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Archive for julho \31\UTC 2010

Em viagem à Petrópolis, Yamaha XJ6F mostra suas qualidades

 

Viajar de moto é sempre bom. Mas alguns ingredientes contribuem para que a aventura seja praticamente perfeita: estradas boas e sinuosas; um destino interessante; tempo aberto e uma motocicleta adequada. Depois de uma semana em São Paulo que justificou o aposto de “terra da garoa”, a meteorologia previa temperaturas amenas e, o mais importante, sem chuva.

Na garagem, a recém-lançada Yamaha XJ6F, versão com carenagem integral do novo modelo de quatro cilindros e 600 cc da marca japonesa. Feita, ao menos na teoria, para se viajar. Como ainda faltava experimentar na prática a vocação estradeira da XJ6F, tive de encontrar um destino interessante para um fim de semana perfeito.

Assim como Dom Pedro I, encantei-me pela região Serrana do Estado do Rio de Janeiro quando passei rapidamente por lá há alguns anos. Aproveitando a estação do ano e a oportunidade, escolhi Petrópolis como destino. Conta à história que, em 1830, o primeiro imperador do Brasil adquiriu uma Fazenda no local que mais tarde se tornaria a cidade de Petrópolis, fundada em 1843 por Dom Pedro II. Transformava-se na capital do Império durante o verão.

Hoje, Petrópolis (a cerca de 70 km do Rio) é o destino de muitos cariocas que vão curtir o “inverno” no clima ameno proporcionado pela bela topografia e vegetação da região. Do Rio de Janeiro, o acesso à Petrópolis é feito pela BR-040, que liga a capital fluminense à Belo Horizonte (MG). O que também atrai muitos mineiros à cidade.

De São Paulo até lá a viagem é mais longa, em torno de 500 km, porém não menos interessante. O único senão fica por conta dos 16 pedágios cobrados também das motos na ida e volta entre a capital paulista e a cidade fluminense. Ao todo foram R$ 42,50 com tarifas que variam de R$ 4,40 a R$ 0,85. Só quem é motociclista pode imaginar a dificuldade de se pagar centavos em uma praça de pedágio quando se está em cima de uma moto com capacete, luva, jaqueta e tudo mais. Mas nem a sanha arrecadadora conseguiu estragar essa viagem São Paulo – Petrópolis.

Além de bem conservada nesse trecho, a BR-040 é uma das mais divertidas estradas para se pilotar uma moto em todo o País. Cheia de curvas e com uma paisagem belíssima em seu entorno. O que por si só já justifica a visita a Petrópolis. Mas a cidade serrana guarda ainda outros encantos.

Além do Museu Imperial, o centro histórico reserva diversas atrações culturais: a casa de veraneio do pai da Aviação Alberto Santos Dumont, o Palácio Rio Negro, o Palácio de Cristal, a Catedral São Pedro de Alcântara, e outras construções curiosas, como a Casa da Ipiranga, mas que todos conhecem como “Casa dos Sete Erros”. Construída em 1884 por um afilhado do Barão de Mauá, a casa recebe esse nome pela assimetria entre os dois lados de sua fachada.

Aliás, a gastronomia é outro destaque de Petrópolis. Afinal, o clima propício e a influência dos imigrantes alemães e italianos fizeram surgir bons restaurantes. Em Petrópolis, há diversas opções no centro, mas o distrito de Itaipava é o principal destino para quem quer cometer os pecados da gula. Além do grande número de restaurantes famosos, Itaipava também conta com pousadas chiques e aconchegantes

IMPRESSÕES
YAMAHA XJ6F, BOA PARA VIAJAR, MAS SEM MUITA BAGAGEM

Versão com carenagem integral, a Yamaha XJ6F foi projetada para viagens. Oferece bastante conforto e proteção aerodinâmica. Ao todo rodei 1200 km com esse modelo lançado no início deste ano. Seu motor de quatro cilindros em linha e 600 cc é bastante elástico e oferece torque em baixas rotações e uma potência máxima de 77,5 cv a 10.000 rpm. Apesar de não ser muito esportivo, seu desempenho é ideal para estradas e funciona com folga no limite de velocidade (120 km/h).

Em função do bom escalonamento do câmbio dispensa muitas trocas de marchas o que acaba refletindo em um consumo médio razoável de 21 km/l — a pior média na subida da serra para Petrópolis foi de 19,5 km/l e a melhor de 22,1 km/l na Via Dutra. Com tanque de 17,3 litros, tem autonomia estimada de até 346 km, porém a luz de reserva já começa a piscar em torno dos 250 km. A posição de pilotagem é agradável e o banco confortável — apesar de ser um pouco fino e tornar-se um duro depois de algumas horas.

Porém o ponto negativo fica por conta do espaço para se acomodar bagagem. Não há pontos de fixação e nem bagageiro. Como a rabeta é curta fica difícil até de se amarrar a mala no banco. Tive de recorrer a alforjes laterais removíveis da Gift que, além de impermeáveis, são fáceis de instalar. Se você pensa em ter uma Yamaha XJ6F como companheira de viagens guarde algum dinheiro para investir em um bagageiro ou alforjes

 

Materia Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

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Nissan Juke escala o Everest

 

O que o recém-lançado Nissan Juke e a mulher mais jovem a escalar o monte Everest têm em comum? Aparentemente nada. Mas Bonita Norris, 22 anos e detentora desta marca, é a nova garota-propaganda do crossover na Grã Bretanha, onde o modelo será produzido. Segundo a marca, Bonita transmite qualidade e respeito, assim como o Juke.

Previsto para debutar no Salão de São Paulo, o Nissan Juke será produzido na fábrica de Aguascalientes, no México, e deve chegar ao mercado nacional no próximo ano.

Na Europa o sucesso do Juke parece evidente. Por lá já foram feitas mais de 15 mil encomendas. No Velho Continente, o crossover parte de 16.490 euros – cerca de R$ 36.700 –  na versão mais simples. E chega a 27.290 euros – aproximadamente R$ 60.800 – na versão com melhor acabamento, 4WD e câmbio CVT.

O Juke apela para a fusão de dois estilos: veículos off-road com linhas de esportivos. Os arcos das rodas chamam atenção pelo estilo diferenciado, assim como a linha de cintura alta. Já os faróis dianteiros são inovadores e praticamente ficam acima do capô formando dois “chifres” na dianteira do modelo.

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

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KTM planeja motos populares

 

Ao falar das motos austríacas da KTM automaticamente se pensa em competições de terra batida e, claro, Dakar. Mas agora sob a administração da indiana a Bajaj Auto Ltd, que adquiriu ações da marca livrando-a da falência, os planos de lançar um modelo popular para mercados emergentes parece cada vez mais real.

A intenção da Bajaj é comercializar os novos modelos de baixas cilindradas sob o emblema da KTM Bikes, o que despertaria “confiança” nos consumidores, já que a marca indiana em si não é ruim, mas sua qualidade é inferior.

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

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Shadow recebe ABS na Europa

 

A Honda é uma das marcas pioneiras em relação aos freios ABS. Depois de equipar a gama CBR, agora a Shadow 750 passa a contar com eles.

A Shadow 750 C-ABS tem um poderoso sistema de frenagem que não compromete a direção do motorista garantindo estabilidade nas paradas repentidas. Quando se aciona a alavanca do freio, o sistema distribui a força da frenagem entre as duas rodas, melhorando o controle do motorista.

Na parte mecânica a Shadow permanece igual e continua equipada com o motor 45 cv com torque de 6,11 kgfm e injeção de combustível V-Twin. Opcionalmente a moto oferece bancos de couro e defletor para vento. Na Europa a Shadow 750 C-ABS será comercializada por 8.999 euros, cerca de 20,3 mil.

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

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Confira aqui no Acelera Mente a Ficha Técnica da CB 600F Hornet 2010

 

Ficha Técnica

Motor: Quatro cilindros em linha, 599,3 cm³, 16 válvulas, DOHC, arrefecimento líquido
Potência máxima: 102 cv a 12.000 rpm
Torque máximo: 6,53 kgf.m a 10.500 rpm
Diâmetro x curso: 67,0 x 42,5 mm
Alimentação: Injeção Eletrônica de combustível – PGM – FI
Taxa de compressão: 12,0 : 1
Sistema de partida: Elétrica
Capacidade do tanque: 19 litros
Câmbio: 6 velocidades
Transmissão final: Corrente com anéis de vedação
Suspensão dianteira: Telescópica invertida, 41 mm de diâmetro e 120 mm de curso
Suspensão traseira: Monoamortecida, 128 mm de curso e sete regulagens na pré-carga da mola
Freio dianteiro: Discos duplos flutuantes de 296 mm e pinça de dois pistões
Freio traseiro: Disco simples de 240 mm com pinça de pistão simples
Pneu dianteiro: 120/70 – ZR17 M/C (58W)
Pneu traseiro: 180/55 – ZR17 M/C (73W)
Altura do assento: 804 mm
Altura mínima do solo: 135 mm
Quadro: Mono trave superior fundido em alumínio
Dimensões (c x l x a): 2.085 x 760 x 1.090 mm
Entre-eixos: 1.435 mm
Peso seco: 173 kg (versão Standard) 177 kg (versão ABS / CBS)
Cores: Vermelha Metálica e Preta
Preço sugerido: R$ 30.837,00 (versão Standard) e R$ 33.137,00 (versão ABS e CBS) – base estado de São Paulo, sem frete, óleo e seguro.

Por Acelera Mente

Editado Por Fabio Weslley

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Kasinski Mirage 650 é moto custom com estilo esportivo

 

A maioria das motos custom tem estilão clássico, meio retrô. Raras exceções ficam por conta da Harley-Davidson V-Rod e da nova Yamaha V-Max, que ainda não desembarcou no Brasil. Outra marca que também oferece um visual agressivo em sua linha custom de média cilindrada é a Kasinski Mirage 650 EFI. Estrela da marca com direito a filme publicitário em horário nobre, o modelo foge do lugar comum por meio de um desenho mais atual — tanque afilado, quadro a mostra e lanterna traseira com LEDs –, mas sem deixar de lado o tradicional motor de dois cilindros em “V” a 90 graus e muitos cromados. O preço sugerido da Mirage 650, que na realidade é fabricada pela sul-coreana Hyosung, é de R$ 26.500.

De espírito jovem, a moto realmente chama atenção por onde passa. Em uma parada para abastecimento, um motociclista fez um comentário que resume bem esta história: “Bonita hein! Quantas cilindradas?”. Depois de informado que era a Kasinski Mirage de 650 cm³ de capacidade cúbica e 80 cv de potência máxima, ele respondeu: “Pelo porte e estilo esportivo dessa custom, pensei que tivesse um motor mais potente”.

MOTOR VIGOROSO
Depois da parte estética, o motor desta custom merece destaque. Com duplo comando no cabeçote (DOHC), o V2 de 647 cm³ de capacidade está equipado com refrigeração a água e injeção eletrônica de combustível. O propulsor da Mirage 650 gera potência de 80,7 cv a 9.250 rpm e 6,9 kgfm a 7.250 rpm de torque máximo. De comportamento vigoroso e boa retomada, o motor — o mesmo utilizado na esportiva Comet GT 650 R EFI — tem melhor rendimento em médios e altos regimes de rotação.

Quando giramos o acelerador sem dó, o consumo de combustível da moto foi de 16 km/l. Mas, mantendo velocidades entre 90 e 120 km/h, a Mirage 650 fez até 20 km/l. Na média, a moto pode rodar quase 300 km com um tanque de combustível (16 litros). Avaliada praticamente todo o tempo na estrada — seu habitat natural — a velocidade de cruzeiro é de 140 km/h. Nesse ritmo parece que o motor trabalha mais ‘relaxado’, apesar de a moto não estar equipada com sexta marcha over-drive.

Como nas Harley, a transmissão secundária da Mirage 650 é feita por meio de correia dentada. O ponto negativo ficou para o câmbio, que poderia ter engates mais precisos.

FICHA TÉCNICA: Kasinski Mirage 650

Motor: DOHC, 647 cm³, dois cilindros em V, quatro tempos, refrigerado a água.
Potência máxima: 80,7 cv a 9.250 rpm.
Torque máximo: 6,9 kgfm a 7.250 rpm.
Transmissão: Câmbio de cinco velocidades com transmissão final por correia dentada.
Suspensão: Garfo telescópico invertido com regulagem e 126 mm de curso na dianteira; balança bichoque ajustável, com 130 mm de curso na traseira.
Freios: Disco duplo de 300 mm de diâmetro com pinça de dois pistões fixado radialmente (dianteiro); Disco simples de 260 mm de diâmetro com pinça de dois pistões (traseiro).
Rodas e pneus: 120/70-ZR 18 na dianteira e 180/55-ZR 17 na traseira.
Dimensões: 2.430 mm de comprimento, 840 mm de largura e 1.155 mm de altura. Entre-eixos 1.665 mm, 160 mm de altura pro solo e 675 mm de altura do assento para o solo.
Peso: 167 kg.

CICLÍSTICA
Construída sobre um quadro tubular de berço duplo, o modelo conta com suspensão invertida (upside-down) com regulagem e 126 mm de curso. Na traseira, tradicional sistema bichoque ajustável e com 130 mm de curso. O conjunto é macio e absorve bem as imperfeições do piso. Claro que rodando nas ruas e avenidas esburacadas de São Paulo, a moto sofreu bastante com o asfalto irregular, porém na estrada com asfalto liso o funcionamento do conjunto de suspensões esteve de acordo com a proposta da moto. 

Já nos freios a Mirage 650 está equipada com disco em ambas as rodas. Na dianteira, duplo de 300 mm de diâmetro com pinça de dois pistões fixada radialmente. Na traseira, simples de 260 mm de diâmetro com pinça de dois pistões.

O sistema está bem equalizado e de acordo com a proposta estradeira da moto. Além disso se comportou muito bem quando exigido ao extremo. Para ajudar no trabalho de amortecimento e frenagem, a Mirage está equipada com pneus Bridgestone – 120/70-ZR 18 (D)/ 180/55-ZR 17 (T).

TESTE CEGO E CONCORRÊNCIA
Se fizéssemos um “teste cego” entre os modelos custom disponíveis no mercado, ou seja, rodar com as motos sem saber qual a marca e modelo, com certeza o resultado apontaria gratas surpresas. Deixando os possíveis preconceitos de lado, com certeza a Mirage 650 superaria suas adversárias em alguns quesitos. A custom de média cilindrada da Kasinski oferece design diferenciado, motor com respostas rápidas e bons níveis de acabamento, ergonomia e conforto.

A moto tem assento em dois níveis e pedaleiras ajustáveis em duas posições para o piloto. O guidão não é muito aberto, o que facilita rodar no corredor e não cansa o motociclista na estrada. Os espelhos retrovisores estão bem posicionados e oferecem uma visão privilegiada dos veículos que se aproximam.

A custom da Kasinski é uma moto estável, equilibrada e confortável. Detalhe: o painel digital, que infelizmente não traz os giros do motor, está bem posicionado e conta com regulagem de luminosidade.

As principais concorrentes desta Kasinski são a Harley-Davidson 883R (R$ 25.990), Honda Shadow 750 (R$ 29.980), Yamaha XVS 950 Midnight Star (R$ 31.265), Suzuki Boulevard M800 (33.900) e a Kawasaki Vulcan 900 (R$ 33.990). Todas com preços e motores de maior capacidade cúbica se comparados ao da Mirage 650

Por UOL/CARROS

Editado Por Fabio Weslley

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Entre a Biz 125 e Crypton 115 Qual vocês preferem de sua opnião

 

Crypton 115 2010

Biz + 125 2010

 

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Por Acelera Mente

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente