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Caminhão-escola de R$ 650 mil amplia treinamento de mecânicos de moto

 

 

Elevar o nível de capacitação técnica da rede de concessionárias, aumentar o índice de reparos bem executados logo na primeira visita e, consequentemente, fidelizar o cliente à marca com alto grau de satisfação. Para cumprir estes objetivos, a Honda investiu pesado para levar conhecimento aos mecânicos e colaboradores de cerca de 800 concessionárias e pontos de venda espalhados por todo o Brasil.  Uma unidade móvel de treinamento, no valor de R$ 655.000, foi montada para servir de apoio aos Centros de Treinamento de Sumaré (SP) e Recife (PE). O novo “caminhão-escola” rodará por todo o país e ficará de quatro a seis meses em cada cidade, para atender à demanda de cada região. A primeira parada da escola sobre rodas será em Belo Horizonte (MG), já na primeira quinzena de agosto.

A unidade móvel da Honda vai oferecer cursos com o objetivo de padronizar e aperfeiçoar o atendimento nas concessionárias de duas rodas da marca. “Queremos agilidade, conveniência e ganho de eficiência”, explica Anderson Meireles da Silva, gerente de Serviços Técnicos e Treinamento da Honda. Os cursos abrangerão os temas: motor, chassi, elétrica (níveis 1 e 2), ações preventivas, corretivas e revisões. Haverá ainda Serviço Expresso e cursos customizados. Assim, a nova unidade móvel ministrará todos os treinamentos de motos e produtos de força que fazem parte da grade normal de cursos das unidades de Sumaré e Recife.

CAMINHÃO-ESCOLA

Estrutura R$ 423.000
Motos e motores R$ 140.000
Ferramental R$ 92.000
TOTAL R$ 655.000

TRANFORMERS
Para quem é fã de ficção, a série “Transformers” é um bom exemplo do que a Honda fez com o caminhão-escola: uma carreta de complexa arquitetura fica pronta para uso em, no máximo, 20 minutos. As laterais do baú se abrem como pétalas, comandadas por um motor hidráulico, e fazem a vez do assoalho. Uma TV LCD de 50 polegadas desliza por trilhos instalados no teto até a área da oficina. As partes internas mais parecem com grandes peças de brinquedos Lego construídas em aço, alumínio e vidro e correm por trilhos para formar uma grande oficina de 63 m². Há ainda espaço para sala de aulas teóricas. No total, são 75 m² de área útil para os cursos.

As mangueiras das ferramentas pneumáticas estão no teto e o sistema de exaustão está sob o assoalho. A unidade móvel traz ainda três elevadores pneumáticos, três kits completos de ferramentas e três suportes para motores e motos. É difícil imaginar que em um espaço tão reduzido possam trabalhar de 12 a 20 pessoas por turma. A meta é formar 1000 alunos por ano.

“Em função da área reduzida foi preciso projetar tudo milimetricamente”, conta Renato Cremonesi, supervisor de treinamento técnico do Centro de Sumaré (SP).

Neste projeto, há ainda preocupação com a sustentabilidade e o meio ambiente. A estrutura é leve e com grande área envidraçada, facilitando a entrada da luz natural. A unidade móvel usa lâmpadas frias e de LED, com baixo consumo de energia. O caminhão-escola pode operar mesmo sem o auxílio da rede elétrica, já que conta com gerador e motor estacionário. “O óleo, outro inimigo de meio ambiente, é armazenado e depois descartado nos Green Dealer, as concessionárias ecológicas da Honda”, revela Anderson Meireles.

AULA PRÁTICA
Antes mesmo da nova unidade móvel colocar o pé na estrada, alunos de várias partes do Brasil vieram até Sumaré, a 120 quilômetros da capital paulista, para assistir a cursos na nova instalação. Neste laboratório sobre rodas encontramos Alexsandro Alves, funcionário de uma concessionária de Laguna (SC), que fez seu primeiro curso e ficou satisfeito com a iniciativa. “Com a unidade móvel perto de nosso local de trabalho podemos participar de um número maior de cursos, perder menos tempo fora da oficina e, consequentemente, ter menor custo de estadia”, explica.

Só por curiosidade, de Laguna até Sumaré, Alexsandro Alves viajou de ônibus por 13 horas, viagem que poderá ser evitada com o deslocamento da unidade móvel de treinamento. “Se o curso for ministrado em Campo Grande, por exemplo, iria rodar apenas três horas e, assim, não ficaria tão longe da família”, afirma Everaldo de Jesus, que rodou 15 horas entre Nova Andradina (MS) e o Centro de Treinamento paulista.

Em relação à iniciativa, Everaldo considera importante obter conhecimento para poder sanar as dúvidas dos clientes e aprender a utilizar corretamente as ferramentas. Rodrigo Dumont, de Uberaba (MG), também segue o raciocínio de seus colegas. “Com a nova unidade móvel, a Honda está deslocando toda a infraestrutura de seus centros de treinamento para outras regiões, facilitando o acesso de mecânicos da rede de concessionárias de todo o Brasil

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

Confira a nova Honda CB1000R 2010

 Honda CB1000R 2010

A especificação técnica da Honda CB1000R 2010 permanece inalterada mecanicamente, além de novas cores, não há outras alterações com esta moto. Se você sempre quis uma moto com C-ABS e pintura bege metálico, você pode ter um agora. A moto está excelente como sempre  mistura funcionalidade e desempenho, é uma moto dificil de bater.
Honda CB1000R 2010

Honda CB1000R 2010

Honda CB1000R 2010

Por Acelera Mente  

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente 

Confira dicas de segurança aqui no Acelera Mente

SEGURANÇA BÁSICA

1. Ande sempre equipado.
Você já leu e ouviu isso muitas vezes, mas já parou para pensar no que significa? Andar equipado é mais do que usar corretamente o capacete. É ter proteção para os olhos, mãos, pés, tornozelos, joelhos e cotovelos. Na estrada e na cidade, pois a maioria dos acidentes acontece em áreas urbanas.

Lembre-se que o clima quente não justifica negligências com a segurança. Para enfrentar o calor procure escolher o equipamento mais arejado que encontrar.

2. Farol aceso o tempo todo, seja dia ou noite.
Lembre-se que, a 40 metros de distância, uma motocicleta pode sumir do campo visual do motorista até mesmo atrás do tercinho pendurado dentro do carro. Por isso, muitas vezes você está fora do foco dos motoristas. O farol da moto aceso ajuda a torná-lo mais visível. Roupas e capacete de cores claras também ajudam.

3. Concentração é fundamental.
A moto é mais rápida e menos visível que os demais veículos. Só isso bastaria para exigir muita concentração. Mas tem outra questão. Ela combina pouca segurança passiva com boa segurança ativa. Trocando em miúdos, em geral a moto tem mais facilidade que um carro para livrar-se de situações difíceis (segurança ativa). Mas se o acidente acontecer (segurança passiva), o piloto estará menos protegido do que o motorista.

Para que possa usufruir da segurança ativa, o piloto tem de estar atento o tempo todo. Só assim ele pode usar todos os recursos que a moto possui para evitar acidentes. Até aquele antigo ensinamento, que diz “na dúvida, acelere”, só vale se você estiver atento! Por isso, tudo que atrapalha a concentração constitui perigo para o motociclista, principalmente a pressa, o nervosismo, o cansaço e o álcool.

4. Pilote de forma defensiva.
A atitude defensiva no trânsito significa dirigir por você e pelos outros, antecipar-se em relação aos erros alheios e demais riscos. Pense que, uma vez envolvido em um acidente, pouco adianta provar que a culpa foi de outra pessoa. Aí o piloto já estará dentro do gesso (na melhor das hipóteses). Então, aprenda a antever as imprudências e erros dos outros.

5. Conheça as ameaças mais comuns.
Quando você anda de moto, está sujeito a situações de potencial risco típicas desse veículo. É preciso conhecê-los para saber evitá-los. Um dos principais são as freqüentes fechadas que sofremos no trânsito. Muitas vezes os motoristas não têm intenção de fazer isso, eles apenas não percebem a moto por perto. A atitude mais segura é ter sempre o pressuposto de que o motorista não está vendo sua moto. Mantenha margem de manobra.

Não se esqueça de outros pequenos imprevistos que, para um motociclista, são uma ameaça. Um pedestre distraído, um cachorro atrapalhado, um pássaro em rota de colisão com a viseira ou fios/cordas atravessando seu caminho podem provocar acabar com o seu passeio. Necessário destacar que existe a praga das linhas de pipa. Uma linha perdida, deslizando sobre a pele, pode ser um susto embaraçoso. Se ela for revestida com cerol, pode ser fulminante. Corta como uma navalha voadora. No caso de cerol, não confie na proteção de materiais como couro ou náilon (aliás, já estão à venda no mercado hastes metálicas protetoras para instalação no guidão da moto, parecidas com antenas de rádio).

6. Desenvolva o autocontrole.
Acelerar uma motocicleta pode ser tão gostoso e excitante a ponto de o prazer embotar a noção de prudência. Por isso, sem autocontrole você pode ser vítima de si mesmo. Adrenalina é legal, mas na hora e no lugar certos. De preferência, num circuito próprio para altas velocidades.

7. Identifique as armadilhas do solo.
Em cima de duas rodas não tem jeito. Se você for traído pelo solo numa curva, é provável que vá comprar chão. Piso molhado, areia solta, buracos, costela de vaca e, principalmente, óleo na pista. Esses obstáculos podem estar onde você menos espera. Lembre-se que, na curva, o alcance da visão é pequeno. Também é nas curvas e rotatórias que ônibus e caminhões com tanques cheios derramam diesel.

Produtos escorregadios também podem soltar-se da carga (coisas como grãos, leite ou frutas no chão significam perigo de derrapagem).

8. Viajar à noite, não.
Pode ser que um dia tenhamos condições propícias para viagens noturnas. Por enquanto, não temos. Pra começar, a maioria das motos não tem iluminação eficiente, embora os fabricantes já comecem a corrigir esse problema em alguns modelos de última geração. Além disso, viseira de capacete não tem limpador. Imagine-se à noite, sob chuva, com a luz dos faróis refletida na viseira molhada. A lama que os caminhões jogam na viseira também atrapalha a visão. Mas o pior de tudo é que a maior parte das rodovias brasileiras é precária e mal sinalizada, não permitindo uma viagem segura durante a noite.

9. Olhe para a frente.
De tão óbvia, tal recomendação seria cômica se o motivo não fosse trágico. Muita gente se espantaria se houvesse um sensor capaz de acusar quantas vezes desviamos os olhos enquanto pilotamos. Seja para ver um outdoor, identificar uma moto diferente que passa, observar um tumulto na esquina, “filmar” uma gatinha maravilhosa, admirar a paisagem ou para conversar com o garupa. Uma quantidade considerável de acidentes acontece naquele exato momento em que o piloto detém os olhos no retrovisor ou em algum ponto que não seja à sua frente.

10. Assaltos, um perigo a mais.
Como se não bastassem todos esses cuidados e os “abusos” que sofremos no trânsito, agora temos mais um problema. Os assaltantes estão de olho em nossas motos, sejam elas pequenas ou grandes, nacionais ou importadas. Infelizmente, não há muito o que fazer. Reagir não é aconselhável. Acelerar para escapar é outro risco. Então, se estiver sozinho, evite locais onde os assaltantes tenham facilidade de atacar. Geralmente eles usam outra moto para abordar as vítimas.

Fique atento sempre que alguma moto com dois ocupantes estiver se aproximando. Quando estacionar, procure escolher locais menos vulneráveis e use algum dispositivo anti-furto na moto.

Pensamento positivo
Depois de ler essas dicas, você poderá dizer: “se eu sair por aí só pensando em quedas e acidentes, vou acabar caindo mesmo!”

De fato. Se você se concentrar no tombo, tem boa chance de cair. Aliás, acontece algo parecido sempre que o piloto quer se desviar de um buraco mas, em vez de olhar para o desvio, fixa os olhos no obstáculo. Vai passar sobre o buraco, com certeza.

O segredo é simples: mentalize as reações corretas, pense sempre na conduta segura e não naquilo que você pode fazer de errado.

Por Acelera Mente

Editado Por Fabio Weslley

www.aceleramente.wordpress.com

Categorias:Acelera Mente Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Kawasaki Ninja 400R 2011 – Foto e vídeo espia

 

Lembre-se, esta é a Ninja 400R que será comercializada no Japão e no Canadá, até o momento não temos informações sobre uma possível chegada ao Brasil

Por motokando

Editado por Italo Luna

Equipe Acelera Mente

 

Zé Hélio correrá Sertões com BMW

Speed Brain G 450 RR será utilizada pelo pentacampeão da prova brasileira

O principal piloto de rali brasileiro da atualidade, Zé Hélio, está de máquina nova para acelerar nos campeonatos nacionais e internacionais. Zé fechou uma parceria com a BMW é utilizará a exclusivíssima Speed Brain G 450 RR na 18ª edição do Rally Internacional dos Sertões.

A motocicleta trata-se de uma G 450 X preparada pela Speed Brain, empresa responsável pelo departamento de competições off-road da marca alemã. Vamos aguardar e torcer para que Zé consiga ótimo resultados com está máquina

Por Moto Verde

Iditado por Italo Luna

Equipe Acelera Mente

Comparativo (modelos 2010) – Honda Biz 125 Vs. Yamaha Crypton T115

A pedido de um leitor  resolvemos buscar mais e mais informações sobre cada uma dessas motonetas, e compara-las.

Yamaha Crypton T115

A maior novidade da Yamaha Crypton, em relação a versão que era vendida até o inicio de 2005, está no motor de 113,7 cc de cilindrada, a mesmo do motor do scooter Neo. Esse motor, com cilindro e pistão em alumínio, é maior e mais potente que o motor anterior, que tinha cilindrada de apenas 101,8 cc. Com essa mudança, a potência máxima passa a ser de 8,2 cv a 7.500 rpm e o torque máximo de 0,88 kgfm a 5.500 rpm. Apesar de ser mantido o carburador, os índices de emissões estão bastante abaixo dos valores máximos determinados pelo Promot 3, graças a tecnologias como catalisador, Sistema de Indução de Ar e o próprio desenvolvimento desse novo propulsor. O câmbio tem quatro marchas com alavanca acionada pelo pé esquerdo e a embreagem é automática.

Muitas são as inovações da nova Yamaha Crypton, a começar pelo novo quadro tubular de aço de alta tensão tipo underbone, pelos conjuntos óticos dianteiro e traseiro, reestilizados, pelo novo mostrador do velocímetro de acionamento mecânico no painel de instrumentos e novos e freios e suspensões – Kayaba dianteira de 100 mm de curso.

Junto do velocímetro está o marcador analógico de nível de combustível de alta precisão (indica reserva com 645 ml de combustível no tanque, que tem capacidade para 4,2 litros) e as luzes espias, entre elas a “Top”, que mostra engrenamento da quarta e última marcha. Os comandos elétricos dos punhos do guidão também são novos, com mais ergonomia e facilidade de utilização.

A Yamaha Crypton tem rodas raiadas de 17 polegadas de diâmetro, suspensão dianteira telescópica conta com garfo de 26 mm de diâmetro e um porta-objetos de 4,0 litros de capacidade embaixo do banco. Há uma versão com partida a pedal e freio dianteiro a tambor de 110 mm (K) e uma versão com partida elétrica e freio dianteiro a disco de 220 mm (ED), em ambas o tambor traseiro tem 130 mm de diâmetro. As cores disponíveis são o prata, o vermelho e o preto.

Entre as principais vantagens da Yamaha Crypton estão a facilidade de pilotagem e a praticidade para o uso diário, o preço acessível, tanto de aquisição como de manutenção, e a economia de combustível. O público alvo do Crypton são jovens urbanos de ambos os sexos que buscam um veículo utilitário para substituir o transporte público, às vezes precário em grandes cidades, mas existe uma demanda também em zonas rurais e pequenas cidades cujo tráfego é mais tranquilo. Na maioria dos casos esses jovens estão comprando seu primeiro veículo de duas rodas.

A T115 Crypton chega para o público com o preço sugerido pelo posto Manaus de R$ 4.550,00 na versão “K” e R$ 5.200,00 na Crypton “ED”. Os produtos Yamaha tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Principais características
– Acessibilidade (entrada ao mundo das duas rodas)
– Qualidade e Confiabilidade Yamaha
– Design, beleza  e acabamento exclusivos.
– Pilotagem Simples para uso na cidade – estável, segura e confortável.
– Facilidade de Manutenção.
– Baixo consumo de combustível.
– Motor quatro tempos de 115cc, 1 cilindro, duas válvulas, OHC
– Potência: 8,2 cv a 7.500 rpm
– Torque:  0,88 Kgf.m a 5500 rpm
– Câmbio semi automático de 4 velocidades
– Versões K e ED (Freio a Disco de 220mm e Partida Elétrica e a pedal)
– Chassi Underbone
– Porta objetos sob o banco (4 litros)
– Painel completo com:
– marcador de combustível,
– velocímetro,
– hodômetro e
– luzes espia incluindo indicador de ponto morto, pisca, indicador de 4ª marcha e luz de anomalia no circuito elétrico do motor.
– Comandos Completos no punho
– Rodas de 17 polegadas
– Freio traseiro a tambor de 130 mm
– Assento Confortável e Macio para as vias brasileiras
– Cavalete Central
– Componentes posicionados para fácil manutenção da motocicleta
– Sistema de indução de ar
– Suspensão dianteira Kayaba com curso de 100 mm.

Honda Biz 125

A  Honda Biz vem equipada com um motor OHC 125 com injeção eletrônica, que lhe permite uma resposta mais rápida e menos gastos de combustível. O painel apresenta um marcador de combustível, hodómetro e luz indicadora da injecção eletrônica. Abaixo do guidão agora tem um gancho que segundo a montadora é um porta sacolas,e como é de lei na biz o  porta objetos mantêm-se inalterado, ou seja, continua a permitir guardar o capacete, uma funcionalidade muito importante , dando assim mais liberdade ao motociclista que desse modo não necessita de ficar levando o capacete para todo o lado,na biz pode se colocar até 2 capacetes, lógico que não no compartimento, mas sim no ganchinho de metal que fica abaixo do banco. A nova Honda Biz apresenta ainda uma carenagem frontal dando assim mais segurança ao piloto.  O assento permite fazer um ajuste em dois níveis.

Com este modelo, a Honda consolidará a sua posição de marca que mais motos vende em quase todas as categorias.

FICHA TÉCNICA

Honda Biz 125 Fuel Injection
Motor: OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar.
Cilindrada: 124,9 cc.
Potência: 9,1 CV a 7.500 rpm.
Torque: 1,06 kgfm a 3.500 rpm.
Diâmetro e Curso: 52,4 mm x 57,9 mm.
Alimentação: Injeção Eletrônica PGM-FI.
Taxa de Compressão: 9,3:1.
Partida: pedal (KS) e elétrica (ES e +); ignição eletrônica.
Tanque: 4,0 litros.
Transmissão: 4 velocidades, com embreagem centrífuga automática.
Suspensão:
Dianteira:Garfo telescópico.
Traseira:Braço oscilante.
Freios:
Dianteiro: A tambor de 130 mm (KS e ES); a disco de 220 mm (+).
Traseiro: A tambor de 110 mm.
Pneus e rodas:
Dianteiros: 60/100 – 17M/C 33L.
Traseiros: 80/100 – 14M/C 49L.
Chassi: Monobloco.
Dimensões: 1.880 mm (comprimento) x 726 (largura) x 1.075 mm (altura); 1.261 mm (entreeixos), 755 mm (altura do assento) e 133 mm (distância mínimia do solo).
Peso: 98 kg (KS), 100 kg (ES) e 101 kg (+).
Cores: amarela, preta, prata metálica e vermelha metálica (KS e ES), vermelha e cinza metálica (+).
Preço sugerido: R$ R$ 5.147 (KS), R$ 5.854 (ES) e R$ 6.480 (+).

Mas qual comprar?

Temos que levar em consideração que ambas são super economica e os tanques são praticamente iguais na capacidade e com muito pouco de dinheiro enche o tanque.

Dirigibilidade e desempenho elas na cidade são boas,só lembrando que não se deve fazer curvas muito deitadas ou passar entre sargeta e osbtaculo alto e estreitos com elas, pois há possibilidade de ir pro chão, isso principalmente na biz por ser um pouco mais baixa,com a alta velocidade e muito vento ou até mesmo veiculos pesados andando perto, é possivel que perca um pouco mais de estabilidade pois elas são relativamente leves, principalmente a crypton mais leve e mais alta devido ao aro 17″.

Design uns falam que a crypton é mais bonita e bem feita que a biz, outro falam que não,mas isso é uma questão de gosto,eu particularmente acho a biz atraente…mas convenhamos que a yamaha podia ter deixado a crypton um pouco mais moderna e interessante como a neo, acredito que a intenção da crypton é conquistar os seus donos pelo bolso e economia e por isso não resolveram apostar tanto no visual.

Continuando em design a crypton bem que podia trazer compartimento maior, no lugar do porta “luva e carteira” embaixo do banco ao lado do tanque, como um editor referiu em sua postagem sobre a crypton.Na biz desde o inicio veem o porta capacete que para seus usuarios caem como uma “luva” para  o capacete ou capa de chuva, ou qualquer coisa que não exceda os 10kg de capacidade que ela suporta.além do porta capacete da biz,embaixo do banco existe um gancho onde se pode colocar outro capacete encaixado.

Iluminação da lanterna traseira da crypton são pequenas e fica um pouco escondida,podendo não ser percebida de longe por quem vier atras, na biz o farol fica um pouco a desejar, pois não ilumina como se deveria na estrada.

Manutenção, acredito que ambas não de muita manutenção,pode ser que as peças da crypton sejam um pouco mais caros,por ela ser nova e pelo mito que as peças da yamaha sejam mais caras,e nesse aspecto a biz pode ser sobre sair por estar mais tempo no mercado e facilidade de obter peças paralelas.

Compra e Venda a biz pode ter mais comércio pelo tempo de mercado,peças e o porta capacete,mas a crypton por enquanto se destaca no valor acessível e prazo de compra da  zero quilometro…é só umas questão de tempo para a crypton encostar e incomodar a concorrente ou não.

Roubo, a biz por ser da antiga e pela quantidade espalhada pelo brasil corre o risco de roubo,principalmente para alimentar o mercado negro de peças usadas,mas não se preocupe pois as scooters não teem muito valor para bandidos como as CG e superiores,e a crypton por ser “nova” vai ficar invisivel por alguns meses pelos ladrões.

Se você ainda estar na dúvida de qual sairá pilotando..basta se fazer essas perguntas para ir eliminando as duvidas.

-Qnto posso gastar e pagar?

-Qual eu mais gostei?

-Pra que irei usar a moto?

-Qnto eu peso?Sou muito alto?

se você for mais pesado ou igual ao peso da moto,nem compre ,ou ela pode te deixar na mão qndo precisar de força principalmente em subidas,e se for muito alto também pois ficará ridiculo, um gigante numa motinha.

mas é isso aí…boa escolha e divirta-se.

Materia : Juninhu

Equipe Acelera Mente

 

Moto eletrica que tem autonomia de 30Km

 

As motos são de grande utilidade e fácil acesso para se locomover, pelo baixo custo à maioria opta por elas. O mercado motociclista criou muitas novidades nos últimos anos, sempre buscando qualidade, conforto e praticidade para os consumidores, a Honda irá lançar no final do ano a moto que pode revolucionar a categoria.

A moto traz a princípio o objetivo de reduzir o custo de consumo em países da America do Sul e Ásia, onde esse tipo de transporte é o principal meio de locomoção no dia-a-dia. A Ev-neo, apresentada em Wako no Japão, possui uma bateria Li-ion que foi desenvolvida com a Toshiba, ambas em pareceria, proporcionando a moto até 30 quilômetros, e em vinte minutos a bateria já tem 80% de sua capacidade recarregada. Conseqüentemente a moto não oferecerá risco ao meio ambiente, ela não emite CO2 na atmosfera. Desde a metade da década de 80 a Honda já procurava pesquisas e o desenvolvimento de motocicletas Scooter sem o consumo de combustível álcool ou gasolina. Em 2004 a marca já apresentou um modelo com pilha de combustível, a base de hidrogênio, porém não foi fabricada para o mercado.

O mercado de meios de transportes, desde carros, motos ou aviões, está se ampliando e o objetivo principal de todos é visar o impacto ecológico, com muitas inovações, para oferecer praticidade, conforto, sem agredir o meio ambiente, economizando de todas as formas possíveis, transformando tecnologias em amigas do meio ambiente, com produtos originais e atrativos para obter sucesso

Por SM

Editado Por Fabio Weslley

Equipe Acelera Mente

Categorias:Acelera Mente Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,