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Posts Tagged ‘moto na estrada’

Conceito BMW dá pistas de como será o scooter da marca alemã

 

Apesar de ter sido apresentado como um conceito no Salão de Milão 2010, realizado em novembro, o BWM Concept C apontou um novo nicho de mercado no qual a marca alemã pretende entrar: o de maxi scooters. Há tempos circulam rumores de que a BMW, pensando no futuro da mobilidade, pretende investir em um veículo de locomoção urbana (urban commuter). E nada melhor para encarnar esse conceito que um scooter do futuro. Por isso não falta tecnologia embarcada e design inovador nesse conceito alemão.

Feito para cruzar as grandes metrópoles e também estradas, o Concept C tem um propulsor com dois cilindros paralelos e o câmbio é do tipo CVT. Dados de desempenho e cilindrada não foram divulgados, mas a marca afirmou que não descarta a possibilidade de fabricar uma versão elétrica. O principal objetivo do modelo é conciliar a pilotagem e a agilidade de uma motocicleta com o conforto de um scooter.

O espaçoso banco em dois níveis tem costuras azuis combinando com os singulares pneus. Se o assento é de scooter os freios são de fazer inveja até mesmo para motocicletas esportivas. Na dianteira, um duplo disco com pinças radiais de seis pistões, enquanto na traseira um disco simples trabalha em conjunto com uma pinça também de seis pistões. Se isto não bastasse, o scooter ainda conta com um moderno sistema de ABS (anti-bloqueio).

NOVAS SOLUÇÕES
Uma das mais importantes características da BWM é a inovação. Quando a marca finalmente lançou sua primeira super esportiva de quatro cilindros, a S 1000 RR, as demais motos do segmento ficaram para trás. A esportiva superou as demais em potência e tecnologia. Logo já era esperado que um maxi scooter da marca não nascesse para ser ‘apenas mais um’ entre as diversas opções do segmento.

Os mais detalhistas vão reparar que o scooter não tem espelhos retrovisores. Em seu lugar foram instalados dois monitores de LCD que mostram imagens captadas por câmeras na parte traseira do modelo conceito. O painel, além de mostrar informações do computador de bordo, funciona como navegador GPS. Os faróis usam LEDs. A suspensão traseira é do tipo monolever e faz conjunto com a suspensão dianteira invertida (upside-down).

Mais que um simples devaneio de design, o Concept C realmente deverá se tornar realidade em breve — a imprensa estrangeira aposta que a BMW já mostre a versão definitiva para 2012. O objetivo da marca bávara é atrair consumidores de motos, scooters e até aqueles que buscam um meio de transporte ecologicamente correto. Com o avanço da tecnologia e dos materiais, como fibra de carbono e titânio, não é de se duvidar que no futuro as motos sejam ainda melhores do que as imaginamos hoje. E a versão de série do Scooter BMW pode ser ainda mais inovadora

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Editado Por Fabio Weslley

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Lista adianta dez motos que vão ganhar as ruas brasileiras em 2011

 

Mal começou o ano, novos modelos de motocicletas já estão nas ruas. A Honda iniciou 2011 acelerando fundo: apresentou a Shadow 750 com espírito renovado, uma nova carenagem para a Titan 150 e a Biz 125 com motor bicombustível. E com o crescimento da economia e das vendas de motos, este ano ainda promete muitos outros lançamentos para agitar o mercado.

Entre as novidades, selecionamos dez motocicletas que devem desembarcar no Brasil em 2011 e merecem atenção especial dos apaixonados por duas rodas. Confira:

BIMOTA DB8
Apesar da exclusividade da marca, a Bimota lançou no exterior em 2010 a DB8 para ganhar volume de vendas. O modelo biposto equipado com motor Ducati de 170 cavalos abdicou das peças de fibra de carbono e titânio e adotou o alumínio e plástico na confecção de sua nova roupagem para ficar “um pouco” mais acessível. Lá fora custa 20.000 euros, mais de 10% a menos que outros modelos da fábrica. Com materiais menos nobres, porém com a mesma alma esportiva, a DB8 seria um ótimo lançamento para os fãs brasileiros de motos nervosas.

Divulgação

Honda Transalp XL700V traz proposta aventureira

Divulgação

Yamaha FZ8 vai ‘pegar’ Honda Hornet e Kawa Z750

Divulgação BMW K 1600 GTL é gran-turismo de R$ 106 mil

BMW K 1600 GTL
Essa gran-turismo alemã já deu as caras no último Salão do Automóvel. Tudo indica que ainda neste primeiro semestre a K 1600 GLT equipada com motor de seis cilindros em linha, 1.649 cm³ de capacidade, vai desembarcar por aqui. Os mototuristas que puderem pagar os R$ 106 mil terão o prazer de curtir os 160 cavalos de potência máxima a 7.500 rpm e 17,8 kgf.m de torque máximo a 5.500 rpm. Como é de praxe nos modelos da marca alemã, a K1600 GTL terá muita tecnologia embarcada. A começar pelo farol direcional que se ajustará de acordo com o peso da moto — piloto, garupa e bagagem — e que também acompanhará a trajetória da motocicleta em curvas. Um sistema de segurança até então inédito em motos.

DUCATI MULTISTRADA 1200
Outra big-trail que pode ajudar sua viagem até a Patagônia a sair do papel, a Ducati Multistrada 1200 foi mostrada no Salão da Motocicleta e deve começar a ser comercializada em breve. Além de um potente motor V2 de 1200 cm3, a big-trail italiana chega com um pacote eletrônico como ajuste eletrônico de suspensão, controle de tração e freios ABS. Sem falar em um moderno sistema de modos de pilotagem que faz dessa Multistrada uma moto 4 em 1. Pelo sucesso que tem feito na Europa, essa italiana deve conquistar também muitos motociclistas brasileiros.

HARLEY-DAVIDSON FORTY-EIGHT
Com o anúncio de que o Grupo Izzo e a Harley-Davidson Motorcycles chegaram a um acordo depois do imbróglio judicial que atrapalhou os lançamentos da marca no Brasil em 2010, os fãs (e são muitos) aguardam ansiosamente por novidades. Bem que a primeira delas poderia ser a bela Forty-Eight (48), integrante da família Sportster e equipada com o motor Evolution de 1.200 cm3. Com clara inspiração na escola hot-rod — veículos das décadas de 1930 e 1940 modificados — a Forty-Eight traz um largo pneu de 130 mm na dianteira e de 150 mm na traseira. Tem ainda para lamas “cortados”, ou seja, mais curtos que os usados nos outros modelos da linha Sportster. Além de reviver o estilo hot-rod, a Forty-Eight traz de volta o lendário tanque “peanut” (amendoim) que equipava os modelos mais antigos da família. Com vocação urbana, agradaria aqueles que querem uma moto para rodar com estilo na cidade.

HONDA VFR 1200F
A sport-touring impacta primeiramente pelo seu design futurista e já fez sua estréia no Salão do Automóvel 2010. A Honda não confirma, mas tudo indica que a VFR 1200F deve desembarcar no Brasil no segundo semestre deste ano. Equipado com um motor de quatro cilindros em “V”, com 1.273 cm³ de capacidade, a principal qualidade do propulsor é o torque disponível: mais de 13 kgfm a 8.750 rpm, sem falar no desempenho esportivo dos 172 cv a 10.500 rpm. Comercializada em uma versão com câmbio manual, a grande novidade da VFR 1200F é mesmo o câmbio automático, com duas embreagens, o primeiro desse tipo a equipar uma motocicleta.

HONDA TRANSALP XL700V
Também mostrada no Salão do Automóvel de 2010, a topa tudo Honda XL 700V Transalp já foi confirmada como um dos lançamentos deste ano. Veterana no mercado europeu, a Transalp 700 traz motor bicilíndrico em “V” de 680,2 cm³ de capacidade, refrigerado à água e com sistema de injeção PGM-FI. Gera 60 cv a 7 750 rpm e 6,12 kgfm a 5 500 rpm. Versátil e pronta para encarar qualquer estrada, a Transalp é o sonho de qualquer motociclista que procura mais opções no segmento, além da Yamaha XT 660R e da BMW G 650 GS. Com tanque de combustível de 17,5 litros e parabrisa, a Transalp tem uma proposta mais aventureira que as concorrentes.

KAWASAKI ZX-10R
Uma das esportivas de 1.000 cm3 mais adoradas de todo o mundo, a Kawasaki Ninja ZX-10R está completamente nova para 2011. Tudo com a promessa de oferecer 200 cavalos de potência máxima — o que se confirmado será a esportiva mais potente do mundo. Além do propulsor de quatro cilindros em linha, 998 cm3, a Kawa equipou a Ninja 1000 com muita eletrônica. A ZX-10R 2011 terá um inédito sistema de controle de tração projetado para o uso em circuitos. Assim como os freios com ABS, também voltados para o uso esportivo. Se seguir a mesma estratégia do modelo 2010, que chegou rapidamente ao País, a Kawasaki deve lançar em breve essa nova Ninja no Brasil. Somente um problema nas molas das válvulas, que gerou um recall das primeiras unidades no exterior, pode atrasar a chegada da ZX-10. Mas é provável que ela desembarque em nossas pistas até dezembro.

KTM DUKE 125
Apesar de sua baixa capacidade cúbica, a KTM Duke 125 figura nesta lista porque o modelo deve ser o primeiro da fábrica austríaca montado no Brasil. Recentemente, a empresa emitiu um comunicado oficial confirmando que vai assumir o controle das operações no país, até então nas mãos de um distribuidor oficial e exclusivo. Lançada no Intermot 2010, a KTM Duke 125 quer atrair os jovens consumidores para a marca laranja.

Equipada com um motor de um cilindro e 124,7 cm³ de capacidade, a Duke 125 tem refrigeração líquida e injeção eletrônica Bosch para produzir 15 cavalos a 10.500 rpm. Além de ser mais uma opção para quem quer começar no mundo das motos, a Duke 125 vai marcar a estreia de mais uma montadora de motocicletas no Brasil.

YAMAHA SUPER TÉNÉRÉ XT1200Z
A lendária big-trail japonesa renasceu em 2010 e não são poucos seus fãs brasileiros que a aguardam ansiosamente. Apesar de sua irmã menor, a XT660Z Ténéré, já ter até sido flagrada rodando no Brasil, deve ser mesmo a “Super” que vai chegar primeiro por aqui. Muitos motociclistas vão querer provar as qualidades aventureiras desta Yamaha, como tanque de 23 litros, ciclística reforçada e também acelerar o motor de dois cilindros paralelos e 1.200 cm¬3. Sem falar na eletrônica embarcada como controle de tração, freios ABS e gerenciamento do motor. A grande dúvida é: será a nova Super Ténéré 1200 é uma rival à altura da BMW R 1200 GS? Tudo indica que a resposta virá ainda neste primeiro semestre.  

YAMAHA FZ8
A naked FZ8 substituiu a linha FZ6 na Europa, posicionando-se como esportiva de média cilindrada com especificações topo de linha e motor mais potente. Deixa, assim, a linha XJ6, à venda Brasil, como opção mais acessível aos motociclistas.  Há rumores de que a marca dos diapasões traga a FZ8 para enfrentar a Honda Hornet e a Kawa Z 750. Os motociclistas esperam que isso seja verdade. Afinal, a FZ8 traz um novo motor de 779 cm³ com quatro cilindros em linha, duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC) e refrigeração líquida, capaz de produzir 106 cv de potência máxima a 10.000 rpm. Seria mais uma opção no concorrido segmento de motos naked de média cilindrada

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Honda Biz 125 vira flex e Shadow 750 ganha ABS

 

Novidades na linha 2011 incluem ainda retoques no best-seller CG 150 Titan

Três motocicletas de sucesso da Honda, sendo dois best-sellers, trazem importantes mudanças neste 2011. As novidades incluem os modelos Biz 125, CG 150 Titan e Shadow 750. Com 95% dos componentes de chassis e carenagem renovados, a Biz agora é flex, ampliando a linha bicombustível, já integrada por CG 150 Titan, CG 150 Fan e NXR 150 Bros

Interpress Motor realizou um rápido test-drive com o modelo em Florianópolis (SC) e constatou a extrema facilidade na condução, que ficou mais suave, com motor de balancins roletados no cabeçote, e posição com guidão mais elevado, bastante cômoda. Com altura de 1.087 milímetros e distância do solo de 130 mm, o que mais chama a atenção é a leveza na pilotagem.

Honda Biz 125 - foto Divulgação

Honda Biz 125 - foto Divulgação

Honda Biz 125 - foto Divulgação

Honda Biz 125 - foto Divulgação
A Honda Biz 125 virou flex e ganhou várias novidades no design

Seu assento em dois níveis está mais amplo e foi reposicionado, oferecendo mais espaço para as pernas. O garupa ganhou novas pedaleiras, fixadas ao chassi. O painel de instrumentos inclui hodômetro, marcador de combustível e escala de utilização das marchas no velocímetro, além de luz de diagnóstico da injeção eletrônica.

No painel a luz “ALC” acende quando há mais de 80% de álcool no tanque e piscará quando a temperatura ambiente fica abaixo de 15°C. O motor é o OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm³ de cilindrada, que desenvolve 9,1 cv (cavalos) de potência a 7.500 rpm e torque (força) de 1,01 kgfm a 3.500 rpm, tanto com gasolina quanto com álcool.

Como o álcool é consumido mais rapidamente, o tanque de combustível foi ampliado de 4 litros para 5,5 litros, mas preservou o espaço para um capacete no bagageiro sob o assento.

Honda Biz 125 - foto Divulgação

Honda Biz 125 - foto Divulgação
No alto, painel da Biz; acima, compartimento sob o assento

Com novo design, a Biz ganha escudo frontal maior, assim como foi ampliada, na carenagem, a área pintada na cor da moto. Em preto, o escapamento traz ainda protetor de aço inox polido. Na frente há novo farol com acendimento automático e piscas com refletores multifocais. Na traseira lanterna e os novos piscas independentes (o que atende normas europeias) asseguram ótima visualização no trânsito.

Nas cores rosa metálico, verde metálico, vermelho e preto, a Biz 125 mantém os preços: R$ 5.290 para a versão KS (partida no pedal) e R$ 5.890 para a ES (partida elétrica). As duas versões da linha 2011 começam a ser vendidas em janeiro. Para abril está prevista a chegada da versão EX (substitui a atual Biz +), por R$ 6.590.

Shadow 750

Estradeira, a Shadow 750 chega às autorizadas em fevereiro, com novidades no design (inspirado no estilo chopper) e versão com freios Combined-ABS. Para-lamas e assento ficaram mais compactos e o tanque, que mantém a forma de gota, ganhou desenho mais alto na frente e baixo atrás, com capacidade para armazenar 14,6 litros de combustível (0,2 litros a mais que o modelo anterior).

A distância entre-eixos foi ampliada – de 1.639 mm para 1.655 mm – e o guidão ficou mais alto e estreito. O assento de 0,65 metro de altura do solo proporciona uma posição de pilotagem natural e confortável. Na frente o farol ficou mais compacto, com lente transparente, e atrás a lanterna é embutida no para-lama.

Honda Shadow 750 - foto Divulgação

Honda Shadow 750 - foto Divulgação
Shadow 750 traz novo design e opção de Combined-ABS

Integrado ao tanque, o painel de instrumentos permite fácil leitura do velocímetro, luz indicadora do neutro, pressão do óleo, temperatura do líquido de arrefecimento, luz de diagnóstico da injeção eletrônica e HISS (Honda Ignition Security System), sistema imobilizador que previne furto. As luzes indicadoras de reserva de combustível e farol alto ficam na mesa superior da motocicleta, enquanto as luzes indicadoras dos sinalizadores de direção ficam no tanque.

Novidade na linha 2011, há uma nova versão, equipada com freios Combined-ABS, que integra os benefícios do sistema ABS (antitravamento) aos do CBS (sistema de freios combinado, que distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira).

Honda Shadow 750 - foto Divulgação

Honda Shadow 750 - foto Divulgação
No alto, o painel da Shadow; acima, detalhe da lateral traseira

O motor é OHC (Over Head Camshaft), de 745 cm³ de cilindrada, quatro tempos, dois cilindros em “V” de 52º e arrefecimento a líquido. A potência é de 45,5 cv a 5.500 rpm e o torque, de 6,5 kgfm a 3.500 rpm. O câmbio de cinco velocidades não requer trocas constantes em razão do torque elevado. Gostosa de pilotar, a moto vem com injeção eletrônica PGM-FI.

Nas cores preto e vermelho metálico, o modelo terá preços sugeridos de R$ 28.880 (Standard) e R$ 31.880 (C-ABS).

CG 150 Titan

Na Honda CG 150 Titan, as novidades são mais modestas. Agora o modelo traz nova carenagem frontal, mais compacta e de design mais moderno, além de ser equipado com freio dianteiro a disco em todas as unidades.

Honda CG Titan 150 - foto Divulgação

Honda CG Titan 150 - foto Divulgação

Honda CG Titan 150 - foto Divulgação
Honda CG Titan traz carenagem mais compacta e novas versões

A Titan chega agora nas versões EX (R$ 7.390) e ESD (R$ 6.890), com previsão de comercialização de 15 mil unidades mensais (15% a mais em relação a 2010).

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Dispositivos ajudam a proteger sua moto de roubos e furtos

 

Devido algumas motos de baixa capacidade não serem aceitas pelas seguradoras, a solução é instalar dispositivos anti-furto, como travas, alarmes, rastreadores ou marcação de peças

Só quem teve a moto roubada ou furtada sabe o desgosto que dá. Afinal, por mais que se faça o seguro do veículo, a moto é mais que um simples bem do proprietário, mais que o valor a ser ressarcido. É a companheira do dia a dia, de longas viagens, dos passeios no fim de semana. Além disso, alguns modelos de motos, como os de baixa cilindrada, não são aceitos pelas empresas seguradoras. Em outros casos, o valor do prêmio do seguro chega a ser proibitivo, atingindo 30% do valor da motocicleta. Por essas razões nunca é exagero tomar medidas para prevenir o roubo ou furto de sua moto.

Para isso existem diversos métodos, que vão desde um simples cadeado no disco de freio até modernos rastreadores com tecnologia GSM. Cada um desses dispositivos tem sua finalidade e vantagens. Conheça alguns mecanismos que vão lhe ajudar a evitar “os amigos do alheio”. Sempre lembrando que caldo de galinha e prudência não faz mal a ninguém.

TRAVAS, CORRENTES E CADEADOS
Amarrar a moto em alguma coisa é um método um tanto arcaico, que vem desde o tempo de amarrar o burro na sombra, mas que ainda tem lá sua eficácia, além do baixo custo. Para isso há correntes fabricadas especificamente para motocicletas. Reforçadas, trazem um revestimento plástico que evitam que o acessório enferruje ou risque a moto. Serve para aquela paradinha rápida na farmácia. Mas algumas infelizes vítimas descobriram da pior forma possível que, por mais resistente que seja a corrente, há um alicate capaz de cortá-la.

Uma opção são as travas de disco ou coroa. Além de serem menores e mais fáceis de transportar que as correntes, são mais difíceis de serem violadas. Porém, têm na pressa e no esquecimento seus maiores inimigos. Isso porque é comum motociclistas que usam esse tipo de trava esquecer-se de tirá-la quando vai sair com a moto. Aí é chão na certa, aquele tipo de queda que fere mais o orgulho do que o corpo.

Para evitar esse tipo de problema, alguns fabricantes oferecem sistemas que ajudam o motociclista a lembrar da trava. Algumas têm um cabo que é preso junto à manopla e outras contam ainda com um útil alarme, como a trava Luma com alarme sonoro de 110 decibéis que toca assim que se movimenta a moto. Além de lembrar o piloto de retirar a trava, funciona como alarme contra bandidos.

OPÇÕES PARA A SEGURANÇA DA SUA MOTO

  • Algumas travas oferecem uma sirene que, além de funcionar como alarme quando alguém mexe na moto, lembram o motociclista de retirar a trava antes de sair rodando
  • A marcação de peças tem a intenção de inibir roubos e furtos. Selo identifica motos que têm as peças marcadas com o número do chassi
  • Alarmes também são alternativas para se evitar o furto da moto. Eles emitem sinal sonoro e podem bloquear a ignição da moto
  • Rastreadores podem ser úteis para recuperar uma moto roubada. Contudo, é necessário pagar uma mensalidade pelo serviço

ALARMES
Outro mecanismo que pode evitar o furto de sua moto são os alarmes. Mais caros que as travas e cadeados, porém mais sofisticados. Emitem um sinal sonoro caso alguém tente mexer na moto e muitos deles ainda contam com um sensor de presença, que bloqueia a ignição caso o chaveiro do alarme não esteja por perto.

Na hora de escolher o alarme, procure um projetado especificamente para motocicletas. Pois dessa forma o módulo, além de menor, é fabricado para suportar as vibrações de uma moto e também as intempéries, como sujeira e chuva. Outro detalhe importante é que a instalação de um alarme em uma moto zero-quilômetro quando feita de forma incorreta faz com que você perca a garantia da parte elétrica da moto.

Por isso é aconselhável procurar um alarme de boa qualidade que ofereça plugues para conexão sem que seja necessário cortar o chicote elétrico da moto. Ou ainda escolher alarmes fabricados para o modelo da sua moto, como por exemplo, os alarmes Duoblock PX da Pósitron feitos especificamente para alguns modelos da linha Honda, como a CG 150 Titan e CB 300R, e Yamaha, caso da YBR. “Nossos alarmes estão agregando diferentes tecnologias com um custo relativamente baixo para proteger o veículo”, explica Kelly Nakaura, Gerente de Marketing da Pósitron, marca líder no segmento.

Com custo médio de até R$ 200,00, os alarmes são uma das alternativas para proteger sua moto. Porém a desvantagem é que qualquer ladrão já conhece o funcionamento dos alarmes e do sensor de presença. Alguns trazem até dois chaveiros – um falso e outro verdadeiro – para tentar “enganar” o assaltante, mas esse é outro truque manjado. Não arrisque sua vida, ela vale mais que sua moto.

MARCAÇÃO DE PEÇAS
Outra medida que visa inibir os bandidos é a marcação de peças. O sistema de controle e gravação do número do chassi em diversas peças da moto funciona como segurança passiva. Como não interfere nos sistemas elétricos e não há a necessidade de dar qualquer comando para sua ativação, a marcação de peças evita perseguições e preserva a integridade física do motociclista. A marcação não evita que você seja vítima, mas inibe de certa forma a ação dos bandidos.

“O selo que colamos no veículo e o número do chassi gravado nas peças de maior valor comercial fazem o bandido desistir de levar aquela moto e procurar outra”, defende Rodrigo Lambert, Gerente Comercial da DNA Security, uma das empresas que oferece o serviço de marcação.

Segundo dados da DNA Security em parceria com as seguradoras, as motos com peças gravadas tem 60% menos freqüência de roubos do que as que não têm. “A marcação ainda oferece prova material do crime”, completa Lambert.

A novidade da empresa no segmento é a nanotecnologia com o DNA AutoDot que consiste na pulverização de 15 mil micropontos de níquel com código único. Os micropontos podem ser espalhados em qualquer parte da moto e são uma opção para aqueles que não querem gravar o número do chassi. No caso da DNA Security a marcação do número do chassi custa R$ 180,00 e o sistema AutoDot sai por R$ 280 – ambos podem ser parcelados em até 10 vezes.

RASTREADORES
Um dos sistemas mais sofisticados (e também mais caros) para se prevenir o roubo do veículo são os bloqueadores com monitoramento remoto, conhecidos como rastreadores. Muito comum em automóveis, a tecnologia não evita exatamente o roubo ou furto, mas ajuda na localização do bem.

O sistema funciona por GPS, radiofreqüência ou GSM, dependendo do rastreador. Alguns rastreadores permitem que se visualize pela internet onde moto andou, em qual velocidade e também se o veículo está ligado ou não. Há ainda a possibilidade de se criar uma “cerca eletrônica” e caso a moto saia do perímetro delimitado o motociclista é avisado por e-mail ou por mensagem de texto no celular.

Uma das desvantagens é a necessidade de ter de pagar uma mensalidade para o serviço de monitoramento. A Pósitron oferece o rastreador RT 160, selado e projetado para motos, sem custo do equipamento: paga-se R$ 100 pela instalação e mais R$ 49 pela mensalidade básica do serviço de monitoramento. Por outro lado, algumas seguradoras dão desconto no prêmio caso a motocicleta possua rastreador.

Todos esses sistemas visam prevenir ou oferecer mais segurança para o motociclista. Mas é sempre bom lembrar que a instalação ou a utilização desses equipamentos significa um acessório complementar. Mas não há nenhuma garantia contra o furto do bem. Mas como diz o ditado, melhor prevenir

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Moto do filme Tron vira realidade

 

Com os avanços tecnológicos e de materiais de construção artesanal para veículos, muitas preparadoras independentes puderam criar todo tipo de modelos que aparecem no cinema, como a moto do Exterminador do Futuro, a Batpod do Batman, entre outros. Assim, a Tron Cycle não poderia escapar de chegar à realidade.

A base usada para o conceito foi a de uma Suzuki TLR1000, que usa um motor V-Twin de 135 cv. Fora isso, a Tron Cycle nada tem a ver com suas origens japonesas, já que a preparação lhe confere todo o espírito norteamericano, “muita potência, chamativa, enorme, mas que não serve para curvas”.

A moto pesa 215 kg, com 2,54m de comprimento e quase 60 cm de largura. As dimensões são para dar uma estética semelhante à moto virtual, mas tornam a moto impossível de ser usada normalmente. A largura exagerada e a posição de pilotagem, com os braços muito esticados não permitem manobras fechadas.

A maioria das motos customizadas são espetaculares, mas pouco úteise e a réplica da Tron Cycle não é diferente, além de custar 55 mil dólares (R$ 92.700).

 

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Motos BMW ganham ‘halo de luz’

 

Um dos estandes mais concorridos da 7ª edição do Intermot, que acontece entre 6 e 10 de outubro, em Colônia, Alemanha, é o da marca bávara BMW. Não apenas por se tratar de uma marca local, mas porque todos querem ver de perto a nova linha K 1600, com os motores de seis cilindros em linha.

A grande estrela da nova linha é o propulsor de 1.649 cm³ de capacidade. Serão 160 cavalos de potência máxima a 7.500 rpm e 17,8 kgfm de torque máximo a 5.500 rpm. E segundo a BMW, 70% desse torque já está disponível a partir de 1.500 rpm.

O enorme propulsor, o primeiro fabricado pela BMW com 1,6 litros e seis cilindros, vai equipar as novas K 1600 GT e K 1600 GTL. Ambas são praticamente a mesma motocicleta, porém com diferentes posição de pilotagem e equipamentos de série. A versão GTL tem uma proposta grã-turismo, já a GT tem posição de pilotagem mais sport-touring.

Para Hendrik Von Kuenheim, presidente da divisão de motocicletas da BMW, os modelos mostram que a BMW está sempre buscando cativar novos clientes e caminhos diferentes. “Apesar da queda nas vendas, aumentamos nosso market share. Prova que podemos sobreviver em tempos difíceis, se seguirmos na direção certa”, declarou Hendrik, citando os últimos produtos, como a esportiva S1000RR e até mesmo a produção CKD da G 650 GS em Manaus.

TECNOLOGIA EMBARCADA
As novas K1600 GT e GTL trarão ainda muita tecnologia embarcada. A começar pelo farol adaptável que se ajustará de acordo com o peso da moto — piloto, garupa e bagagem — e que também acompanhará a trajetória da motocicleta em curvas.

Além disso, haverá ainda três modos de pilotagem (rain, road e dynamic) e o elogiado controle de tração, usado na esportiva S 1000RR. Freios ABS integral, suspensões eletronicamente ajustáveis e farol de xênon completam o pacote. Como opcional uma tela de cristal líquido de alta definição trará o sistema de navegação integrado ao painel. Os modelos devem chegar ao mercado no primeiro semestre do próximo ano.

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