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Archive for the ‘Acelera Carros’ Category

MV Agusta F3 Serie Oro e F4 RR Corsa Corta serão vendidas no Brasil

Os grandes destaques da MV Agusta no Salão de Milão (ITA), EICMA 2011, foram a esportiva F3 e a naked Brutale 675, ambas equipadas com motores de três cilindros em linha com 675 cc de capacidade cúbica. Mas nos bastidores da maior feira de motocicletas do mundo a marca de Varese e a brasileira Dafra anunciaram que a F3 Serie Oro e a F4 RR Corsa Corta serão importadas com preços de R$ 170 mil e R$ 150 mil, respectivamente. Ou seja, peças de colecionadores.

A F3 Serie Oro é limitada a 200 unidades

“Inicialmente começaríamos as importações apenas da Serie Oro, já que tínhamos alguns clientes brasileiros nos procurando para adquirir a motocicleta. Mas, também recebemos pedidos de interessados na F4 RR Corsa Corta. Por isso, decidimos comercializar ambos os modelos”, explica Marcus Vinícius S. Santos, gerente da MV Agusta Brasil, dizendo que os  modelos chegam ao país em fevereiro de 2012 em edições limitadas.

Com edição limitada em 200 unidades, a esportiva F3 Serie Oro está equipada com motor três cilindros de 675cc de capacidade pública, além de peças em fibra de carbono, suspensão e amortecedor de direção Öhlins, pinças dianteiras em monobloco, pedaleiras do piloto ajustáveis, banco em couro e placa de identificação em ouro, constando o número de série da motocicleta. Além disso, o novo proprietário da F3 Serie Oro recebe um kit especial, que remete aos três pistões do motor que a equipa, contendo a chave e o certificado de autenticidade. Preço: R$ 170 mil.

O certificado do proprietário da F3 Serie Oro foi inspirado no motor tricilíndrico que a equipa

Já a versão da supersportiva F4, a RR Corsa Corta conta com propulsor de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e 998 cm3 de capacidade cúbica, que gera 201 cv a 13.400 rpm potência máxima de. Com esse desempenho, a F4 RR Corsa Corta é uma das poucas motocicletas do mundo a contar com um motor de mais 200 cv. O preço sugerido será de R$ 150 mil

Por Fabio Marquiseli

Editado Acelera Mente

Materia UOL Motos 

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Carros

Novo Polo Sedan é batizado Vento na Índia

Apresentado na última semana na Rússia, a nova geração do Polo Sedan é agora revelada em mais um país em desenvolvimento, a Índia. A principal diferença está no nome. Como havia sido especulado, por lá ele ganhou o nome de Vento, que já foi usado em alguns mercados para batizar o Jetta

Além do nome, a coloração da parte interna dos faróis é diferente, há opção de interior em tons de bege e existe mais uma motorização disponível, além do 1.6 a gasolina de 105 cv (cavalos). O Vento também estará disponível com o bloco 1.6 turbodiesel, com 90 cv.

Os equipamentos de série, conforme as versões, não mudam: ar-condicionado digital, airbags frontais e laterais, freios ABS, controle de tração, entre outros. O Vento será produzido na fábrica da Volkswagen em Pune, de onde já sai o Polo hatchback (sem traseira saliente). As vendas começam no segundo semestre.

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

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kia Sorento está mais para automóvel do que para utilitário esportivo

 
Semana que vem tem carro novo na praça. O renovado Kia Sorento chega às concessionárias em cinco versões, com motor 2.4 ou 3.5 litros, cinco ou sete lugares, tração 4×2 ou 4×4 (selecionável) e um elegante visual. No geral, o modelo segue a tendência do segmento: é um SUV médio, com porte de veículo maior, design moderno, interior amigável e confortável.

As versões com tração 4×4 não contam com caixa de transferência nem com reduzida. O motor 2.4 de quatro cilindros em linha entrega 174 cavalos de potência; o de 3.5, com seis cilindros em “V”, produz 278 cv. Todos os Sorento possuem câmbio automático seqüencial de seis velocidades

O carro é fabricado na Coreia do Sul, mas o nome é inspirado na homônima cidade do sul da Itália (que, aliás, se chama Sorrento, com dois “R”). A ideia, segundo a Kia, foi associar ao modelo uma imagem de descontração — como convém a um veículo de uso misto — e ao mesmo tempo de modernidade. No visual, o novo Sorento atende à expectativa com folga. Em relação à versão anterior, lançada aqui no Brasil em 2006, ficou mais longo e mais baixo, ganhou rodas de 18 polegadas e pneus de perfil baixo; um design moderno e veloz. A “descontração” fica por conta do usuário.

Segundo a Kia, dos cerca de 4.200 Sorento que pretende vender no Brasil até o final deste ano (em 2009 foram vendidas 1.559 unidades do modelo), 70% serão da versão de entrada (a R$ 96.900) EX 2.4 L, 4×2, cinco lugares. Para a montadora, é a configuração que oferece melhor relação custo/benefício. As versões acima delas têm motor mais potente, opção de tração 4×4, teto-solar panorâmico, 3ª fileira de bancos, entre outros itens — mas em aparência, dirigibilidade e conforto são praticamente iguais.

UOL Carros rodou cerca de 220 km com o Sorento, exclusivamente por (excelentes) estradas asfaltadas, e constatou, nessas circunstâncias, boa performance geral (dirigibilidade e conforto), com desempenho mais para o familiar do que para o esportivo. Na aparência, o Sorento se insinua mais arrojado do que realmente é — pelo menos quando equipado com o motor de 2,4 litros. Não que o desempenho seja ruim; pelo contrário, é muito bom. Mas não é esportivo.

Os bancos — macios sem serem moles, firmes sem serem duros — são envolventes e confortáveis, oferecendo a primeira boa condição para uma dirigibilidade segura e agradável. O volante da direção de três raios tem maior espessura do que o normal, e o quadro de instrumentos, dividido em três cilindros bem posicionados à frente do motorista, oferece ergonomia perfeita.

CONTRA QUEM É O JOGO

Para Luis Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, o mercado está em alta para todos os segmentos, inclusive o dos SUVs. Enquanto as vendas globais da Kia aumentaram 44% no primeiro quadrimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior, no Brasil o aumento de vendas de modelos da marca foi de 219%. Só de Sorento, foram vendidas 1.559 unidades no ano passado, além de 7.900 Sportage, o menor SUV da marca (e “gêmeo” do Tucson).Entre os SUVs, a linha ascendente de vendas aponta 4,7% de participação no mercado como um todo em 2007, subindo para 5,5% em 2008, 5,6% em 2009 e, apenas no primeiro quadrimestre deste ano, 6,2% de participação.Divididos entre pequenos, médios e grandes, na prática o segmento dos SUVs no Brasil mistura motorizações, tamanho e recursos eletrônicos, colocando modelos de diversas marcas em patamares semelhantes.Para a Kia, o novo Sorento vai enfrentar a concorrência direta do Chevrolet Captiva (preços a partir de R$ 87.425), Jeep Cherokee Sport (a partir de R$ 117.900), Volkswagen Tiguan (a partir de R$ 124.190), BMW X3 (R$ 180.000), Land Rover Freelander (R$ 115.900), Ford Edge (R$ 129.000), Hyundai Santa Fé (R$ 110.00) e Dodge Journey (R$ 99.900). Embora não constando da lista da Kia, há ainda os Mitsubishi Outlander (R$ 99.990) e Pajero Sport (R$ 106.990), Subaru Forester (R$ 82.000) e Suzuki Grand Vitara (R$ 83.090).Lançada mundialmente em 2002, desde então a linha Sorento já vendeu quase 900 mil unidades. Com a nova versão, a Kia tem produto e preço para enfrentar a concorrência em pé de igualdade. Resta ao consumidor avaliar detalhadamente os recursos que cada modelo oferece, já que a tração 4×4, linha divisória entre os SUVs mais afoitos e os mais discretos, nem sempre está presente.

PREÇOS DO SORENTOEX 2.4, 5 lugares, 4×2: R$ 96.900
EX 2.4, 7 lugares, 4×2: R$ 115.900
EX 2.4, 7 lugares, 4×4: R$ 120.900
EX 3.5, 7 lugares, 4×2: R$ 119.900
EX 3.5, 7 lugares, 4×4: R$ 124.900

O painel tem iluminação branca e visor digital que informa consumo médio e instantâneo, nível de combustível, velocidade média, temperatura do motor, dois hodômetros e luzes-aviso de portas abertas. O excesso de plástico tanto no console central quando nas forrações laterais inibe um pouco a sensação de luxo, mas todos os instrumentos cumprem bem suas funções: comandos intuitivos acionam aquecimento, ventilação, controle de áudio e entradas auxiliares e sistema de áudio com quatro alto-falantes e dois tweeters, com MP3, USB e conexão para iPod. Tudo que se pode desejar num automóvel de segmentos mais altos.

SILÊNCIO A BORDO
Assim, rodeado de tantos recursos, a atenção demora um pouco a se voltar para o desempenho propriamente dito. Degustada a agradável posição de dirigir, o que se faz notar em seguida é o baixíssimo nível de ruído interno, mesmo em velocidades acima de 120 km/h e em rotações mais altas.

A Kia explica: assim como o motor V6, este quatro cilindros em linha (chamado Theta II) é equipado com componentes eletrônicos e de baixo atrito, incluindo uma corrente de comando mais silenciosa e catalisador integrado no sistema de escape. Mais refinado e silencioso, este propulsor otimiza o consumo de combustível e diminui o nível de emissões de poluentes. 

Trata-se de um DOHC de 2.349 cm³ de cilindrada, quatro válvulas por cilindro, construído em alumínio. Segundo a Kia, com esse motor o Sorento acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e atinge 190 km/h de velocidade máxima. Durante o percurso de avaliação, o computador de bordo do nosso Sorento acusou consumo de 7,5 km/l.

O silêncio interno deve-se não somente ao baixo nível de ruídos e trepidações produzidos pelo motor, como também pelo desempenho do câmbio, automático seqüencial de seis velocidades, com opção de trocas manuais, e em parte devido às suspensões independentes nas quatro rodas, do tipo McPherson na dianteira e multlink na traseira.

ELE É DÓCIL
Como é característico num SUV, o Sorento também é alto (1,71 metro) e tem boa distância livre do solo (18,4 cm). Mesmo com tração 4×2 dianteira, é capaz de trafegar bem tanto por estradas asfaltadas quanto de terra. Para otimizar o uso a suspensão foi reduzida em 1 cm e, graças à nova estrutura em monobloco (o Sorento anterior tinha carroceria fixada sobre chassi), o centro de gravidade também foi rebaixado em 5,4 com, o que em tese deve melhorar a estabilidade em curvas e proporcionar melhor distribuição de peso — a qual, dependendo da versão, varia de 58% e 42% a 59% e 41% entre frente e traseira. Excelente para um veículo desse porte.

Com essas alterações, a própria Kia admite estar focando o tratamento — tecnológico e de marketing — do Sorento para situações mais on do que off-road. De fato, o modelo comportou-se como um dócil carro familiar de segmento superior durante a avaliação, com acelerações suaves e silenciosas, obedecendo a um longo escalonamento de marchas quando conduzido no modo automático, comportamento que pode ser um pouco (mas só um pouco) dinamizado quando utilizando o câmbio no modo de trocas manuais.

Embora pouco exigida, a direção hidráulica mostrou reações rápidas e precisas. O Sorento usa sistema progressivo sensível à velocidade; dessa forma, é possível “sentir” o veículo em qualquer patamar de velocidade.

Por UOL Carros
Editado Por Fabio Weslley
Equipe Acelera Mente
 
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 Palio ganha edição especial na Argentina
 Modelo, que será feito no Brasil, utilizará a base do Palio ELX 1.4 com novidades no visual
O com objetivo de atrair o público jovem na Argentina, a Fiat vai lançar uma edição especial do Palio denominada Groove que, utilizando a base da versão ELX 1.4, será produzida no Brasil em Betim, Minas Gerais.

Entre as novidades do modelo estão faróis e lanternas com máscara negra e grade frontal, retrovisores e spoilers na cor preta. Há ainda roda de liga leve de 14 polegadas, faróis de neblina e saias laterais. A edição especial do Palio conta com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, alarme e volante com revestimento de couro. No quesito entretenimento o Groove oferece rádio/MP3/CD Player/USB/Bluetooth. O modelo estará disponível nas cores prata, cinza, vermelha e preta.

Por UOL Carros
Editado Por Fabio Weslley
Equipe Acelera Mente  
 
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Ford Fiesta passa por reforma visual e parte de R$ 29.900
 
 
O Fiesta, carro mais vendido da Ford no Brasil, acaba de passar por uma reestilização. Tanto no hatch quanto no sedã, as principais mudanças foram na dianteira. Tratado pela Ford como Novo Fiesta, nome que pode gerar confusão quando a sexta geração — à venda na Europa — chegar por aqui, o compacto parte de R$ 29.900 com carroceria dois-volumes e motor 1.0. Na outra ponta dos preços está o sedã com motor 1.6 e todos os pacotes de equipamentos: R$ 44.810.

O Novo Fiesta, ao contrário do que se previa, não adotou o visual do indiano Figo. Em vez disso, os designers da Ford optaram por modernizar o conjunto óptico (cujo novo formato é difícil de descrever) e rebaixar e redesenhar a grade dianteira, agora com linhas trapezoidais semelhantes à do Focus. Mais acima, uma régua plástica na cor cinza arremata o capô do motor. Tais soluções mudaram radicalmente a cara do Fiesta em relação àquela adquirida em 2007, quando o modelo sofreu um facelift relativamente suave, mas muito eficiente. Como há três anos, a traseira do hatch não mudou. O sedã, por sua vez, continua confundível, se visto por trás, com o Focus — mas ganhou um toque de Fusion 2009 nas lanternas, que têm acabamento cromado.

O recheio do Fiesta é um de seus principais apelos de venda, embora o marketing da Ford afirme que o consumidor gosta principalmente do visual do modelo. De série, o Fiesta sai da fábrica de Camaçari (BA), inaugurada por ele em 2002, com travas elétricas, controle remoto com abertura das portas e do porta-malas e botão localizador, alarme perimétrico, travamento automático das portas a 15 km/h, abertura elétrica do porta-malas por meio de botão no painel, ajuste de altura no banco do motorista, luz de cortesia com temporizador, alerta de manutenção programada, conta-giros, relógio digital, aviso sonoro de faróis acesos, espelho de cortesia para o passageiro, aquecedor, desembaçador traseiro e iluminação no porta-luvas e no porta-malas, entre outros itens.

A Ford optou por apresentar o Fiesta em duas versões, a Fly (básica, com o conteúdo citado acima) e a Pulse (com acabamento diferenciado e alguns extras, como computador de bordo e faróis de neblina). Ambas são incrementáveis com o kit Class, que nada mais é que ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos, por R$ 5.250. Isoladamente, o ar custa R$ 2.800. Para reforçar a segurança, por R$ 2.000 o comprador pode levar dois airbags frontais e sistema ABS (antitravamento) nos freios.

Sob o capô do Fiesta foram mantidos os motores RoCam 1.0 e 1.6, bicombustíveis, com potência de 69/72 cavalos e 101/106 cavalos (gasolina/etanol), respectivamente. O torque de cada propulsor com etanol chega a 9 kgfm e 15 kgfm.

A lista de preços do Novo Fiesta é a seguinte:

Fiesta hatch 1.0 Fly – R$ 29.900 
Fiesta hatch 1.0 Pulse – R$ 31.500
Fiesta sedã 1.0 Fly – R$ 33.500
Fiesta sedã 1.0 Pulse – R$ 35.150 
Fiesta hatch 1.6 Fly – R$ 32.300
Fiesta hatch 1.6 Pulse – R$ 33.905
Fiesta sedã 1.6 Fly – R$ 35.950
Fiesta sedã 1.6 Pulse – R$ 37.560

UOL Carros teve de fazer contas para chegar a esses valores, já que os preços de algumas das versões foram divulgados somente com pacotes de equipamentos incluídos.

PRIMEIRAS IMPRESSÕES
O test-drive do Novo Fiesta oferecido pela Ford nesta quinta-feira, em Buenos Aires e arredores, foi relativamente curto, mas devido ao trânsito complicado da capital argentina pelo menos foi possível familiarizar-se bem com a cabine. O carro era um hatch 1.6 versão Pulse com pacote Class — ou seja, completo.

O acabamento do Fiesta é simples. É visível o esforço da Ford para caprichar no aspecto dos materiais e na forração das partes, mas mesmo assim sobram parafusos aparentes e plásticos duros. O painel ficou mais legível com o sistema “always on” (iluminação sempre ligada) e o novo grafismo. De um modo geral, a sensação é de razoável espaço.

A Ford fez questão de dizer que trabalhou bastante para reduzir o barulho no interior do Fiesta, fazendo ajustes nas fixações e nas peças. De fato, com o carro em trânsito, não notamos nada de anormal — mas o manuseio de algumas peças, como as alavancas para ajustes dos bancos dianteiros, é desagradavelmente ruidoso.

Graças à regulagem de altura do assento, a posição de dirigir é boa (mas o volante é fixo). Uma ressalva deve ser feita aos retrovisores externos, que são estreitos e limitam a visibilidade. Nada que chegue a afetar a segurança.

Além de “vestir” bem o motorista, o Fiesta experimentado mostrou-se bem acertado em termos de direção e suspensão. No geral, ele é mais firme que a média dos carros compactos disponíveis no mercado brasileiro, o que resulta em maior precisão na condução. O pedal da embreagem pareceu um pouco alto, mas seu acionamento é macio. Trafegamos apenas em ruas e avenidas bem pavimentadas, nas quais a suspensão garantiu o conforto aos ocupantes do Fiesta.

O motor RoCam 1.6 é cumpridor, mas não se deve esperar dele um show de desempenho. Segundo a Ford, com etanol ele consegue levar o carro a até 170 km/h, e da imobilidade aos 100 km/h em 12 segundos. O consumo, também com etanol e também de acordo com a montadora, fica na faixa de 7,6 km/litro.

 
Por Portal UOL
 
Editado Por Fabio Weslley
 
Equipe Acelera Mente
 
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Cledorvino Belini assume a presidência da Anfavea afirmando que entidades do setor automotivo devem coordenar esforços


O presidente do Grupo Fiat para a América Latina, Cledorvino Belini, assumiu o posto de presidente da Anfavea, entidade que reúne os fabricantes de veículos no Brasil, mostrando-se otimista com o mercado, mas nem por isso satisfeito. Tanto que ele acredita que o Brasil precisa de um “choque de competitividade“. Para ele, o atual momento de prosperidade da indústria automotiva brasileira é a chance para que o Brasil se consolide como um “ player ” importante no cenário internacional, mas é preciso trabalhar para melhorar a indústria nacional. ” O Brasil não tem escala. São 25 marcas brigando por um espaço enquanto espera o mercado crescer. A média do volume de produção para cada marca é muito pequeno “, argumenta.

Para Belini, o maior entrave é o real supervalorizado, que reduz a capacidade de exportação da produção nacional e facilita a internalização de produtos estrangeiros. Tanto que de cinco anos para cá, as exportações brasileiras caíram à metade – foram 900 mil unidades em 2005 e 475 mil em 2009. “S omos o quinto maior mercado do mundo e podemos virar o quarto maior ainda este ano. Mas o problema é que somos apenas o sexto maior produtor de veículos “. Durante o triênio 2010-2012, em que vai estar à frente da entidade, há uma previsão de investimentos na produção da ordem de US$ 11,2 bilhões, cerca de R$ 19 bilhões. Quase 40% mais que no triênio anterior, de 2007 a 2009, que ficou com US$ 8,1 bilhões, ou R$ 13,5 bilhões, aproximadamente.

Mesmo com o aumento de investimento, provocado pela mudança no eixo mundial de consumo de automóveis – que cai nos países ricos e aumenta nos países emergentes -, o Brasil, na visão de Belini, precisaria coordenar melhor os esforços dos vários setores da cadeira produtiva. Desde produtores de aço e de autopeças até as montadoras. Segundo ele, o Brasil teria maior facilidade de melhorar sua competitividade pois tem a vantagem de ser o país com melhor desenvolvimento em engenharia e pesquisa do BRIC – designação dada para Brasil, Rússia, Índia e China, considerados países com as economias emergentes mais fortes – se bem que a Rússia, afetada pela crise europeia, já ameaça “ r achar ” a unidade desse bloco.

Já em relação a outros vários temas espinhosos, o novo presidente da Anfavea preferiu reproduzir o discurso que já vem sendo defendido pela entidade há alguns anos. Caso de considerar o carro elétrico uma realidade distante. ” Temos uma ótima matriz energética com o etanol. Estamos à frente dos outros países em relação a emissões “, argumentou. Em relação à onda de recalls por que passa o mercado brasileiro, Belini não reconhece que está havendo um aumento acentuado de ocorrências nem que as montadoras resistam à ideia de convocar os proprietários. Escapoliu com a frase ” recall é uma questão de respeito ao consumidor “.

Por Portal UOL
 
Editado Por Fabio Weslley
 
Equipe Acelera Mente
 
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Na Coreia do Sul, SsangYong mostra Korando C
A SsangYong vai levar ao Salão de Busan, na Coreia do Sul, o protótipo do Korando C. Na realidade, trata-se de uma evolução de outro conceito, o C200, revelado em 2009. Agora, porém, está quase pronto para ser produzido. Junto com ele, será mostrado Korando Pure EV, com propulsão elétrica.
 
 O Korando Pure EV (acima) tem visual mais futurista
Utilitário esportivo compacto, o Korando C tem linhas bem mais contidas do que as encontradas em outros modelos da SsangYong. O motor escolhido para o modelo é um 2.0 Turbodiesel, com 181 cv (cavalos) de potência e 36,8 kgfm de torque máximo.

Já o Pure EV está um pouco mais distante da linha de produção. Seu traços são ligeiramente diferentes das do Korando C, principalmente na dianteira. De acordo com a SsangYong, o EV pode rodar até 180 quilômetros com a carga de suas baterias e atinge 150 km/h de velocidade máxima.

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

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Ford lucra US$ 2 bilhões no trimestre e já fala em terminar bem 2010

A Ford lucrou US$ 2,085 bilhões no primeiro trimestre do ano, frente a perda de US$ 1,4 bilhão registrada no mesmo período de 2009, e pela primeira vez assegurou que espera terminar 2010 com “lucro sólido”.

A fabricante de automóveis americana assinalou nesta terça-feira (27) que faturou mais de US$ 1,2 bilhão (contra US$ 637 milhões de perdas no mesmo período de 2009) na América do Norte e US$ 107 milhões (contra US$ 550 milhões de perdas em 2009) na Europa, após totalizar a receita de US$ 28,1 bilhões.

O presidente e executivo-chefe da Ford, Alan Mulally, afirmou em comunicado que “o plano está funcionando e o motor principal que produz nossos resultados (produtos, fração de mercado, receita e estrutura de custos) está rendendo cada vez melhor em cada trimestre, embora a economia e a demanda por veículos permaneça frágil”.

Por sua vez, Lewis Booth, diretor financeiro da empresa, declarou que “todas nossas operações (América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia Pacífico África e Ford Credit) não só foram rentáveis, mas tiveram resultados melhores do que um ano atrás”.

Ford disse que a dramática mudança dos resultados na América do Norte ocorreu graças à espetacular alta das vendas nos Estados Unidos, onde sua fração de mercado aumentou 2,7 pontos percentuais desde o início do ano e agora se situa em 16,6%. Nesta região, as receitas passaram de US$ 10 bilhões em 2009 para US$ 14,1 bilhões no mesmo período em 2010.

Na Europa, os lucros de US$ 107 milhões foram consequência do aumento das vendas e redução dos custos. A receita foi de US$ 7,7 bilhões (US$ 5,8 bilhões em 2009).

Ford controla agora 9,4% do mercado europeu e em março foi a marca que mais vendeu em 19 mercados europeus.

Na Ásia Pacífico e África, a Ford ganhou US$ 23 milhões, frente aos US$ 97 milhões de perdas no primeiro trimestre de 2009.

Ford Credit, o braço financeiro da empresa, terminou os três primeiros meses do ano com lucro de US$ 828 milhões (US$ 36 milhões de perdas em 2009).

BRASIL

Na América do Sul, a Ford registrou lucro de US$ 203 milhões (US$ 63 milhões em 2009) após registrar receita de US$ 2 bilhões (US$ 1,4 bilhão no mesmo período de 2009). Suas vendas aumentaram 14% na região e no Brasil foram vendidos 88 mil veículos, um recorde

Por Portal UOL
 
Editado Por Fabio Weslley
 
Equipe Acelera Mente
 
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Ferrari terá cinco novidades até 2015
 
Sucessora da mítica Enzo está nos planos da marca

O CEO do Grupo Fiat, Sergio Marchionne, anunciou que a Ferrari pretende lançar quatro novos modelos nos próximos três anos.

O executivo disse que o planejamento para o lançamento de produtos da Ferrari até 2015 será baseado na diversificação de produtos, com o intuito de atingir uma base maior de clientes em potencial.

Entre as novidades previstas para os próximos cinco anos, Marchionne antecipou que a substituta da 612 Scaglietti e a versão sem capota da 458 Italia chegam em 2011. A sucessora da 599 GTB será lançada em 2012, mesmo ano em que a Ferrari reserva sua maior surpresa: um novo superesportivo para substituir a Enzo. Em 2013, será a vez da California passar por uma reestilização.

Marchionne afirmou que, com os lançamentos, a Ferrari almeja um aumento em seus lucros e uma desejada estabilidade no volume de vendas.

A Fiat revelou as projeções de lucro somando os resultados de Ferrari e da Maserati – outra marca controlada pela empresa de Turim. A estimativa é que as marcas atinjam a cifra de 3,5 bilhões de euros em 2014.

Editado Italo Prata
Equipe Acelera Mente
 
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Marca italiana será relançada na América do Norte em 2010

A Chrysler vai desempenhar um papel fundamental nas pretensões da Fiat em relançar a Alfa Romeo na América do Norte.

A empresa norte-americana será responsável pela produção de novos carros da Alfa, que serão vendidos tanto na América do Norte quanto na Europa, conforme revelou o CEO do Grupo Fiat, Sergio Marchionne, nesta quarta-feira, 21 de abril.

O executivo se comprometeu a zelar pelo futuro da marca de Milão, que completa 100 anos em junho deste ano, mas passa por um momento de sucessivos prejuízos em todo o mundo.

Marchionne anunciou que a Alfa vai lançar sete novos modelos entre os anos de 2010 e 2014 e disse que a Fiat está determinada a transformar a montadora milanesa em uma “marca com uma gama completa de modelos Premium”.

Os modelos que serão fabricados pela Chrysler serão um SUV compacto baseado na plataforma do hatchback Giulietta e um utilitário esportivo grande, com porte semelhante ao Jeep Cherokee. A produção dos veículos está agendada para ter início em 2012 e 2014, respectivamente.

Dois crossovers – que mesclam características de vários segmentos – serão fabricados em duas das três plantas que a Chrysler pretende reequipar para a produção de modelos das marcas Chrysler, Dodge e Jeep. Todos eles vão aproveitar uma plataforma compacta que será fornecida pela Fiat.

Quanto aos outros produtos da Alfa nos EUA, a Fiat pretende comercializar um sedã e uma perua a partir de 2012. Os dois modelos levarão o nome Giulia e terão a missão de substituir o 159 na Europa. Ambos serão produzidos na Itália.

O mercado norte-americano também contará com uma versão de cinco portas do compacto MiTo, que atualmente é oferecido no mercado europeu com apenas três portas. Já o Giulietta, que será lançado no Velho Continente em maio de 2010, será vendido nos EUA apenas em 2014, após receber uma reestilização.

 Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br

Editado por: Ítalo Chapolim

Equipe Acelera Mente

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Mitsubishi anuncia Lancer Evo para julho

Mitsubishi anuncia Lancer Evo para julho

A MMC do Brasil, empresa que tem os direitos da marca Mitsubishi no País, anunciou oficialmente que vai importar o Lancer Evolution X. A versão esportiva do sedã prepara o terreno para a chegada do modelo nacional, sem data prevista.

O lendário Evo estará à venda a partir de julho com motor de 2,0 litros 16V turbo com 295 cv de potência. O torque máximo tem 37,3 kgfm. Acomplado ao motor vai um câmbio automatizado de seis velocidades e duas embreagens com trocas por borboletas atrás do volante.

Como um bom campeão de rali, o Lancer Evolution tem tração nas quatro rodas com calibração para asfalto, terra ou neve. Há ainda controle de frenagem separado para cada roda. Os aros são de 18 polegadas, calçados por pneus 245/40. O preço ficará em torno de R$ 200 mil.

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

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A8 tem versão alongada

Audi estreia o modelo no Salão de Pequim, na China

A Audi revelou uma versão de chassis longo do A8. O modelo cresceu 13,0 cm frente à versão normal, e conta com o motor 6.3 FSI W12. A estreia será no Salão de Pequim, que se iniciará no próximo dia 23 de abril. Com este modelo será também apresentado o 6.3 FSI W12 de 500 cv, que toma o lugar do anterior com motorização seis litros.

O A8 L mede 5,26 metros de comprimento, 1,46 m de altura – 2 cm a mais. A distância entre eixos também cresceu, neste caso 13,1 cm, para os 3,12 m, passando agora a contar com portas de maiores dimensões.

Mantendo as motorizações da versão “curta”, o A8 L estreia um 6.3 FSI W12 de 500 cv, assistido por um câmbio automático Tiptronic de oito velocidades. O zero a 100 km/h é feito em 4,9 segundos, enquanto a velocidade máxima é de 250 km/h de velocidade máxima, limitada eletronicamente. Já o consumo anunciado é de 8,3 km/l.

O A8 L possui tecnologia quattro, que envia até 60% de potência para as rodas traseiras e 40% para as dianteiras. Dependendo da situação, o eixo dianteiro pode receber até 60% de potência, enquanto a distribuição para o eixo traseiro pode ir até aos 80%.

 Por UOl Carros

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

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  JAC pode ter fábrica no Brasil

Executivos da marca estariam em negociações com grupo empresarial brasileiro

Crescem os rumores em torno de uma nova fábrica de marca chinesa no país. Desta vez é a JAC, que começa suas atividades comerciais no Brasil no segundo semestre e cujos modelos serão importados oficialmente pelo grupo SHC, de Sergio Habib, ex-presidente da Citroën do Brasil.

Fontes do mercado dizem que executivos da JAC estão no Brasil em negociações avançadas com o próprio representante oficial e com um outro grupo empresarial brasileiro de grande porte para montar uma fábrica no Estado do Rio de Janeiro. Modelos como o hatch J3 Sport – foto – poderiam ser montados na unidade em sistema CKD a partir de 2012. O presidente do Grupo SHC, Sergio Habib, contudo, garante que a informação não procede.

Por UOL Carros

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente  

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Vendas da Ford cresce por 10 meses seguidos e marca  vira líder do mercado europeu

 
 

A Ford acaba de divulgar os seus números de março na Europa. Segundo eles,  a marca norte-americana afirma ter assumido o posto de marca mais vendida no Velho Continente, com 192.500 unidades comercializadas. Este valor é 16,1% maior do que o registado em março de 2009 e foi obtido após 10 meses consecutivos de crescimento. Este registo garantiu para a Ford um share de mercado de 10,4%, mais 0,4% do que há um ano. 

O Ford Fiesta bateu o recorde europeu de vendas mensais de qualquer modelo Ford em um único mês na história, com 68.800 unidades vendidas em março. Focus e Ka registaram crescimentos de 23% e 27% em relação a março de 2009.

No acumulado do ano, a Ford permanece como a segunda marca mais vendida na Europa – perde da Volkswagen. Apesar de ter crescido 9,1% nos primeiros três meses de 2010, em comparação ao mesmo período de 2009, a participação de mercado no trimestre ficou em 9,4%, igual número obtido no ano passado.

 

Por Portal UOL
Editado Por Fabio Weslley
 
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VW revela nova versão da minivan Touran
 
Automóvel ganha contornos da nova identidade visual da marca

A Volkswagen revelou a nova versão reestilizada da Touran, minivan comercializada lá fora que agora se adequou a nova identidade visual da marca.

Os faróis e a dianteira se assemelham ao novo Pólo, primeiro carro da montadora a ter o design renovado. Além disso, a grade e o pára-choque foram redesenhados.

Na traseira, luzes LED ao lado das portas foram implementadas e o carro conta com lanternas reestilizadas. Já na lateral, frisos marcam as portas da frente e de trás.

No interior, o volante e o console também foram redesenhados. Novas iluminações e um display eletrônico também fazem parte do Touran.

Além disso, a terceira fila de bancos pode ser dobrada e oferece uma capacidade de 695 litros de bagagem no porta-malas. Se os bancos do centro forem abaixados, o compartimento aumenta para 1.913 litros.

A grande novidade fica por conta do motor diesel TDI BlueMotion, que promete um consumo médio de até 21 km/l. Além disso, o proprietário pode escolher duas versões de motor a gasolina, 1.2 e 1.4 TSI com 122 cv e 170 cv.

A minivan será apresentada no Salão de Leipzig, na Alemanha, e as vendas iniciam no mês de setembro, com preços a partir de US$ 25.000. A fabricante não tem planos de trazer a minivan para o Brasil.

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br

Editado por: Ítalo Chapolim

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GM confirma lançamento do Malibu no Brasil para maio

Automóvel vai preencher a lacuna entre o Vectra e o Omega

 

A GM confirmou o lançamento do Chevrolet Malibu para os dias 16 a 19 de maio no Brasil. O modelo chega para fazer frente ao Jetta, da Volkswagen, e o Fusion, da Ford.

O Malibu já roda com alguma camuflagem no Brasil no período de adaptação e ajustes. O automóvel será importado, mesmo com o aumento da alíquota para 50% com retaliação comercial para carros vindos dos Estados Unidos.

A fabricante ainda não divulgou as versões nem os motores do Malibu. O objetivo da montadora é ter um carro entre o Vectra e o Omega.

Antes do aumento da alíquota, o preço estimado do Malibu era de R$ 90 a R$ 100 mil.

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br

Editado por: Ítalo Chapolim

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Mille 2011 já aparece no site da Fiat

Modelo ganhou novos opcionais; preço básico é de R$ 24.170

Enquanto o Novo Uno não chega às ruas brasileiras, a Fiat já vende a linha 2011 do Mille com novos opcionais.

A maior novidade entre os itens vendidos à parte são os kits Sound, que, como o próprio nome diz, oferece acessórios para a sonorização do carro. São quatro pacotes, sendo que o mais acessível deles – vendido a 334 reais – oferece alto-falantes traseiros, tweeter e subwoofer.

Já o kit mais caro, que pode ser adquirido por 1.931 reais, adiciona rádio CD Player com reprodução de arquivos em MP3 e o Kit Concept, que possui itens como vidros elétricos dianteiros, travas elétricas e apoios de cabeça no banco traseiro.

O preço básico do Mille Economy 2011, que não será aposentado com o lançamento do Novo Uno, é de 24.170 reais para o modelo com duas portas e 25.970 reais no caso do quatro portas.

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br

Editado por: Ítalo Chapolim

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Land Rover bate seu recorde no ano do ‘quarentão’ Range Rover

A Land Rover cresceu no Brasil 54%, emplacando 1.173 veículos, na comparação do 1º trimestre deste ano com o de 2009. A marca, segundo informações da montadora, superou a média global de seu crescimento, que foi de 36,2%. O resultado brasileiro da montadora britânica, que hoje pertence à Tata Motors (Índia), superou até o da China (avanço de 36%) — mas perdeu para o da Coreia do Sul (100%).

Ainda segundo a Land Rover, o último mês de março — recorde da indústria nacional — também foi seu melhor mês por aqui, com crescimento de 21% em relação a setembro de 2008, o recorde mensal anterior. No geral, o Brasil é o sétimo maior mercado da Land Rover no planeta.

Esses números são mais importantes para a empresa porque 2010 marca o 40º aniversário da linha Range Rover. Um evento comemorativo em São Paulo, com alguma participação do público (provavelmente limitada a convidados), deve ser anunciado nos próximos dias.

O modelo Freelander 2 é o Land Rover líder de vendas no Brasil, com mais de 50% do total de emplacamentos. Já o Discovery 4 vem em segundo, com aproximadamente 30%; depois vem a linha Range Rover (Range Rover Sport e Range Rover Vogue), cujo volume não foi divulgado. Fechando o portfólio está o Defender, voltado para o público jipeiro.

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Editado Por Fabio Weslley

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Março termina com recorde histórico e alta de quase 60% na venda de carros

 

e representa os distribuidores de veículos) havia divulgado dados preliminares sobre a venda de automóveis novos no mês de março e esperava um avanço superior a 45% em relação a fevereiro. Com os números fechados e a conta definitiva do último mês com IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido, porém, o recorde foi o maior mensal de todos os tempos: 50,78% de aumento considerando carros, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários, ou 59,6% considerando apenas carros e comerciais leves, principal filão do mercado automotivo nacional.

Em números absolutos, foram vendidas e emplacadas 337.381 mil unidades de automóveis de passeio e veículos comerciais leves — 59,61% acima do total de vendas de fevereiro (211.375 unidades) e 29,27% a mais na comparação com março de 2009 (260.995 unidades). No acumulado do ano, já foram emplacados 750.500 carros e comerciais leves.Considerando todos os tipos de transporte, foram vendidas 526.875 unidades no mês, contra 349.444 em fevereiro e 418.588 em março de 2009 — no ano de 2010, são 1.219.100 automóveis.

O recorde anterior de venda mensal de carros havia sido estabelecido em setembro último, com vendas de 296.652 unidades e um total de 308.718 veículos incluindo ônibus e caminhões.

De acordo com dados divulgados pela agência Reuters, a média diária de vendas em março foi de 14.673 unidades, com pico de 30,5 mil automóveis e comerciais leves


MONTADORAS

Com tanto carro vendido, teremos divulgação de números recordes por parte de quase todas as montadoras. A Volkswagen se adiantou ao assumir publicamente a liderança do segmento de carros, mas com as contas fechadas e divulgadas pela Fenabrave, a Fiat segue líder do mercado com 21,82% de participação (73.618 unidades) no mês e 22,3% no ano (167.528 unidades de janeiro a março).

A GM é a segunda (20,76% ou 70.031 unidades), com Volkswagem em terceiro (20,59% para 69.471 unidades), Ford em quarto (10,76% e 36.313 unidades), Renault na quinta posição (4,91% com 16.572 unidades), Honda em sexto (4,4% e 14.835 unidades) e Hyundai em sétimo (3,24% ou 10.939 unidades).

MAIS VENDIDOS
Considerando o total de 337.381 mil carros e comerciais leves emplacados, o consumidor comprou 154.125 unidades equipadas com os populares motores de 1,0 litro, 161.289 unidades com blocos maiores, entre 1,0 e 2,0 litros, e 21.967 unidades com motores com capacidade acima dos 2,0 litros.

O modelo mais vendido no país segue sendo o hatch Volkswagen Gol, com 29.343 unidades emplacadas em março e um total de 63.221 unidades desde janeiro. Na corrida para aproveitar o IPI menor e os descontos na rede concessionária, o compacto Chevrolet Celta ficou na segunda colocação, com 19.944 unidades no mês, desbancando os habituais vice-líderes Palio e Mille, ambos da Fiat, que desta vez ficaram apenas em terceiro e quarto lugares. O renovado Volkswagen Fox foi o quinto mais vendido, enquanto o sedã compacto Chevrolet Corsa, às vésperas da mudança, ficou apenas em sétimo, embora tenha ganho posições em relação a fevereiro. O primeiro médio a aparecer na lista dos mais vendidos é o sedã Toyota Corolla, em 15º, com 5.761 unidades.

Confira a listagem com os 15 modelos mais vendidos no mês, considerando carros e veículos comerciais leves (entre parênteses, o total acumulado de vendas no ano, de janeiro a março):

1. Volkswagen Gol – 29.343 unidades (63.221 unidades no ano)
2. Chevrolet Celta – 19.994 (38.881)
3. Fiat Palio – 18.365 (39.635)
4. Fiat Mille – 16.013 (36.617)
5. Volkswagen Fox/CrossFox – 15.075 (30.781)
6. Fiat Siena – 12.913 (31.209)
7. Chevrolet Corsa sedã/Classic – 12.332 (26.158)
8. Ford Fiesta – 10.907 (22.545)
9. Fiat Strada – 10.181 (24.247)
10. Ford Ka – 10.112 (23.889)
11. Volkswagen Voyage – 8.339 (17.918)
12. Chevrolet Prisma – 7.981 (17.089)
13. Renault Sandero – 7.642 (15.708)
14. Honda Fit – 5.950 (12.050)
15. Toyota Corolla – 5.761 (12.731)

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Editado Por Fabio Weslley

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Anfavea espera recuo nas vendas de carros em abril e maio

Após bater recordes de vendas e de produção em março, o mercado brasileiro de veículos passará por um período de acomodação em abril e maio, com média diária de vendas recuando cerca de 17% na comparação com o mês passado, afirmou nesta quarta-feira (7) o presidente da associação de montadoras, a Anfavea. “Haverá um efeito de acomodação na segunda quinzena de abril que pode se estender até maio”, afirmou Jackson Schneider em sua última entrevista coletiva como presidente da Anfavea — ele será substituído pelo presidente da Fiat para a América Latina, Cledorvino Belini.

A média diária de venda em março bateu recorde histórico, registrando 15.380 veículos emplacados, 24,7% acima do verificado um ano antes, impulsionada pela correria dos consumidores interessados em aproveitar os últimos dias do desconto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Tal movimentação “é muito difícil” de ser alcançada novamente, afirmou Schneider, considerando que nos próximos meses a média diária de vendas poderá ficar entre 13 mil e 14 mil veículos. Já abril, por causa do feriado da Páscoa após o recorde de março, deverá ter um nível de cerca de 12.800 unidades diárias, afirmou o representante.

Diante do recorde de vendas de 353,7 mil veículos em março, os estoques da indústria encerraram em 18 dias, nível considerado baixo pela Anfavea, o que deve ajudar a evitar uma queda mais brusca da produção em abril. “Agora a tendência é de recuperação para o nível normal de cerca de 26 dias [de estoque]”, afirmou Schneider.

A produção também deve receber apoio das exportações, que em março subiram 9,4% sobre fevereiro, para cerca de 58 mil unidades, compondo um salto de 83% no primeiro trimestre sobre o mesmo período de 2009. “A Argentina tem recuperado muito fortemente (as compras de veículos do Brasil) e o México começou a se recuperar também. Outros países estão voltando, e a economia norte-americana está mostrando um retorno”, disse o executivo.

O Brasil produziu 331 mil veículos em março, recorde histórico e volume 32,5% maior que o fabricado em fevereiro e 20,3% acima do registrado um ano antes.

Segundo Schneider, a expectativa de fim do desconto do IPI colaborou para criar um efeito de alta demanda no mês, mas também “a confiança do consumidor está muito forte e há uma expectativa muito positiva” para o desempenho do setor este ano, que deve marcar o quarto recorde consecutivo de vendas. A previsão da Anfavea é de alta de 8,2% nos licenciamentos de veículos em 2010, para cerca de 3,4 milhões. O resultado do setor no início deste ano também foi positivo do ponto de vista do índice de inadimplência de financiamentos. A taxa recuou em fevereiro, pelo oitavo mês consecutivo, para 4,2%, segundo a Anfavea.

Mas a entidade sinaliza com risco de aumento “importante” de custos das montadoras nos próximos meses, gerado pela alta do preço do minério de ferro, que trará “impactos nos custos do aço”, afirmou Schneider, sem precisar quanto, ou quando, eventuais aumentos de preços dos veículos poderão ocorrer.

MONTADORAS
A Fiat manteve a liderança no mercado em março, vendendo 73.615 automóveis e comerciais leves, uma alta de 51,2% sobre fevereiro. A GM veio em seguida, com 70.037 unidades comercializadas, aumento de 65,5%. A Volkswagen vendeu 69.711 automóveis e comerciais leves em março, um avanço de 60,8% mês a mês, e a Ford vendeu 36.303 unidades, alta de 55,2%

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

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VW celebra 30 anos do Gol e mostra carro exclusivo

Evento em SP terá shows musicais e carros antigos

A Volkswagen do Brasil vai realizar no próximo sábado, 10 de abril, um grande evento em comemoração aos 30 anos de fabricação do Gol.

O Gol Fest contará com exposição de modelos antigos e personalizados, apresentações de acrobacias sobre rodas, concurso de bandas, atrações para crianças e mulheres e um show da banda Titãs.

Outra atração será o Gol Vintage, que foi personalizado pela própria marca em parceria com a marca de instrumentos musicais Tagima.

ém do visual exclusivo – realçado pelas faixas pretas que contrastam com a pintura branca -, o modelo possui amplificadores instalados no porta-malas, que vão reproduzir o som que sairá de duas guitarras igualmente personalizadas.

A montadora vai organizar também um feirão de veículos zero quilômetro e oferecerá estacionamento exclusivo para todos os proprietários de Gol. O evento começará às 9h e a entrada é gratuita.

Gol Fest
Local: Sambódromo do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo)
Horário: das 9h às 19h (entrada de visitantes permitida até às 17h)
Entrada franca pelo portão 19

 Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br

Editado por: Ítalo Prata

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Unidades do Fiat 500 Abarth dentro da Fiat, e interior do Bravo de testes

 Exclusivo: Unidades do Fiat 500 Abarth dentro da Fiat, e interior do Bravo de testes

Fotos de unidades do Fiat 500 Abarth, dentro das dependências da Fiat.

Além disso, temos fotos do Bravo em testes, inclusive do interior do modelo, mostrando detalhes de seu painel. Primeiramente falando do Fiat 500 Abarth, se tratam de duas unidades, um vermelho e outro pintado de um azul bem escuro, quase preto.

 Exclusivo: Unidades do Fiat 500 Abarth dentro da Fiat, e interior do Bravo de testes

Eles estão cobertos com um plástico branco em algumas partes. O interior fotografado é da unidade vermelha. Vemos que o painel tem partes vermelhas, combinando com o exterior, e o acabamento mostra ser de muito boa qualidade.

 Exclusivo: Unidades do Fiat 500 Abarth dentro da Fiat, e interior do Bravo de testes

Fonte: www.noticiasautomotivas.com.br

Editado por: Ítalo Prata

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Chinesa Lifan promete estrear em maio com sedã e hatch

O Lifan Group anunciou nesta terça-feira (6) o início de suas operações comerciais no Brasil. Trata-se de uma montadora chinesa fundada em 1992, e que ainda vende mais motocicletas e produtos de força (geradores e motores em geral) do que carros. Por aqui, será representada pelo grupo Ever Electric, o mesmo da sino-uruguaia Effa.

De acordo com as informações oficiais, os dois primeiros modelos a serem lançados no Brasil serão o hatchback 320 (com motor 1.3), considerado uma espécie de clone do Mini Cooper, e o sedã 620 (motor 1.6), de aspecto bastante convencional. As vendas podem começar já em maio. Os dois carros, segundo a assessoria da Lifan, possuem pacote de equipamentos que inclui ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e duplo airbag. Os preços não foram divulgados.

A montadora produz também o 520, disponível em carroceria dois e três-volumes, e deve lançar em breve um utilitário esportivo, cujo nome ainda não foi revelado. Por ora, não há previsão de que esses outros modelos possam ser vendidos por aqui.

O anúncio da chegada da Lifan pegou o mercado de surpresa. As principais marcas chinesas aguardadas para este ano eram a Great Wall e a JAC, esta com metas nada modestas — seu presidente no Brasil, Sérgio Habib (ex-Citroën), quer emplacar nada menos que 30 mil carros já no primeiro ano de operações verde-amarelas. 

A Lifan se autodenomina a terceira maior fabricante de motos da China, possui licença para fazer negócios com o exterior desde 1998 e, de acordo com informações de seu site, hoje tem seus produtos vendidos em cerca de 160 países. Em 2006 fez o lançamento “global” do modelo 520 — em novembro do ano passado, a Lifan comemorava um acordo com uma empresa do Iraque para a venda de um grande lote desse carro, para ser usado como táxi em Bagdá e outras cidades daquele país. A Lifan fabrica, também, uma gama de caminhões e ônibus.

O foco terceiromundista (ou emergente) da Lifan fica evidente quando se nota que, além de suas unidades nacionais, ela fabrica motocicletas na Tailândia, na Turquia e no Vietnã — ou quando sua assessoria de comunicação comemora a participação da marca num salão de automóveis no Sudão (um dos países mais conturbados da África).

Por Portal UOL

Editado Por Italo Luna

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