ela combina pouca segurança passiva com boa segurança ativa. Trocando em miúdos, em geral a moto tem mais facilidade que um carro para livrar-se de situações difíceis (segurança ativa). Mas se o acidente acontecer (segurança passiva), o piloto estará menos protegido do que o motorista.

Para que possa usufruir da segurança ativa, o piloto tem de estar atento o tempo todo. Só assim ele pode usar todos os recursos que a moto possui para evitar acidentes. Até aquele antigo ensinamento, que diz “na dúvida, acelere”, só vale se você estiver atento! Por isso, tudo que atrapalha a concentração constitui perigo para o motociclista, principalmente a pressa, o nervosismo, o cansaço e o álcool.

4. Pilote de forma defensiva.
A atitude defensiva no trânsito significa dirigir por você e pelos outros, antecipar-se em relação aos erros alheios e demais riscos. Pense que, uma vez envolvido em um acidente, pouco adianta provar que a culpa foi de outra pessoa. Aí o piloto já estará dentro do gesso (na melhor das hipóteses). Então, aprenda a antever as imprudências e erros dos outros.

5. Conheça as ameaças mais comuns.
Quando você anda de moto, está sujeito a situações de potencial risco típicas desse veículo. É preciso conhecê-los para saber evitá-los. Um dos principais são as freqüentes fechadas que sofremos no trânsito. Muitas vezes os motoristas não têm intenção de fazer isso, eles apenas não percebem a moto por perto. A atitude mais segura é ter sempre o pressuposto de que o motorista não está vendo sua moto. Mantenha margem de manobra.

Não se esqueça de outros pequenos imprevistos que, para um motociclista, são uma ameaça. Um pedestre distraído, um cachorro atrapalhado, um pássaro em rota de colisão com a viseira ou fios/cordas atravessando seu caminho podem provocar acabar com o seu passeio. Necessário destacar que existe a praga das linhas de pipa. Uma linha perdida, deslizando sobre a pele, pode ser um susto embaraçoso. Se ela for revestida com cerol, pode ser fulminante. Corta como uma navalha voadora. No caso de cerol, não confie na proteção de materiais como couro ou náilon (aliás, já estão à venda no mercado hastes metálicas protetoras para instalação no guidão da moto, parecidas com antenas de rádio).

6. Desenvolva o autocontrole.
Acelerar uma motocicleta pode ser tão gostoso e excitante a ponto de o prazer embotar a noção de prudência. Por isso, sem autocontrole você pode ser vítima de si mesmo. Adrenalina é legal, mas na hora e no lugar certos. De preferência, num circuito próprio para altas velocidades.

7. Identifique as armadilhas do solo.
Em cima de duas rodas não tem jeito. Se você for traído pelo solo numa curva, é provável que vá comprar chão. Piso molhado, areia solta, buracos, costela de vaca e, principalmente, óleo na pista. Esses obstáculos podem estar onde você menos espera. Lembre-se que, na curva, o alcance da visão é pequeno. Também é nas curvas e rotatórias que ônibus e caminhões com tanques cheios derramam diesel.

Produtos escorregadios também podem soltar-se da carga (coisas como grãos, leite ou frutas no chão significam perigo de derrapagem).

8. Viajar à noite, não.
Pode ser que um dia tenhamos condições propícias para viagens noturnas. Por enquanto, não temos. Pra começar, a maioria das motos não tem iluminação eficiente, embora os fabricantes já comecem a corrigir esse problema em alguns modelos de última geração. Além disso, viseira de capacete não tem limpador. Imagine-se à noite, sob chuva, com a luz dos faróis refletida na viseira molhada. A lama que os caminhões jogam na viseira também atrapalha a visão. Mas o pior de tudo é que a maior parte das rodovias brasileiras é precária e mal sinalizada, não permitindo uma viagem segura durante a noite.

9. Olhe para a frente.
De tão óbvia, tal recomendação seria cômica se o motivo não fosse trágico. Muita gente se espantaria se houvesse um sensor capaz de acusar quantas vezes desviamos os olhos enquanto pilotamos. Seja para ver um outdoor, identificar uma moto diferente que passa, observar um tumulto na esquina, “filmar” uma gatinha maravilhosa, admirar a paisagem ou para conversar com o garupa. Uma quantidade considerável de acidentes acontece naquele exato momento em que o piloto detém os olhos no retrovisor ou em algum ponto que não seja à sua frente.

10. Assaltos, um perigo a mais.
Como se não bastassem todos esses cuidados e os “abusos” que sofremos no trânsito, agora temos mais um problema. Os assaltantes estão de olho em nossas motos, sejam elas pequenas ou grandes, nacionais ou importadas. Infelizmente, não há muito o que fazer. Reagir não é aconselhável. Acelerar para escapar é outro risco. Então, se estiver sozinho, evite locais onde os assaltantes tenham facilidade de atacar. Geralmente eles usam outra moto para abordar as vítimas.

Fique atento sempre que alguma moto com dois ocupantes estiver se aproximando. Quando estacionar, procure escolher locais menos vulneráveis e use algum dispositivo anti-furto na moto.

Pensamento positivo
Depois de ler essas dicas, você poderá dizer: “se eu sair por aí só pensando em quedas e acidentes, vou acabar caindo mesmo!”

De fato. Se você se concentrar no tombo, tem boa chance de cair. Aliás, acontece algo parecido sempre que o piloto quer se desviar de um buraco mas, em vez de olhar para o desvio, fixa os olhos no obstáculo. Vai passar sobre o buraco, com certeza.

O segredo é simples: mentalize as reações corretas, pense sempre na conduta segura e não naquilo que você pode fazer de errado.

Por Acelera Mente

Editado Por Fabio Weslley

www.aceleramente.wordpress.com

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Teste Comparativo: Honda CG 150 Titan contra Yamaha YBR 125 Factor

 

Além da capacidade do motor, ambas se diferenciam ao primeiro olhar. A Factor encanta com seu visual esportivo e street, ressaltado pelas rodas de liga leve, disponíveis na versão ED, lembrando muito sua irmã maior YS 250 Fazer. Entre alguns motociclistas, ganhou o apelido de “mini-Fazer”. Já a rival da Honda resolveu inovar no design, com uma carenagem no farol que não agradou a todos. Inédito no Brasil, o novo desenho já recebeu alguns apelidos e muitas críticas.
Gosto à parte, ambas são as motos mais vendidas das respectivas marcas. Já no ranking de emplacamentos, a CG 150 lidera, enquanto a 125 da Yamaha ocupa a quarta posição entre as mais vendidas.
Quando o quesito é praticidade para transportar pequenos objetos, ambas se equivalem. A Honda Titan 150 conta com um gancho metálico próximo aos amortecedores traseiros. A YBR Factor também traz ganchos na alça da garupa, com o mesmo propósito. No teste prático, ambas levaram um capacete fechado no banco destinado ao carona somente com a “aranha” de fixação.
Já nos punhos de comando as rivais são contrastantes. Na Yamaha eles são semelhantes aos da sua irmã maior, a YS Fazer 250, com lampejador de farol e corta-corrente. Os comandos da Titan pararam no tempo. Os dois itens citados na concorrente inexistem na Honda, e o restante é praticamente igual ao que trazia a CG 125 Titan de 2000, exceto pela falta do botão liga/desliga do farol (agora acionado automaticamente ao se ligar o motor).

SUSPENSÕES E MOTORES

Em relação ao conforto, as suspensões — ambas de garfo telescópico na dianteira e duplo amortecedor na traseira — funcionam muito bem nas duas motocicletas, com vantagem para a Yamaha pela suavidade. Contra a marca dos três diapasões está o banco da YBR. Com uma espuma muito mole, cansa o piloto após longo tempo pilotando. No caso da Titan 150, o banco foi redesenhado e tem uma espuma mais densa e confortável.
A concepção dos motores é o grande diferencial dessas motos urbanas. As concorrentes já atendem ao Promot 3 (lei de controle de emissão de poluentes) e utilizam soluções diferentes para cumprirem a norma. A Honda inovou ao equipar sua campeã de vendas com injeção eletrônica de combustível, além de sensor de oxigênio e catalisador. A YBR 125 Factor teve seu carburador remodelado, ganhou sensor de “cut-off”, acionamento do segundo estágio a vácuo e sensor de posição do acelerador. Com essas soluções, a Factor consegue um resultado semelhante a um motor injetado, cortando o envio de combustível quando o acelerador não é acionado com a moto em movimento.
Tantas inovações têm seu preço. Os números de potência e torque reduziram na YBR; na Honda a potência continua a mesma da CG 150 carburada (a 500 rotações acima) e o par máximo diminuiu. Falando abertamente, a YBR sofre pela falta dos 25 cm³ em relação à Titan e também com as novas regras de emissão de poluentes, que obrigaram a Yamaha a instalar dois catalisadores no escapamento, deixando a Factor um tanto “amarrada”.
Nas estradas, onde a Yamaha anda “esgoelada”, ainda sobra acelerador na CG. Isso se traduz em um consumo mais alto. Rodando com ambas conseguimos médias acima de 40 km/l pilotando a CG e com a rival as médias obtidas ficaram entre 33 e 35 km/l. Ao se falar em consumo, não podemos deixar escapar o grave calcanhar-de-aquiles da nova Titan. Ela não tem torneirinha de combustível e nem luz indicadora de reserva — há somente o marcador de gasolina. Portanto, um motociclista mais distraído pode ficar a pé se não ficar atento ao nível.
Já na rival, equipada com a torneirinha de combustível, ainda há chances de chegar ao próximo posto para abastecer ao se abrir a reserva. Um item bastante útil para os distraídos.

IMPRESSÕES AO PILOTAR

Tanto YBR Factor e CG 150 Titan são ótimas motos para se pilotar na cidade: estáveis, ágeis e confortáveis. Porém, a maciez do conjunto motor/câmbio/freios e suspensões da Yamaha acaba sendo ofuscada pelo maior vigor do motor da Titan, que exige menos trocas de marchas e permite ao piloto rodar com o acelerador menos aberto.
Na hora de frear, as motocicletas apresentam freio a disco na roda dianteira (de pistão simples na Factor e duplo na Titan) e a tambor na traseira. A 125 da Yamaha mostrou reações melhores, enquanto a rival apresentou um acionamento um pouco mais “borrachudo”.
Nos trechos de curvas, vantagem novamente para o modelo Yamaha. A versão ED testada sai de fábrica com rodas de liga-leve calçadas com pneus Metzeler ME 22, sem câmara e de perfil esportivo. Itens que fazem dela uma das motos mais completas da categoria. Já a Honda peca por não equipar a CG top de linha com rodas de liga e pneus sem câmara. Suas rodas raiadas e os pneus Pirelli City Demon são de boa qualidade e dão conta do recado — mas, como se trata de modelo top e de preço mais elevado, bem que a Titan 150 poderia ter rodas mais bonitas

QUANTO CUSTAM

Por falar em preço, esse é um item muito importante nessa categoria de motos urbanas de baixa cilindrada. Se compararmos os valores divulgados pelas fábricas, a diferença entre Titan e Factor é de pouco mais de R$ 500. Porém, o preço praticado nas concessionárias das marcas na capital paulista dobra essa diferença.
Ao consultarmos as concessionárias, constatamos que a Factor apresenta larga vantagem. O valor médio cobrado pela Yamaha YBR 125 Factor ED é de R$ 6.800, enquanto a concorrente Honda CG 150 Titan está sendo vendida a R$ 7.900. Uma diferença de quase 15%, que significa parcelas mais baixas no financiamento — ou ainda uma economia para comprar equipamentos de segurança.

Fichas Técnicas

 Honda CG 150 Titan ESD

Motor: monocilíndrico, 149,2 cm³, duas válvulas por cilindro e refrigerado a ar

Diâmetro x curso: 57,3 mm x 57,84 mm

Taxa de Compressão: 9,5: 1

Potência máxima: 14,2 cv a 8.500 rpm

Torque máximo: 1,32 kgfm a 7.000 rpm

Alimentação: Injeção eletrônica PGM-FI

Câmbio: 5 marchas

Transmissão: corrente

Comprimento: 1.988 mm

Largura: 730 mm

Altura: 1.098 mm

Altura do banco: 792 mm

Distância entre eixos: 1.315 mm

Peso (a seco): 119,4 kg (versão ESD)

Tanque de gasolina: 16,1 litros

Quadro: Diamond

Suspensões: Garfo telescópico na dianteira e duplo amortecedor na traseira

Pneus: Pirelli City Demon 80/100-18 (dianteiro) e 90/90-18 (traseiro)

Freios: Disco simples de 240 mm de diâmetro com cáliper de dois pistões na dianteira (versão ESD) e tambor de 130 mm na traseira

Cores: azul metálica, prata metálica, vermelha e preta

Preço sugerido: R$ 6.990 (versão ESD)
 

Yamaha YBR 125 Factor

Motor: Monocilíndrico, 124,9 cm³ duas válvulas por cilindro, refrigerado a ar

Diâmetro x curso: 54,0 mm x 54,0 mm

Taxa de compressão: 10,0:1

Potência máxima: 11,2 cv a 8.000 rpm

Torque máximo: 1,13 kgfm a 6.000 rpm

Alimentação: Carburador Mikuni BS 25

Câmbio: 5 velocidades

Transmissão: Corrente

Comprimento: 1.980 mm

Largura: 760 mm

Altura: 1.080 mm

Altura do banco: 780 mm

Distância entre eixos: 1.290 mm

Peso (a seco): 112 kg (versão ED)

Tanque de gasolina: 13 litros

Quadro: Diamond em aço

Suspensões: Garfo telescópico com 120 mm de curso na dianteira e duplo amortecedor com 105 mm de curso na traseira

Pneus: 2.75-18 42 P Metzeler ME 22 (dianteiro) e 90/90-18 42 P Metzeler ME 22 (traseiro)

Freios: Disco simples de 245 mm na roda dianteira com cáliper de pistão simples e tambor de 130 mm de diâmetro na traseira

Cores: Azul, prata, preta e vermelha

Preço sugerido: R$ 6.585

 

Por Motokando

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

Moto eletrica que tem autonomia de 30Km

 

As motos são de grande utilidade e fácil acesso para se locomover, pelo baixo custo à maioria opta por elas. O mercado motociclista criou muitas novidades nos últimos anos, sempre buscando qualidade, conforto e praticidade para os consumidores, a Honda irá lançar no final do ano a moto que pode revolucionar a categoria.

A moto traz a princípio o objetivo de reduzir o custo de consumo em países da America do Sul e Ásia, onde esse tipo de transporte é o principal meio de locomoção no dia-a-dia. A Ev-neo, apresentada em Wako no Japão, possui uma bateria Li-ion que foi desenvolvida com a Toshiba, ambas em pareceria, proporcionando a moto até 30 quilômetros, e em vinte minutos a bateria já tem 80% de sua capacidade recarregada. Conseqüentemente a moto não oferecerá risco ao meio ambiente, ela não emite CO2 na atmosfera. Desde a metade da década de 80 a Honda já procurava pesquisas e o desenvolvimento de motocicletas Scooter sem o consumo de combustível álcool ou gasolina. Em 2004 a marca já apresentou um modelo com pilha de combustível, a base de hidrogênio, porém não foi fabricada para o mercado.

O mercado de meios de transportes, desde carros, motos ou aviões, está se ampliando e o objetivo principal de todos é visar o impacto ecológico, com muitas inovações, para oferecer praticidade, conforto, sem agredir o meio ambiente, economizando de todas as formas possíveis, transformando tecnologias em amigas do meio ambiente, com produtos originais e atrativos para obter sucesso

Por SM

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

CategoriasAcelera Mente Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Relançamento da Horex previsto para 2011

 

A nova motocicleta Horex deve ser lançada em 2011, com design novo, tipo roadaster, não retrodesign. Em desenvolvimento nos últimos cinco anos, a nova Horex VR6 vem equipada com um motor de 6 cilindros, único no mundo, desenvolvido pela faculdade de motores de combustão da Universidade de Munique. Sua velocidade máxima deverá ser de 250 km/h, 175-200 Hp, Torque 150N/m, tração por correia ABS e o peso estimado em 240 quilos. O preço final sugerido deverá ficar acima dos vinte mil euros.

O projeto visa, de forma análoga, gerar algo parecido com a revitalização da marca TRIUMPH, mas com tecnologia moderna e especial suavidade de estilo, ao contrário dos atuais produtos do mercado, que tem estilos muito agressivos.

Horex é uma marca legendária do motociclismo alemão. Surgiu de forma paralela com a BMW de uma fábrica de motores de avião, cuja fabricação era proibida na Alemanha após a Primeira Guerra Mundial, por imposição do tratado de Versailles. As motos foram fabricadas de 1923 até 1956. Os modelos mais famosos foram a Regina e a Imperator. Na década de 60, a marca passou por mudanças de nome em várias ocasiões.

Por Motos e Cia

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente  

Confira aqui no Acelera Mente as novas Ninja 400R e ER-4n

A evolução do motociclista brasileiro se encontra com vários degraus faltantes. Para começar, muitos optam pelas pequenas motos 125/ 150, evoluem e passam para as 250/ 300. Quando esse processo é concluído, o que ele faz? Passa direto para uma 600 cm³, que custa muitas vezes o dobro do preço e, se mata acelerando nas rodovias e estradas do país, por que conduzia a nova motocicleta como uma das “pequenas”. Entendeu qual é o problema?
Um comunicado no dia 24 deste mês, no site oficial da marca no Japão, confirma o lançamento de dois modelos de 400 cm³. A ER-4n e a Ninja 400R — como foram batizadas —, serão lançadas para os japoneses no dia 8 de janeiro de 2011. As motocicletas possuem a mesma base que a ER-6n — que conhecemos aqui — com algumas modificações. O propulsor é de 399 cm³, possui dois cilindros paralelos com arrefecimento a água, DOHC, 4 válvulas, capazes de gerar 43 cv de potência. O câmbio possui seis velocidades, com embreagem multi-disco banhada em óleo. Os freios, suspensões e chassi são semelhantes ao do modelo de 600 cm³.
No Japão a motocicleta terá preço sugerido de 649.000 ¥ (Yen), equivalente a R$ 12 600 (cotação do dia). Acreditamos que a ER-4n poderia custar em torno de R$ 18 000 e, a Ninja 400R ao redor de R$ 19 000, caso as motos fossem vendidas em nosso país. Vamos torcer que, ao final de 2011, elas apareçam no Salão de São Paulo
Por Motociclismo
Editado Fabio Weslley
Equipe Acelera Mente

Coluna do Dia (25/06/2010)

Motos & Mulheres e… Mulheres & motos….

(Coluna de um Leitor (Opiniões) – Julie Maioli)

Este ano não escrevi sobre o dia da mulher como sempre fazia em 8 de Março. É um assunto bem interessante, tanto sob ótica feminina quanto masculina. Tenho como guia nestas minhas andanças de motinho uma premissa embasada em comportamento, a velha lei da ação e reação, respeitar para ser respeitado. Tenho horror às associações esdrúxulas entre Máquinas x Mulheres e vice-versa.

Então, desde que comecei meus primeiros quilômetros com moto, sozinha, sempre quis ser reconhecida como motociclista, por PILOTAR motos. Fiz inúmeras besteiras (barbeiragens!!!), coisas de principiante, que hoje em dia já são vagas lembranças. Fui aprender com quem sabe e dá conta do recado. Com gente de pista, e se pudesse estaria fazendo a cada ano um upgrade, pois sempre descubro mais alguma coisinha do jeito mais difícil, na prática; enquanto que numa pista fechada e com um instrutor seria mais fácil e muito mais seguro.
Por isso, meu recado para quem começa, tanto homens como mulheres, é:

RESPEITE SE QUISER SER RESPEITADO…
DEVAGAR SE VAI LONGE E SEMPRE…
A CADA QUILOMETRO SE APRENDE MAIS…
EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA NÃO É PERFUMARIA…
A PREFERENCIAL NUNCA É DO MOTOCICLISTA…
NÃO ACHE NUNCA QUE VOCÊ JÁ SABE O SUFICIENTE…

Para mim a superbike está associada à força, desempenho, fascínio, aprendizado, coragem, determinação, respeito, humildade… e tantas outras coisas. Menos uma: sensualidade (sendo sutil e deixando aberto às interpretações!)
Não serei hipócrita a ponto de ser taxativa quanto ao apelo sexy das motinhos, pois elas denotam por si só seu próprio erotismo. Mas a vulgarização em tudo é deplorável.

Quem realmente pilota entenderá o que estou falando, tem uma frase por aí que diz mais ou menos assim: “Quem pilota entende, pra quem não pilota nem adianta explicar”

Já escrevi, há algum tempo, sobre a sensação quase orgástica de estar acelerando estes bólidos, mas o adjetivo foi usado para exacerbar o sentimento de estar pilotando. De estar dominando uma obra de arte de engenharia e tecnologia, onde qualquer desatenção significa proximidade com o chão e na melhor hipótese só dói muito!!!! Qualquer outra associação foi mera conseqüência da percepção míope de quem lia.

Por favor, não generalizem nunca, não rotulem nunca. Toda regra tem exceção e estas linhas expressam tão somente a minha opinião.

Esses dias um colega disse-me que estava com sua namorada (cada qual na sua bike) num encontro aqui do Sul e a namorada foi abordada de maneira acintosa debaixo do nariz dele. Aí ele perguntou-me se o desrespeito é sempre assim, pois eles adquiriram recentemente as bikes e estão começando a andar por aí. Fiquei sem jeito, porém disse-lhe que infelizmente ainda muitos são assim e que é preciso escolher bem aonde irá e com quem ficará.

Lamentavelmente são poucos os encontros onde se pode desfrutar de um excelente passeio e de estadia não tão perigosa. Muitos eventos ainda são para beber muito, zoar muito e respeitar pouco. Não faço apologia ao “Zoeira tô fora”, pois sinto falta dos velhos encontros onde se passeava de motinho, via-se shows de zerinhos, área própria para qualquer um gastar seus pneus com segurança, e muitas outras atrações. Mas tenho horror a desrespeito. Fui ao nosso XI Motoserra, no final de semana que passou, mas nem de longe lembra nossos velhos encontros.

Por Motoesportes

 Editado por Italo Luna

Equipe Acelera Mente

Justiça determina quebra do contrato e Grupo Izzo perde exclusividade sobre Harley-Davidson no Brasil

 

Justiça determina quebra do contrato e Grupo Izzo perde exclusividade de venda da Harley-Davidson
Decisão em 1ª instância rompe contrato e condena empresa brasileira a pagar multa de R$ 3 milhões

O juiz Carlos Eduardo Borges Fantacini, da 26ª Vara Cível de São Paulo, julgou procedente a ação movida pela americana Harley-Davidson contra a representante comercial da marca no Brasil, a HDSP Comércio de Veículos, empresa do Grupo Izzo, e declarou que o contrato entre as empresas estará rescindido após o prazo de 120 dias. A sentença de primeira instância proferida na última sexta-feira (18), ainda suspende de imediato a exclusividade contratual da empresa brasileira. A HDSP ainda terá de indenizar a fabricante americana em pouco mais de R$ 3,0 milhões por danos materiais e morais.

A condenação também proíbe o Grupo Izzo de promover, anunciar, expor à venda e/ou alienar produtos de quaisquer outras marcas que não Harley-Davidson. O representante também não pode utilizar a marca norte-americana em conjunto com qualquer outra marca de outro fabricante. Caso não respeite essa decisão, a empresa brasileira pode ser multada em R$ 100 mil por cada ato de descumprimento.

Na prática, a sentença permite que a Harley-Davidson nomeie novos concessionários imediatamente e assuma as operações estratégicas da marca no Brasil.

BATALHA JUDICIAL
A batalha judicial entre as empresas iniciou-se em março deste ano quando a Harley entrou com ação na Justiça brasileira exigindo a quebra do contrato com o Grupo Izzo, representante da marca no Brasil. As principais acusações da Harley-Davidson são de que o Grupo Izzo desrespeitou a cláusula de exclusividade, comercializando motocicletas de outras marcas; não prestou assistência aos consumidores; e se valeu de procedimento ilegal ao empenhar a bancos as motocicletas já vendidas e pagas pelos consumidores.

O Grupo Izzo se defende afirmando que a Harley sabia que a empresa comercializada outras marcas. Alegou também que o controle sobre o fornecimento de peças para os serviços de manutenção está fora do alcance do Grupo Izzo. “Por compromisso com os consumidores, estabelecido em contrato, todas as peças que usamos são fornecidas exclusivamente pelo fabricante das motos. Nem sempre, porém, as peças têm estado disponíveis no momento ideal e desejado”, afirmou o representante comercial em comunicado

Quanto à acusação de que empenhava a bancos motocicletas já vendidas, o Grupo Izzo afirmou que não se tratava de prática ilegal. Entretanto o juiz Fantacini discorda. Na sentença, o juiz afirma que “o procedimento ilegal de empenhar a bancos motocicletas já vendidas e pagas pelos consumidores, coloca em xeque sua própria idoneidade comercial e financeira, até porque se vê que é ré em nada menos que três processos de despejo por falta de pagamento e executada em diversas execuções fiscais. Ressaltando-se também a busca de crédito caro junto a banco, ao que tudo indica para resgatar gravames sobre motocicletas pendentes junto a outros bancos. Por fim, não é de se admitir como lícita a alienação, em favor de diversos bancos, de motocicletas já revendidas ao consumidor final, que se vê impedido de emplacá-las.”

Como a sentença é de primeira instância ainda cabe recurso, mas por ora a decisão do juiz determina o rompimento do contrato e suspende a exclusividade do Grupo Izzo, assim como condena o representante a pagar a multa por danos materiais e morais. As duas empresas não se manifestaram até o fechamento desta reportagem

Materia Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

Primeiro teaser da nova Ninja ZX-10R

 

Nova Ninja deve ser o futuro ponto de referência entre as motos de alta cilindrada

A Kawasaki lançou o primeiro esboço da nova Kawasaki Ninja ZX-10R. O lançamento oficial está previsto para o final do verão europeu. A partir dessa foto, pode-se ver as linhas mais agressivas do que no modelo anterior. Na verdade a questão é saber se isso ainda é uma Ninja ou é uma moto das competições Superbike ou MotoGP.

A nova Kawasaki ZX-10R será caracterizada pelo alto desempenho e por uma eletrônica avançada. Apesar da falta de informação até o momento, acredita-se que a nova Ninja  deva se tornar o futuro ponto de referência na categoria Superbike. O novo modelo da casa japonesa substituirá o  atual, que está no mercado há quatro anos

Materia:  Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

 

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