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Archive for the ‘Acelera Carros’ Category

MV Agusta F3 Serie Oro e F4 RR Corsa Corta serão vendidas no Brasil

Os grandes destaques da MV Agusta no Salão de Milão (ITA), EICMA 2011, foram a esportiva F3 e a naked Brutale 675, ambas equipadas com motores de três cilindros em linha com 675 cc de capacidade cúbica. Mas nos bastidores da maior feira de motocicletas do mundo a marca de Varese e a brasileira Dafra anunciaram que a F3 Serie Oro e a F4 RR Corsa Corta serão importadas com preços de R$ 170 mil e R$ 150 mil, respectivamente. Ou seja, peças de colecionadores.

A F3 Serie Oro é limitada a 200 unidades

“Inicialmente começaríamos as importações apenas da Serie Oro, já que tínhamos alguns clientes brasileiros nos procurando para adquirir a motocicleta. Mas, também recebemos pedidos de interessados na F4 RR Corsa Corta. Por isso, decidimos comercializar ambos os modelos”, explica Marcus Vinícius S. Santos, gerente da MV Agusta Brasil, dizendo que os  modelos chegam ao país em fevereiro de 2012 em edições limitadas.

Com edição limitada em 200 unidades, a esportiva F3 Serie Oro está equipada com motor três cilindros de 675cc de capacidade pública, além de peças em fibra de carbono, suspensão e amortecedor de direção Öhlins, pinças dianteiras em monobloco, pedaleiras do piloto ajustáveis, banco em couro e placa de identificação em ouro, constando o número de série da motocicleta. Além disso, o novo proprietário da F3 Serie Oro recebe um kit especial, que remete aos três pistões do motor que a equipa, contendo a chave e o certificado de autenticidade. Preço: R$ 170 mil.

O certificado do proprietário da F3 Serie Oro foi inspirado no motor tricilíndrico que a equipa

Já a versão da supersportiva F4, a RR Corsa Corta conta com propulsor de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e 998 cm3 de capacidade cúbica, que gera 201 cv a 13.400 rpm potência máxima de. Com esse desempenho, a F4 RR Corsa Corta é uma das poucas motocicletas do mundo a contar com um motor de mais 200 cv. O preço sugerido será de R$ 150 mil

Por Fabio Marquiseli

Editado Acelera Mente

Materia UOL Motos 

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Montadoras globais esperam queda de vendas no segundo semestre

EUA adotaram program de renovação de frota em 2009

EUA adotaram program de renovação de frota em 2009 (Foto: Toby Talbo/AP)

As fabricantes de veículos esperam uma queda nas vendas do segundo semestre após o fim dos programas governamentais de incentivo ao consumo e pela cautela dos consumidores diante da incerteza da economia.

Os programas de incentivo à troca de veículos estão finalizados ou se encerrando na Europa, e montadoras e analistas indicam que preocupações com a economia e medidas fiscais, como aumento de imposto na Espanha, possam prejudicar uma indústria que está caminhando para sair da crise com dificuldade.

As vendas de veículos na Itália caíram 19,12% em junho, apontam números do Ministério dos Transportes. Enquanto isso, as vendas do primeiro semestre foram 2,9% maiores na comparação anual, percentual que mascara a real tendência da demanda.

“As vendas nos primeiros três meses, que pegaram o final dos incentivos de 2009, continuam, de fato, a ter um considerável peso no total acumulado”, disse Gianni Filipponi, diretor geral da associação de montadoras estrangeiras, UNRAE.

O grupo de pesquisa Promotor afirma que o segundo semestre terá uma performance marcadamente negativa. “Uma recuperação moderada da economia está começando a surgir, mas parece ser incentivada primariamente pela demanda externa, enquanto a demanda por bens de consumo continua fraca no geral e particularmente fraca no setor de bens duráveis.”

“A crise econômica está atingindo principalmente as famílias este ano”, acrescenta a empresa. A venda de carros para consumidores caiu 30,45% em junho, enquanto as compras de clientes corporativos subiram 15,93%.

Na França, as vendas de carros em junho caíram 1,2% sobre o ano anterior, informou a associação da indústria CCFA. O esquema de incentivo do governo para troca de veículos velhos por novos ainda continua, mas a partir desta quinta-feira os motoristas recebem apenas 500 euros em vez de 700 para trocarem seus veículos.

No ano, as vendas de veículos na França subiram 5,4%.

“Creio que até o final do ano nós veremos quedas muito mais acentuadas. Estamos antecipando quedas de dois dígitos, mas não em todos os meses, e um último trimestre muito ruim porque estamos comparando com um final de ano muito forte no ano passado”.

Preocupações sobre reformas do governo para reduzir déficits e a situação econômica na zona do euro devem exacerbar esse efeito, disse Carlos da Silva, analista do IHS Global Insight.

Os incentivos e os descontos não podem durar para sempre. Além disso, toda a informação sobre Grécia e Portugal aqui na França não está dando sinais fortes sobre o futuro. Pode ser que agora vejamos muitas pessoas voltando a economizar o que puderem para esperar ver o que acontece no próximo ano.”

Na Espanha, as vendas subiram 25,6% em junho, último mês do programa de incentivo governamental às vendas de veículos. Em maio houve alta de 44,6% e a associação de montadoras Anfac afirmou que o aumento não iria durar.

“No segundo semestre esperamos que a tendência piore, com quedas de mais de 30% por causa da situação econômica, contração da demanda doméstica, aperto no crédito, alto desemprego, aumento de dois pontos no imposto sobre valor agregado e fim do Plano 2000E (subsídios do governo)”, afirmou a Anfac.

Na Rússia, país que já foi considerado candidato a superar a Alemanha como maior mercado de veículos da Europa antes da crise atingir a demanda, incentivos e recuperação econômica impulsionaram as vendas da fabricante da marca Lada AvtoVAZ, cujas vendas em junho dispararam 77%.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, dados desta quinta-feira (1º) mostraram ganhos, mas analistas alertaram que os números podem mostrar que o ritmo de expansão está desacelerando, o que está disparando temores sobre uma interrupção na recuperação da economia.

O presidente para América do Norte da General Motors, Mark Reuss, afirmou na quarta-feira a analistas que a fase atual é de “uma recuperação ainda muito delicada”.

Já no Japão, analistas evitam arriscar como serão as vendas depois de 30 de setembro, quando expira o programa de incentivo à compra de veículos novos.

“É muito difícil ter uma leitura sobre as vendas em outubro e adiante”, disse Michiro Saito, representante da associação de concessionários do Japão. “Sabemos que a demanda vai cair. A dúvida é em que intensidade e por quanto tempo.”

Por Auto Esporte

Editado por Quecy Gurgel

Equipe Acelera Mente