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Archive for abril \30\UTC 2010

TZ750 tem versão especial Kenny Roberts

 

Imagine depenar uma Yamaha YZF R1, colocar rodas aro 19”, um disco de freio único com seis pistões, tirar a caixa protetora do filtro de ar e adaptar uma balança monobraço tubular. Sabe qual será o resultado?! Uma R1 28 kg mais leve com 160 cv de potência.

Esse foi o feito do customizador americano DesJardings, que criou uma réplica para flat track homologada, a qual, Kenny Roberts rodará no circuito de Indianápolis. O resultado desta combinação na pista, com certeza, será explosivo.

Por Motociclismo

Editado Por Fabio Weslley

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Salão de Motos de Porto Alegre se vale de lançamentos em sua 11ª edição

A região Sul é a terceira força no mercado de duas rodas do país, com quase 13% de todos os emplacamentos realizados. No último balanço divulgado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, juntos, ganharam cerca de 52.300 novas motocicletas no primeiro trimestre de 2010. Em função do amadurecimento do motociclista da região, ávido por informações, novos produtos e com bom poder aquisitivo, a 11ª edição do Salão de Motos, realizada no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre, deu continuidade aos bons negócios do segmento de duas rodas no Rio Grande do Sul. Na feira gaúcha, encerrada no dia 25 de abril, o destaque ficou com as novíssimas Honda CBR 1000RR e CBR 600RR 2010, que fizeram sua avant-prémiéré no mercado nacional.

Salão de Motos de Porto Alegre reuniu 67 expositores, que se valeram de novidades…

… como as superesportivas Honda CBR1000 RR Fireblade no modelo 2010 (acima)…

e a Yamaha YZF-R1, também da linha 2010.

Em função da excelente infraestrutura, o maior evento de duas rodas do Sul ofereceu muito conforto para visitantes e expositores. A apenas 10 minutos do Aeroporto Internacional Salgado Filho, o Centro de Eventos da Fiergs tem localização privilegiada e área total de 14 mil metros quadrados totalmente climatizada. A feira de motos do Rio Grande reuniu 67 expositores, entre fabricantes de motos, concessionárias e lojas de acessórios no espaço. O evento contou ainda com exposição de motos militares e a apresentação de shows musicais. Cao Borges, organizador do evento, destaca a completa infraestrutura para melhor atender ao público. “Esta é a segunda vez que montamos o evento na Fiergs. O retorno em termos de visitação tem superando as expectativas, mostrando que o motociclista gaúcho está amadurecendo rápido e, ao mesmo tempo, procurando boas oportunidades de negócios e ofertas, além de ter chance de ver os últimos lançamentos do setor”, afirmou.

Decorrente da boa frequência e do bom poder de compra deste seleto público, as lojas Sobre Rodas, Hypermoto, Mauri Motos, R1 Fashion, Super Bike, Tutto Moto e a Impacto Motos que, aliás, montou o maior estande da 11ª edição do Salão de Motos, venderam produtos diretamente aos motociclistas. Uma infinidade de equipamentos e acessórios para pilotos, garupas e motocicletas. Entre os itens mais requisitados, capacetes, luvas, jaquetas e botas de qualidade a preços tentadores.

Destaque também para a Tacna, empresa especializada na confecção de roupas de couro sob medida para motociclistas, e para a Trimoto, que produz um veículo de carga de três rodas, que tem como base uma moto de 125 cm³ e oferece soluções especiais para transportar botijões de gás, galões de água, engradados e até compras de supermercado. Ou seja, ideal para pequenas e médias empresas que precisam de agilidade na entrega de mercadorias.

Confira os principais destaques da 11ª edição do Salão de Motos: 

Honda
No estande da Honda/Valecross, as grandes atrações ficaram por conta da linha 2010 da CBR 600RR (R$ 49 mil) e CBR 1000RR (a partir de R$ 59 mil), na primeira aparição dos novos modelos no país. A grande mudança da família de superesportivas da marca nipônica ficou por conta do novo grafismo, mais arrojado. A CBR 1000RR conta também com um novo padrão de cores (laranja e cinza chumbo). Já a versão HRC, com a roupagem de pista e rodas douradas, sem dúvida causou muito alvoroço entre os amantes da motovelocidade. Além das “supervedetes”, a marca apresentou toda sua linha 2010, desde o scooter Lead 110 e a CG 150 Titan Mix até a linha 300, passando pela custom Shadow 750 e os modelos off-road.

Yamaha
A nova YZF-R1 foi outra superesportiva que também chamou muito a atenção no espaço dedicado a Yamaha e dividido pela Motoryama e a pela YNova Motos, concessionárias da marca dos três diapasões em Porto Alegre, Gravataí e Canoas. Vestida de preto fosco e rodas douradas, a R1 2010 (R$ 69 mil) está equipada com um revolucionário motor com virabrequim crossplane, que é capaz de produzir 182 cv de potência máxima. Lá estavam também a nova Crypton e a Fazer 250 2011. A ausência ficou por conta da linha XJ6 (naked e carenada). Para o motociclista que buscava novidades em termos de equipamentos de segurança, o estande da Yamaha ofereceu uma completa butique.

Kawasaki e Dafra
Hoje, a Iesa representa as duas marcas no mercado gaúcho. No estande que abrigou as motos da Casa de Akashi, a vedete foi a ZX-10R edição comemorativa aos 25 anos da linha de motos esportivas. O modelo 2010 recebeu um face-lift, novos grafismos, entradas de ar e escapamento. Outros destaques ficaram por conta das nakeds ER-6n e Z 750, além da Ninja 250R, a mini-esportiva equipada com injeção eletrônica. Já a TVS Apache, modelo de origem indiana que a Dafra está comercializando no Brasil, foi a principal novidade da marca brasileira. O estande da Dafra/Iesa está bem na entrada do pavilhão de exposições. Lá também estavam expostos o scooter Smart e uma Kansas 150, pequena custom toda preparada para viagem, equipada com alforjes e parabrisa.

KTM e Grupo Piaggio
A Casa de Máquinas, que vende motos KTM e do Grupo Piaggio (Piaggio, Vespa, Gilera, Aprilia, Moto Guzzi, Derbi, Scrabble), resolveu trazer para o Salão de Motos o que há de mais moderno e requintado do “mundo moto” europeu. Da austríaca KTM, a empresa exibiu a bigtrail 990 Adventure e a 990 Supermoto. Pelo esquadrão italiano, destaque a bigtrail Stelvio 1200 V4, da Guzzi, equipada com motor bicilíndrico em “V” a 90º de 1151 cm³ de capacidade cúbica, que gera 105 cv de potência máxima. Para quem troca potência por mobilidade, destaque para os scooters das marcas Vespa e Piaggio.

Kasinski
A concessionária Autosul apresentou no Salão de Motos várias novidades marca, entre elas, a linha CRZ 150, na versão trail e supermotard, que deve chegar ao mercado em maio. Além disso, a marca expôs a nova street Comet 150, que também têm motor Zongshen de 150cc. Destaque para o painel digital e a “cara” de moto de maior capacidade cúbica, que lembra o do Yamaha Fazer 250. A nova moto urbana da Kasinski, que veio assumir o lugar deixado pela Seta, deve ser vendida também a partir de maio. Já o scooter Prima 150 cc chega ao mercado no segundo semestre. Outros destaques ficam para a recém-lançada Mirage 150 e a Comet 650R, equipada com motor “V2”, que gera 81,5 cv de potência máxima.

Suzuki
No estande da Suzuki, organizado pelas concessionárias DS Sul, Carburgo Motos e Ritmo, a principal novidade ficou por conta da custom Boulevard M800 2011. O diferencial são as novas cores preta/branca ou preta/laranja. O radical modelo estradeiro está equipado com motor “V2” de 805 cm³ de capacidade cúbica, comando simples no cabeçote (OHC) e tem com sistema de injeção eletrônica de combustível. Outro modelo que chama bastante a atenção do público e a Sport touring GSX-R 1300 Hayabusa.

Garinni e Shineray
As marcas Garinni, em parceria com revenda Rota 403, e Shineray, representada pela Lojas Colombo, transformaram o salão gaúcho em um verdadeiro feirão de motos. Ambas as marcas oferecem preços especiais e planos diferenciados de pagamentos. Por curiosidade, a Garinni comercializa sua mini custom, a GR 250T3 por R$ 13.500. Já a Colombo Motors vendia ciclomotores, motos e até quadriciclos da marca chinesa Shineray. A proposta é popularizar a linha de produtos com parcelas que cabem em qualquer orçamento, com financiamentos em até 50 meses

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Motofair apresenta vitrine motociclística e atrai 22 mil pessoas em MG

No ranking do mundo motociclístico, o Brasil figura entre os cinco maiores e mais importantes mercados do mundo. Tanto em produção, quanto em vendas internas. Só fica atrás da China, Índia, Indonésia e Vietnã. Países como Taiwan e Tailândia também contam com mercados vigorosos e estão bem próximos de nós. Entretanto, seja deste lado do mundo, ou do outro lado do globo, estes países estão fortemente ligados por características comuns, como grandes populações e um transporte coletivo precário e ineficiente, que abre as portas para a motocicleta, como alternativa ágil e econômica de transporte individual. 

Vista geral do Expominas, que recebeu a Motofair.

Superesportiva Honda CBR 1000RR foi uma das atrações do evento realizado em Belo Horizonte…

… que contou ainda com estandes de fabricantes de autopeças, equipamentos e serviços: acima, Yamaha R6 equipada com rastreador.

Neste universo, o Estado de Minas Gerais, contribui com cerca de 10% do volume de vendas brasileiras, segundo dados da Abraciclo, associação que reúne os fabricantes de motocicletas, e se firma como o segundo maior mercado consumidor de motos do País. Neste cenário, foi realizada a primeira edição da Motofair, feira exclusiva do setor motociclístico, que reuniu montadoras e concessionários, fabricante de peças, acessórios, equipamentos e serviços, além de entretenimento, entre os dias 22 e 25 de abril.

VITRINE NACIONAL
Segundo Sérgio Falcão, diretor da empresa organizadora da feira, a Motofair funciona como vitrine com repercussão nacional, com as principais novidades e lançamentos do segmento e grande adesão de expositores de outros Estados. Nos quatro dias de feira, o público visitante somou 22 mil pessoas, gerando bons negócios entre os 72 expositores, e demonstrando o potencial do mercado e da feira mineiros. Tanto que já há data marcada para 2011: entre 30 de março e 3 de abril de 2011, também no pavilhão do Expominas.

Entre as montadoras, a líder nacional Honda (77,36% de participação) mostrou cinco novos modelos nacionais, inclusive a primeira moto flex do mundo, a CG 150 Titan Mix, e também sua linha de importadas, com destaque para a superesportiva CBR 1000RR.

A Yamaha, pioneira entre as japonesas no Brasil, mostrou a novíssima XJ6 N, modelo naked equipado com motor de quatro cilindros em linha, além da remodelada Fazer 250 e o relançamento da Crypton, com desenho modernizado e adaptada para o trânsito urbano com motor de 115 cm³.

A tradicional alemã BMW, apresentou a sofisticada linha K 1300, com muita tecnologia embarcada e motor de quatro cilindros em linha, além do lançamento G 650 GS, equipado com ABS de série e montado em Manaus (AM) pela Dafra — o modelo é o primeiro da marca fabricado fora da Alemanha.

A Gas Gas, marca espanhola especialista em fora de estrada e representada no Brasil pela mineira Terra Motos, mostrou sua linha 2010, além da EC 300, moto utilizada pelo piloto Felipe Zanol no Mundial de Enduro. A marca deve lançar até o fim do ano um modelo de 250 cm³, quatro tempos, que pretende produzir aqui no Brasil.

DIVERSÃO
A espanhola Gas Gas também montou uma pista de trial, com três apresentações diárias de seus pilotos oficiais, Vermelho e Padeiro. O piloto mirin Jean MC, com apenas 11 anos, fez apresentações com minimotos e bicicletas especiais. A equipe Pura Ação mostrou seu talento com acrobacias radicais. Ao lado da praça de alimentação, os visitantes puderam apreciar shows com bandas de rock e blues. Já no estande do curso de design de produtos da escola superior Fumec, podiam ser vistos bicicletas conceituais, como a “Carrinho de Supermercado”, modelo especial para fazer compras.

Outra bicicleta fora do comum foi a Bitrem, com 13 rodas, som, e capacidade para transportar 16 pessoas, produzida por Lucirley Oliveira, de Sete Lagoas (MG). Outra atração foi o museu de motos do empresário do ramo de peças e acessórios, Rômulo Filgueiras, da tradicional Motostreet. Mostrou 30 modelos, com destaque para a belga FN 175, ano 1909, com sidecar de vime. A Ducati de competição 175, ano 1968, foi outra raridade vista. Presentes também, a clássica Indian Chief 1946 e a Harley-Davidson 1948, além da inglesa Norton Comando, alemãs BMW, entre outras.

Minimotos e quadriciclos fizeram a cabeça da garotada e as lojas de acessórios e equipamentos, a dos pilotos mais experientes, que aproveitaram promoções especiais. Também presentes, exposição de painéis do fotógrafo Fred Mancini e lançamento em Minas do filme “Alma 70”, do diretor Renzo Querzoli, sobre motos clássicas. Estandes de motoclubes e federações de motoclubes, além de estúdios de customização, marcaram presença, em uma grande confraternização. Para o conforto do público havia estacionamento (pago) e capacetaria.

MERCADO EM RECUPERAÇÃO
Após a crise que afetou drasticamente o mercado de motos em 2009, deixando as vendas do ano semelhantes às de 2007, com cerca de 1,6 milhões de unidades, os primeiros números de 2010 sinalizam que a tormenta vai se dissipando, com o retorno das linhas de crédito, e indicam uma recuperação consistente do mercado, segundo dados da Abraciclo, e também da Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos).

Em março, por exemplo, foram comercializadas 169 mil unidades, contra 116 mil do mês anterior, representando um avanço de 45,7%. No primeiro trimestre do ano, o volume atingiu 410 mil unidades, representando o melhor resultado da indústria nos últimos 18 meses, segundo a Abraciclo.

“Esta confiança na recuperação do mercado, agora demonstrada na prática, foi fundamental para a adesão dos participantes da Motofair, distribuídos em 72 estandes, que enxergaram na feira uma boa oportunidade de mostrar seus produtos e alavancar as suas vendas”, observa o organizador da mostra, Sérgio Falcão. Outra observação otimista foi a de Henrique Ribeiro, atacadista de pneus, peças e equipamentos, para quem o mercado de reposição não sentiu a crise. A frota circulante brasileira demandou um volume crescente de consumo e, para 2010, a expectativa é de crescimento de dois dígitos.

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Senador apoia Associação Brasileira de Pilotos de Motociclismo

 

O Presidente da Associação Brasileira de Pilotos do Motociclismo Esportivo – ABPMX, Reinaldo Selhorst, e o Secretário Geral da instituição, Marlon Olsen, participaram de uma importante audiência com o Senador Valdir Raupp em Brasília. Na ocasião o senador da República assumiu o compromisso de defender os interesses da ABPMX, outorgando irrestrito apoio, principalmente para defender a classe dos profissionais do motociclismo brasileiro.

Um dos principais benefícios que esse apoio deverá trazer é o reconhecimento da instituição por parte do Ministério dos Esportes. Para Reinaldo Selhorst, o apoio do senador será fundamental para que os pedidos da ABPMX surtam maior efeito. “Somos uma associação que visa, sobretudo, a defesa dos interesses dos pilotos de motociclismo que estão competindo no Brasil, e o apoio de um Senador da República será fundamental para que os interesses desses profissionais sejam defendidos com maior representatividade”, disse o presidente da ABPMX.

Reinaldo Selhorst e Marlon Olsen aproveitaram para visitar, acompanhados do senador Raupp, a Receita Federal, onde estará sendo avaliado o pedido da Confederação Brasileira de Motociclismo – CBM, e da ABPMX, para que as motos de competição importadas sejam isentadas dos impostos de importação.

Reinaldo Selhorst afirmou que o Departamento Jurídico da Receita Federal deverá se pronunciar oficialmente esta semana a respeito da isenção de impostos para a importação de motos de competição. Se o Departamento Jurídico não avaliar positivamente o texto, a Receita Federal enviará a Medida Provisória 472, através do senador Valdir Raupp, para aprovação no Senado Federal. “O texto do projeto está sendo avaliado neste momento, e nos estamos contando também com o apoio do senador Valdir Raupp nessa questão”, apontou Selhorst.

“Nós da ABPMX acreditamos que essa isenção seria o mínimo que o Governo Federal poderia fazer pelos pilotos brasileiros, porque essa nossa expectativa por uma definição positiva da Receita Federal, é a expectativa de grande parte dos pilotos do Brasil que teriam condições de melhorar sua competitividade adquirindo uma moto importada, se esta fosse isenta das altas taxas de importação”, observou.

“Quando eu assumi a ABMX este ano, pedi que me fosse dado um tempo de dois a três anos para que pudesse fazer com que as coisas funcionassem de acordo com o anseio da classe dos pilotos. Acho que temos evoluído significantemente, principalmente se levado em consideração que apenas 20% do nosso trabalho será realizado dentro das pistas, e 80% fora delas”, concluiu Selhorst.

Por Acelera Mente

Editado Por Fabio Weslley

Acelera Mente

Que gasolina usar na moto: Comum, Aditivada ou a Podium?

Primeiro temos que saber o que é gasolina aditivada!A diferença da gasolina aditivada para a comum é o aditivo.

Se utilizarmos gasolina aditivada ou gasolina comum com um pouco de aditivo, desde que respeitando as proporções recomendadas, produz os mesmos efeitos.

Muitos se enganam ao afirmar que a gasolina aditivada produz um melhor rendimento do motor, isto não é verdade, isto pode ser um benefício derivado, não é um benefício direto.

O aditivo, que é basicamente um detergente, tem a função de manter o sistema de alimentação limpo, isto considerando o tanque, a linha de combustível e o(s) bico(s) injetor(es). Uma possível melhora no rendimento do motor pode acontecer por não estar ocorrendo problema de alimentação em função de obstruções no provimento de combustível para queima nos cilindros, não porque o combustível fica “melhor”.

Alguns confundem a gasolina Podium da Petrobrás com a aditivada. Até seria certo afirmar, pois ambas possui os mesmos aditivos, mas o que destaca na gasolina podium e torna o seu principal diferencial é o maior nível de octanagem, isto sim torna esta gasolina de maior poder de explosão e, por consequência, provê maior desempenho para o motor.

Octanagem é a capacidade que o combustível tem, em resistir a altas temperaturas na câmara de combustão, sem sofrer detonação.
 A detonação, também é conhecida como batida de pino, e pode destruir o motor.
Quanto maior a octanagem, maior será a resistência à detonação.
 O manual de cada veículo especifica o tipo de gasolina que possui a octanagem
mínima necessária ao bom funcionamento(desempenho)do mesmo,
 sem a ocorrência danosa da denotação.
Qualquer gasolina que possua octanagem maior que a mínima especificada
 poderá ser utilizada sem problemas.
 No Brasil, a octanagem é expressa em IAD = Índice Antidetonante
(a gasolina comum é especificada também pelo MON).
Quais são os métodos de determinação da octanagem ?
 Método MON (Motor Octane Number) ou método Motor - ASTM D2700.
 - avalia a resistência da gasolina à detonação, na situação em que o motor
está em plena carga e em alta rotação.
 Método RON (Research Octane Number) ou método Pesquisa - ASTM D2699
 - avalia a resistência da gasolina à detonação, na situação em que o motor
está carregado e em baixa rotação (até 3000 rpm)
 Alguns países utilizam a octanagem MON, RON,
e outros o Índice de Octanagem IAD (Índice Antidetonante) = (MON + RON)/2.
 Para uma mesma gasolina, o RON tem um valor típico superior ao MON de até 10 octanas.
Portanto, ao comparar gasolinas de deiferentes países é importante verificar
se está sendo utilizada a mesma base (MON, RON ou IAD). 
Uma gasolina com maior octanagem pode ser mais econômica?
Sim, nos carros que requerem gasolina com maior octanagem.
Nestes veículos, a utilização de uma gasolina de octanagem inferior irá aumentar o consumo,
 reduzir a potência disponível, podendo causar danos ao motor do veículo.

Como a função da gasolina aditivada é manter o sistema limpo, quando você não usá-la estará correndo risco de aparecer resíduos no sistema, que talvez não cheguem a ser removidos quando você retornar a usar aditivada. Portanto, não faz sentido, tecnicamente falando, fazer este rodízio de gasolina. É mais uma questão de custo-beneficio, ou seja, você pode tentar economizar um pouco usando gasolina comum, considerando que o risco de ter problemas com o sistema de injeção seja baixo. Como não temos como saber a verdadeira qualidade do combustível que entra no tanque de nossas motos, é difícil afirmar quando esta relação será boa ou não, mesmo utilizando somente gasolina aditivada, pois não saberemos se a gasolina aditivada foi adulterada ou se contém sujeira.

Por isso é bom sempre ficar de olho na cor da gasolina, e prestar atenção se a moto anda perdendo rendimento e principalmente saber qual o distribuidor  de combustível do posto onde você abastece e também se o posto é de boa procedência.
O recomendado para quem tem veículos com injeção eletrônica é usar gasolina aditivada,de preferência  sempre. Lógico que  é apenas uma recomendação, e não obrigação, nem sempre encontrará postos com gasolina aditivada para abastecer, principalmente em viagens.

Lembrando também que  mesmo você  só abastecendo com gasolina aditivada não é 100% garantido que você não terá problemas, pois mesmo em alguns postos e distribuidoras de combustíveis pode conter adulterações e sujeiras na gasolina que comprometem o motor.

eu  JUNINHU testei as gasolinas comum,aditivada(shell, petrobras, ipiranga e esso) e a podium da Petrobras na minha Honda Biz 125+ (injeção eletrônica).

E cheguei na seguinte conclusão em relação as gasolinas na biz.

gasolina comum original = normal – vel. max. 120km/h na decida.

gasolina aditivada = vel.max até 10km/h a mais que a comum,retomada otima.

gasolina podium =  vel. max. até 20 km/h a mais que a comum,retomada excelente,rende mais,quase não perde rendimento na subida.

de uma forma geral das gasolinas vista aqui para a biz compensa somente abastecer com aditiva ou podium…

Logico que a podium é bem mais cara que a aditivada…pelo menos no posto que abasteci com a podium ela chegou a ser 1 real mais cara que a a comum original…(podium=R$3,50litro)…se realmente fomos colocar isso na ponta do lapis e vermos a capacidade do tanque da biz iremos gastar no maximo uns 15 reais pra encher os 4 litros, podendo chegar no maximo aos 20 reais se enchermos o tanque até a boca.

Se a podium nao ficar acessivel para abastecer toda a vez, o ideal então seria colocar aditivada, pois ela é quase o mesmo preço que a comum,dando uma diferença maxima de uns 15 centavos por litro… pode ter certeza que para encher o tanque até a boca pode ficar de 12 a 15 reais.

Não existe vantagem nenhuma abastecer a biz com gasolina comum,sendo que com a aditivada é quase o preço da comum e tem diversos benefícios, e além das contas a diferença no bolso de quem irá abastecer com aditivada ao inves da comum não chega nem a 1 real.

Eu particularmente só utilizo gasolina aditivada e abasteço em posto de procedência, e sempre que possível tento abastecer com a podium nem que seja pelo menos 2 litros por mês .

Para motos com tanque  grande e carros as vezes compensa abastecer com gasolina comum e comprar o aditivo separado e ir colocando conforme o recomendado no vidrinho.

Vale a dica…

Faça o teste você também…

Por JUNINHU

Acelera Mente

Suzuki Hayabusa completa dez anos de sucesso e alta velocidade

 

Há dez anos, chegava às ruas e estradas de todo mundo a Suzuki GSX 1300 R Hayabusa. Com nome inspirado em um falcão-peregrino japonês que podia atingir velocidades acima de 300 km/h, a esportiva logo justificou a inspiração. Em testes conquistou o título de moto de série mais veloz do mundo, chegando a estonteantes 311 km/h!

Com essa marca, a Hayabusa deixou para trás as concorrentes e iniciou sua história, que completa agora uma década. Para sua legião de fãs, o desempenho da GSX 1300 R é sua principal qualidade. Com 178 cv de potência máxima a 9.800 rpm, a “Busa”, como foi carinhosamente apelidada pelos proprietários, foi uma das mais potentes motocicletas em produção na época.

Uma das provas do sucesso da esportiva japonesa foram as poucas modificações feitas pela Suzuki desde o lançamento. Entre 1999 e 2007, a Hayabusa manteve o design original, ganhando apenas novas cores e algumas modificações internas. Como a polêmica, e até hoje incerta, adoção de um limitador eletrônico de velocidade. No início dos anos 2000, dizem que os fabricantes japoneses e europeus, que disputavam o título de moto mais rápida do mundo, resolveram impor a barreira dos 300 km/h a todos os modelos. Tanto que a Kawasaki Ninja ZX-12R, lançada em 2000, não superou esse limite, assim como as versões mais recentes da Hayabusa.

Polêmicas e boatos à parte, a velocidade final de 300 km/h, além de ser bastante elevada, já era um atributo e tanto para transformar essa esportiva japonesa em uma lenda sobre duas rodas.

DESEMPENHO E CONFORTO
Além da velocidade máxima, a Hayabusa tem em suas dimensões “exageradas” outra de suas qualidades, pois alinha o desempenho de uma superesportiva ao conforto das touring. Com mais de 2,0 m de comprimento (2.180 mm) e quase 1,5 metro de distância entre-eixos, tem mais espaço e conforto para o piloto.

Equipada com um motor de quatro cilindros em linha, refrigeração líquida, quatro válvulas por cilindro e 1.299 cm³ de capacidade, a Hayabusa aposta em uma arquitetura consagrada no segmento de superesportivas. Além dos 178 cv de potência, outra grande qualidade do propulsor dessa Suzuki está no torque de quase 14 kgfm desde as baixas rotações. Em comparação com as concorrentes, a Hayabusa oferece força em baixos regimes e permite uma pilotagem com mais conforto. Por isso, muitos a consideram uma excelente moto também para viajar, com desempenho pra lá de emocionante sem comprometer a maneabilidade.

HAYABUSA MAIOR E MELHOR
Após oito anos sem mudanças, a Suzuki apresentou uma nova versão da sua “ultimate sport”, como a fábrica de Hamamatsu gosta de classificar a Hayabusa, em 2007. Como principal novidade, o motor maior — com 1340 cm³ — e ainda mais potente: 197 cv a 9.500 rpm. Além da maior capacidade, a segunda geração da Hayabusa traz um seletor do modo de pilotagem, o tal S-DMS (Suzuki Drive Mode Selector), que permite ao motociclista escolher entre três modos de entrega de potência e torque pelo motor.
No design, apenas uma atualização, com linhas ainda mais harmoniosas e maior proteção aerodinâmica (a bolha ficou 15mm mais alta). Sem falar em diversas melhorias mecânicas, como freios mais eficazes e uma suspensão dianteira mais firme e segura. Tudo para que, após uma década, esse falcão alce voos ainda mais altos, mantendo-se no topo das motos mais desejadas e lendárias do planeta.

Após uma década, a Suzuki GSX 1300R Hayabusa ainda traz consigo o título de moto mais rápida do planeta. No Brasil, é vendida em quatro opções de cores — laranja, azul, branca e preta — por R$ 61.200.

Por Fabio Weslley

Acelera Mente

 

As Mais belas motos Naked do Mundo só aqui no Acelera Mente

Suzuki B-King

Benelli – Titanium

Aprillia 750 – Shiver

 
 
 
Honda Moto Conceito
 
Mv Augusta – Brutale
 
 
Perdi o nome dela hahaha
 
 
Benelli TNT Cafe Racer
 
 
Kawasaki 1000cc – Z1000
 
 
Por Dedo de Ouro
 
Editado por Italo Luna