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Archive for the ‘Dicas de Segurança’ Category

MV Agusta F3 Serie Oro e F4 RR Corsa Corta serão vendidas no Brasil

Os grandes destaques da MV Agusta no Salão de Milão (ITA), EICMA 2011, foram a esportiva F3 e a naked Brutale 675, ambas equipadas com motores de três cilindros em linha com 675 cc de capacidade cúbica. Mas nos bastidores da maior feira de motocicletas do mundo a marca de Varese e a brasileira Dafra anunciaram que a F3 Serie Oro e a F4 RR Corsa Corta serão importadas com preços de R$ 170 mil e R$ 150 mil, respectivamente. Ou seja, peças de colecionadores.

A F3 Serie Oro é limitada a 200 unidades

“Inicialmente começaríamos as importações apenas da Serie Oro, já que tínhamos alguns clientes brasileiros nos procurando para adquirir a motocicleta. Mas, também recebemos pedidos de interessados na F4 RR Corsa Corta. Por isso, decidimos comercializar ambos os modelos”, explica Marcus Vinícius S. Santos, gerente da MV Agusta Brasil, dizendo que os  modelos chegam ao país em fevereiro de 2012 em edições limitadas.

Com edição limitada em 200 unidades, a esportiva F3 Serie Oro está equipada com motor três cilindros de 675cc de capacidade pública, além de peças em fibra de carbono, suspensão e amortecedor de direção Öhlins, pinças dianteiras em monobloco, pedaleiras do piloto ajustáveis, banco em couro e placa de identificação em ouro, constando o número de série da motocicleta. Além disso, o novo proprietário da F3 Serie Oro recebe um kit especial, que remete aos três pistões do motor que a equipa, contendo a chave e o certificado de autenticidade. Preço: R$ 170 mil.

O certificado do proprietário da F3 Serie Oro foi inspirado no motor tricilíndrico que a equipa

Já a versão da supersportiva F4, a RR Corsa Corta conta com propulsor de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e 998 cm3 de capacidade cúbica, que gera 201 cv a 13.400 rpm potência máxima de. Com esse desempenho, a F4 RR Corsa Corta é uma das poucas motocicletas do mundo a contar com um motor de mais 200 cv. O preço sugerido será de R$ 150 mil

Por Fabio Marquiseli

Editado Acelera Mente

Materia UOL Motos 

Acessem http://www.seligaregiao.com.br 

 

Atenção! Recall na BMW em diversos modelos

A BMW Motorrad Brasil convocou nesta segunda feira (19 de Abril de 2010), os proprietários das seguintes motocicletas listadas abaixo, para efetuarem a substituição, caso necessário, do interruptor de emergência (corta-corrente, mata-motor). Os proprietários devem entrar em contato com a rede de concessionárias para agendar a vistoria.

K 1300 R, K 1300 S, K 1300 GT e F 800 R

A BMW do Brasil convoca os proprietários de motocicletas BMW modelos K 1300 R, K 1300 S, K 1300 GT e F 800 R com data de fabricação compreendida entre Novembro de 2008 e Junho de 2009 e chassis nºs ZS42694 a ZS42696, ZV65265 a ZV68555, ZV77278 a ZV79691 e ZW00176 a ZW02875 a entrar em contato com uma concessionária autorizada mais próxima para agendar uma verificação e, se necessário, a substituição do interruptor de emergência da moto.
Tal medida se dá em razão da possibilidade de ativação involuntária da função do interruptor de emergência, o que pode conduzir ao desligamento do motor da motocicleta, podendo assim, ocasionar acidente e danos físicos aos ocupantes da moto.
Essa é uma ação corretiva que visa garantir a confiabilidade, o conforto e a segurança dos clientes BMW.
O tempo gasto na realização deste serviço é de aproximadamente 1 (uma) hora, e não representa nenhum custo para o cliente.

Agradecemos sua atenção. Mais informações poderão ser obtidas pelo telefone 0800 707 3578,
de 2ª a 6ª-feira, das 9 às 16 horas.

BMW do Brasil Ltda.

R 1200 GS e R 1200 GS Adventure

A BMW do Brasil convoca os proprietários de motocicletas BMW modelos R 1200 GS e R 1200 GS Adventure, fabricados entre agosto de 2006 e março de 2008 e chassis nºs ZN95548 a ZN99864, ZS93211 a ZS99808 e ZU06313 a ZU99376 a comparecerem em uma concessionária autorizada para que seja feita a verificação e, se necessária, a substituição do sistema eletrônico da bomba de combustível.

Esta medida preventiva evita a possibilidade de entrada de água no sistema eletrônico da bomba de combustível, tendo como conseqüência o repentino desabastecimento de combustível.

A campanha visa a garantir a confiabilidade, o conforto e a segurança dos clientes BMW.

Este serviço é gratuito e tem duração aproximada de 2 (duas) horas.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 707 3578, de 2ª a 6ª-feira, das 9 às 16 horas.

BMW do Brasil Ltda.

K1300R, K1300S e K1300GT

A BMW do Brasil convoca os proprietários de motocicletas BMW modelo K1300R, K1300S e K1300GT com data de fabricação compreendida entre Novembro de 2008 e Maio de 2009 e chassis nºs ZV65265 a ZV79659 e ZW00176 a ZW02834 a comparecer na concessionária autorizada para a instalação de uma rede no reservatório de fluido do freio dianteiro.
Foi constatada a possibilidade de entrada de ar no circuito hidráulico que pode causar a perda de eficiência do freio dianteiro, podendo ocasionar acidente e danos físicos aos ocupantes da moto.
O freio traseiro permanece com sua função normal.
Essa medida é apenas preventiva, visando a garantir a confiabilidade, o conforto e a segurança dos clientes BMW.
O tempo gasto na realização deste serviço é de no máximo duas horas, e não representa nenhum custo para o cliente.

Para mais informações ligue 0800 707 3578, de 2ª a 6ª-feira, das 9 às 16 horas.

Agradecemos sua atenção.

BMW do Brasil Ltda.

Por Motokando

Editado Por Fabio Weslley

Confortáveis e potentes, big trails são motos para ganhar o mundo

 

Desde o final do ano passado, os motociclistas fanáticos pelas big trails estão em polvorosa. Dois novos modelos habitam o imaginário destes pilotos movidos por longas viagens e muitas aventuras, seja na Transamazônica ou nos Alpes suíços. O primeiro lançamento aconteceu em 2009 no Salão de Milão, quando a Ducati apresentou a Multistrada 1200, que alia o alto desempenho de uma esportiva com o conforto e a ergonomia de uma estradeira nata. Já a Yamaha reeditou um de seus maiores sucessos e mostrou, no último mês, os detalhes da nova Yamaha Super Ténéré — em vez do antigo motor de 750 cm³, a releitura do mito japonês ganhou novo design e propulsor de 1.200 cm³.

Enquanto os dois novos modelos não desembarcam por aqui, os motociclistas brasileiros têm de se contentar com outras big trails: BMW R 1200 GS Adventure, KTM 990 Adventure, Honda XL 1000V Varadero, Ducati Multistrada 1100, Triumph Tiger 1050 e Suzuki DL 1000 V-Strom. Os preços dos modelos variam entre R$ 43.732 e R$ R$ 88.900. Confira abaixo as principais características de cada moto, que são ideais para enfrentar qualquer tipo de aventura, seja no asfalto ou em deslocamentos por estradas de chão batido.

BMW R 1200 GS Adventure

A BMW R 1200 GS Adventure impressiona pelo porte avantajado, visual, conforto e tecnologia de ponta. Com seu tanque de 33 litros cheio, a moto oferece uma autonomia de mais 500 km. Ou seja, é possível ir de São Paulo ao Rio de Janeiro sem abastecer. Outro destaque desta BMW, marca que tem mais de 85 anos de tradição, é a tecnologia embarcada: a aventureira conta com ajuste eletrônico da suspensão e controle de tração, que evita derrapagens indesejadas em superfícies escorregadias. Outra novidade eletrônica é sistema RDC, que monitora a pressão dos pneus. Para completar, freios ABS (antibloqueio) e controle de tração. Equipada com motor Boxer de 1.170 cm³ de capacidade e 105 cv de potência máxima, a R 1200 GS Adventure Premium tem preço sugerido de R$ 88.900. Além deste “mamute” sobre duas rodas, a BMW vende a versão standard, a BMW R 1200 GS, “carro-chefe” da marca no Brasil e no mundo. A principal diferença fica por conta do tanque menor e do preço: R$ 59.900, sem sistema de freios ABS.

KTM 990 Adventure

A KTM 990 é a versão de rua do modelo que participa da prova off-road mais difícil do mundo, o rali Dakar. Corpo trail com alma estradeira, esta KTM oferece conforto, segurança e a capacidade de rodar muitos quilômetros, já que o tanque de combustível tem capacidade para armazenar 19,5 litros. A Adventure conta com para-brisa alto, para-lama dianteiro rente ao pneu, protetor de mão, banco em dois níveis e bagageiro, que pode receber um top case. O modelo da marca austríaca está equipado com o que há de mais moderno em termos de equipamentos: freios Brembo com sistema ABS, suspensão multi ajustáveis da grife White Power e rodas de alumínio Marcheshini. O motor é um V-Twin, a 75º, de 999 cm³. No Brasil, a KTM 990 Adventure custa R$ 62 mil.
 

Honda XL 1000V Varadero

A motocicleta mais aventureira da linha Honda, a Honda Varadero XL 1000V oferece conforto, versatilidade e alta tecnologia. Importada, a big trail da marca nipônica é um sucesso de vendas na Europa desde o seu lançamento, no final da década de 1990. No Brasil chegou em 2007. Outra vantagem da Varadero é sua grande autonomia, já que o tanque de combustível tem capacidade para armazenar 25 litros de gasolina. Para oferecer maior segurança, a big trail da Honda conta com o avançado sistema de freios ABS com DCBS (Dual Combined Brake System). A XL 1000V Varadero está equipada com motor DOHC (duplo comando no cabeçote), de 996 cm³, arrefecido a líquido, de dois cilindros em V com inclinação de 90º e gera 93,8 cv de potência máxima. A big trail da Honda custa cerca de R$ 51 mil.

Ducati Multistrada 1100

Estradeira com alma esportiva, aliado ao mais puro e premiado design italiano. Assim podemos definir a Ducati Multistrada 1100, fabricada em Borgo Panigale (Itália) e que custa R$ 48.900 no Brasil. Equipada com um motor de caráter esportivo, a Multistrada 1100 DS oferece bastante conforto para o piloto. A posição de pilotagem ereta e o banco bem largo permitem rodar por mais de duas centenas de quilômetros sem pensar em parar a moto. Com um quadro em treliça aparente, marca registrada da Ducati, a Multistrada 1100 está equipada com suspensão dianteira da marca Showa e, na traseira, monobraço de alumínio com um único conjunto mola-amortecedor Sachs. A Multistrada até percorre uma estrada de chão batido com desenvoltura, mas não foi feita para encarar o off-road mais pesado.

Triumph Tiger 1050

A marca inglesa Triumph tem mais de 100 anos de tradição na construção de motocicletas e a Triumph Tiger 1050 é um de seus modelos mais elogiados pela versatilidade e conforto em longas viagens. Classificada pela própria montadora como “Urban Sports”, a Tiger se propõe a ser uma excelente companheira de estrada. Remodelada em 2007, a moto inglesa ganhou um motor mais potente (115 cavalos de potência máxima) e linhas mais angulosas. Com ares de moto esportiva, a Tiger tem carenagem e o para-brisa altos justamente para desviar o vento em longas viagens. O modelo conta com freios da grife Brembo e ABS, além de rodas de liga leve e pneus de perfil esportivo, já que seu habitat é uma estrada asfaltada. No Brasil o modelo custa R$ 44.900.

Suzuki DL 1000 V-Strom

Como o próprio nome sugere, a big trail japonesa Suzuki DL 1000 V-Strom conta com motor de dois cilindros em V de 996 cm³. Com respostas rápidas e bastante progressivas, o propulsor gera 98 cv de potência máxima. A dual purpose da Suzuki traz quadro tipo diamante com o motor fazendo parte da estrutura, suspensões telescópicas de longo curso na dianteira e um único conjunto mola-amortecedor fixado por links à balança traseira. O sistema de freios é formado por disco em ambas rodas (duplo na dianteira). As rodas de liga leve são calçadas com pneus de uso misto. O quesito conforto é garantido pela postura ereta do piloto, pelo para-brisa alto e também pelo banco largo e macio. Robusta e com visual arrojado, a big trail da Suzuki tem preço sugerido de R$ 43.732

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Honda oferece aulas de pilotagem com segurança

Reafirmando seu compromisso com a formação de um trânsito mais seguro, a Honda investe continuamente na difusão de técnicas e conceitos de pilotagem com segurança, baseada no uso saudável da motocicleta.

Os treinamentos, promovidos pela empresa e por sua rede de concessionárias em todo o País, têm ganhado alcance cada vez maior. Prova disso são os resultados obtidos no primeiro trimestre de 2010, quando mais de sete mil motociclistas participaram de cursos e palestras voltados à pilotagem segura.

Nos Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETHs), localizados em Indaiatuba (SP) e Recife (PE), a Honda treinou 2.309 motociclistas entre janeiro e março deste ano. Já nos Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETCs), foram ministrados cursos a 4.735 pessoas, número 316% maior que o obtido no mesmo período de 2009.

Atividades desenvolvidas

Os CETHs e os CETCs são responsáveis por diversos treinamentos destinados a consumidores que utilizam a motocicleta no dia a dia, para fins profissionais. Nesta lista estão os Centros de Formação de Condutores (CFC), frotistas, órgãos governamentais (como o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e a Guarda Municipal de diversas localidades) e empresas de todo o País.

Aliando teoria e prática, os programas de treinamento oferecidos têm como objetivo transmitir as técnicas de pilotagem segura, transferir conhecimentos, moldar atitudes e desenvolver habilidades. Durante as aulas são relembrados conceitos já vistos pelos motociclistas, mas que muitas vezes não são colocados em prática. Além disso, são apresentadas justificativas para cada atitude correta ao pilotar a motocicleta, mostrando como isso irá refletir na pilotagem de uma forma geral.

Os ensinamentos teóricos vão desde dicas de como checar todos os equipamentos da motocicleta até as regras de segurança, equipamentos de proteção, postura adequada e noções técnicas. Já nas instruções práticas, os participantes recebem orientações sobre frenagem, desvios de direção, procedimentos em curvas, comportamento em situações de risco, entre outros.

Estrutura adequada

Inaugurado em 1998, o CETH de Indaiatuba ocupa uma área que conta com uma infra-estrutura adequada para aulas teóricas e práticas. Em Recife, em novembro de 2006, foi inaugurada uma nova unidade com a missão de aproximar o público regional das principais noções de segurança no trânsito, com a mesma estrutura.

As concessionárias Honda também têm papel decisivo na transmissão dos conceitos de pilotagem com segurança. Depois de formados pelos profissionais do CETH, os instrutores da rede atuam como multiplicadores em suas regiões, reunindo grupos de motociclistas dentro da própria concessionária, nos chamados Centros Educacionais de Trânsito da Concessionária (CETCs). Atualmente, 69 concessionárias possuem a estrutura ativa no Brasil, tornando a aplicação dos cursos e palestras ainda mais intensa.

Texto e fotos: Divulgação Honda


 Por Honda Brasil

Editado Por Fabio Weslley

Kawasaki nega intenção de vender a ER-6 carenada no Brasil

 

A notícia de que a marca planeja incluir na linha brasileira a versão carenada da ER-6 N, para concorrer com a nova Yamaha XJ6 F, fez a marca procurar nossa equipe para se posicionar a respeito. A informação sobre os planos de lançamento, que chegou por uma fonte ligada à empresa, é negada pela Kawasaki. se espalhou pela Internet em uma espécie de “telefone sem-fio”, quando outros sites e blogs copiaram nosso texto e acrescentaram que a marca haveria anunciado o lançamento da moto no Brasil, o que não ocorreu.      

Por Revista Duas Rodas

Editado Por Fabio Weslley

Confira aqui no Acelera Mente “Mirage V2 Power 650”

 

 

MODELO MIRAGE V2 POWER 650
Dimensões
Comprimento Total 2.430 mm
Largura total 840 mm
Altura total 1.155 mm
Distância do solo 160 mm
Peso a seco 214 kg
   
Motor
Potência Máxima 80,7 cv / 9.250 rpm
Torque Máximo 6,80 kgf.m a 7.250 rpm
Tipo DOHC, 4 tempos, 2 cilindros em “V” 8 válvulas, arrefecido a água
Capacidade volumétrica (cm³) 647
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
   
Transmissão
Embreagem Multi disco banhado a óleo
Transmissão 5 velocidades, correia fibra de carbono
   
Chassi
Suspensão Dianteira Telescópica invertida
Suspensão Traseira Balança, bi-choque, ajustável
Freio Dianteiro Duplo disco, acionamento hidráulico
Freio Traseiro Disco, acionamento hidráulico
Pneu Dianteiro 120/70 ZR18 59W
Pneu Traseiro 180/55 ZR17 73W
Rodas Liga leve
 
 
Capacidade
Tanque de Combustível 16 litros

Por Motonacmotos

Editado Por Fabio Weslley

Scooters Honda Lead e Dafra Smart se enfrentam na guerra da mobilidade

Veículo urbano de fácil pilotagem, equipado com transmissão automática e febre há décadas na Europa, o scooter vem conquistando o consumidor brasileiro em função de sua praticidade e agilidade. Dois novos modelos desembarcaram em 2009 no mercado nacional: Honda Lead 110 e Dafra Smart 125. Comparamos essas duas “práticas” novidades para driblar o trânsito mais que carregado de São Paulo.

  • DivulgaçãoHonda Lead 110 (o vermelho) ganha na praticidade, Dafra Smart 125 tem desempenho melhor

A gigante japonesa Honda, líder do setor de motocicletas no Brasil, trouxe o Lead 110, seu scooter mais vendido em todo mundo. Já a caçula do mercado de duas rodas Dafra resolveu montar no país o Smart 125, primeiro produto da parceria com a Haojue, líder do mercado chinês de motocicletas. Ambos trouxeram como grande diferencial a alimentação por injeção eletrônica de combustível. Confira quem se deu melhor na guerra da mobilidade.

MOTORES SIMPLES E INJETADOS
Os modelos Lead e Smart têm propulsores com a mesma arquitetura simples: motor de um cilindro com comando simples no cabeçote (OHC). Mas o scooter Honda tem arrefecimento líquido, enquanto o Dafra Smart aposta na refrigeração a ar. E as diferenças não param por aí.

O propulsor do modelo Honda tem 108 cm³ e oferece 9,2 cv de potência máxima a 7.500 rpm e torque de 0,97 kgfm a 6.000 rpm. Já o do Smart 125 tem capacidade e potência maiores: 124,6 cm³ e 10,3 cv a 8.000 rpm. O torque máximo é o mesmo (0,97 kgfm), mas só aparece a 7.000 rpm.

No dia a dia fica evidente que o Smart leva vantagem na velocidade final, chagando a 90 km/h. O modelo Honda traz um limitador de velocidade, que não permite que o veículo ultrapasse 80 km/h. Por outro lado, o Lead tem mais torque em baixas e médias rotações, o que facilita a vida do piloto principalmente no momento de arrancar na frente dos carros quando a luz verde do semáforo acende.

A velocidade maior e o torque em uma rotação mais alta no Smart 125 acabam comprometendo o consumo: a média foi de 31 km/l no modelo Dafra, enquanto o Honda Lead fez 34 km/l. Mas essa diferença não chega a distanciar a autonomia dos dois modelos. No scooter Honda cabem 6,5 litros, enquanto no Dafra vão 6,9 litros.

CICLÍSTICA
Na parte ciclística, propostas bastante similares. O Lead 110 é montado sobre um chassi monobloco. Na dianteira, tem garfo telescópico de 90 mm de curso e roda de 12 polegadas, enquanto na traseira, usa roda de 10 polegadas e suspensão monoamortecida, com 84 mm de curso. O peso a seco do modelo Honda é de 109 kg.

Com 110 kg e montado também sobre um chassi monobloco, o scooter da Dafra também adotou soluções tradicionais: na frente, garfo telescópico de 70 mm de curso e, na traseira, monoamortecedor com 50 mm de curso.

Os dois modelos copiam bem as imperfeições do piso, já que os conjuntos de suspensões são firmes, porém confortáveis. Claro que nas “costelas de vaca” e em obstáculos maiores, ambos chegaram a dar fim de curso. Nesse quesito, o scooter Dafra acaba tendo desvantagem, já que tem as duas rodas de 10 polegadas.

Outro ponto positivo do Lead é o sistema de freios formado por disco de 190 mm de diâmetro na frente e tambor de 130 mm atrás, além de freio de estacionamento. O conjunto merece destaque, pois traz o sistema CBS (Combined Brake System): ao acionar o manete do freio traseiro, o disco dianteiro também entra em ação, simultaneamente, o que representa menor espaço de frenagem e mais segurança para o piloto. Cá entre nós, o sistema da Honda é útil para iniciantes, mas chega a atrapalhar quem tem mais experiência, principalmente em manobras de baixa velocidade quando se deseja apenas frear a traseira.

Já o Dafra Smart tem freios tradicionais: disco simples de 180 mm de diâmetro na frente e tambor de 130 mm, atrás. Também garantem boas e seguras frenagens, mesmo em situações extremas, porém sem o advento do CBS.

  • DivulgaçãoHonda Lead 110 (vermelho) tem maior praticidade também no espaço amplo sob o assento

Completam o conjunto ciclístico pneus sem câmara Pirelli SL 26 no Smart e pneus fabricados em Taiwan pela Cheng Shin no Lead. Nesse tópico ponto para o modelo Dafra.

CONFORTO E PRATICIDADE
No quesito conforto, os dois modelos estão perfeitamente de acordo com a proposta de veiculo urbano. O piloto fica sentado, com os pés bem apoiados no assoalho e protegidos pelo escudo frontal. Assim, o condutor pilota de forma bastante ergonômica, exceção, é claro, para motociclistas com mais de 1,85 m, que ficam espremidos entre guidão e banco.

Para facilitar ainda mais a vida dos pilotos, os modelos oferecem comandos de fácil acionamento. Apesar do visual bastante harmônico do painel de instrumentos do Lead, a peça desenvolvida para o Smart 125 leva vantagem na iluminação, principalmente no deslocamento noturno, além de contar com um pequeno display de cristal líquido com indicação do nível de combustível, hodômetro (parcial e total) e hora. Como diferencial, o scooter Dafra também tem lampejador de farol alto e um indicador de troca de óleo, que informa ao piloto a hora certa de trocar o óleo do motor.

Para estacionar, o Dafra Smart 125 traz ainda descanso lateral e cavalete central. O modelo Honda oferece apenas o cavalete central, segundo o fabricante, por medida de segurança. Mas já é possível instalar um “pezinho” no Lead, que pode ser encontrado no mercado de motopeças por cerca de R$ 70.

O scooter da Honda leva vantagem sobre o Dafra em três itens quando o assunto é praticidade. Em primeiro lugar, sob o banco há espaço suficiente para acomodar dois capacetes abertos e algumas outras quinquilharias. No modelo Dafra, mal cabe um capacete aberto. No Lead, o bocal do tanque de combustível fica no assoalho, enquanto que no Smart é preciso levantar o assento para abastecer. Outro diferencial é que no modelo Honda as pedaleiras retráteis oferecem mais conforto para o garupa. Os dois modelos trazem ainda porta-luvas na parte traseira do escudo frontal, que pode ser trancado com chave, e bagageiro de série.

Para finalizar, o scooter Honda Lead 110 tem preço sugerido de R$ 6.062. O Dafra Smart 125 tem preço fixado em R$ 5.660. Os valores sugeridos são válidos até 30 de março, data que acaba a isenção da Cofins para modelos de até 150 cm³. Além do preço, que pode pesar na hora da compra, o consumidor pode optar pela maior praticidade do scooter Honda Lead 110 ou o desempenho melhor do Dafra Smart 125.

FICHAS TÉCNICAS

  Dafra Smart 125 Honda Lead 110
Motor OHC, 124,6 cm³, quatro tempos, monocilíndrico, refrigeração a ar. OHC, 108 cm³, quatro tempos, monocilíndrico, duas válvulas por cilindro, arrefecido a líquido.
Potência 10,3 cv a 8000 rpm. 9,2 cv a 7.500 rpm.
Torque 0,97 kgfm a 7000 rpm. 0,97 kgfm a 6.000 rpm.
Câmbio Automático (CVT). Automático (CVT).
Alimentação Injeção Eletrônica; partida elétrica e a pedal. Injeção Eletrônica; partida elétrica e a pedal.
Quadro Monobloco. Monobloco.
Suspensão Garfo telescópico, com 70 mm de curso (dianteira); monoamortecedor, com 50 mm de curso (traseira). Garfo telescópico, com 90 mm de curso (dianteira); monoamortecedor, com 84 mm de curso (traseira).
Freios Disco simples de 180 mm de diâmetro (dianteiro) e a tambor de 130 mm (traseiro). Disco simples de 190 mm de diâmetro (dianteiro) e a tambor de 130 mm (traseiro).
Rodas e pneus 3,5-10, de liga leve (dianteira e traseira). 90/90-12 44j de liga leve (dianteiro); 100/90-10 56 j de liga leve (traseiro).
Dimensões 1.986 mm x 674 mm x 1.104 mm (CxLxA); 1.240 mm (entre-eixos); 110 mm (distância do solo); 740 mm (altura do assento). 1.838 mm x 668 mm x 1.125 mm (CxLxA); 1.274 mm (entre-eixos); 740 mm (altura do assento).
Tanque 6,9 litros. 6,5 litros.
Peso (a seco) 110 kg. 109 kg.

 

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley