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Archive for outubro \20\UTC 2010

Honda inaugura nova linha de produção em Manaus

Destinada exclusivamente a fabricar modelos de até 125 cc, a nova instalação cria mais de 700 empregos na capital manauara

De olho nas demandas futuras, Honda inaugurou oficialmente uma nova linha de produção em Manaus (AM) na última quinta-feira (14). Batizada de HDA 2, a linha é exclusiva para três modelos de baixa cilindrada da marca — Pop 100, Biz 125 e Lead 110. Com isso a linha principal, onde é fabricada a CG 150 Titan Mix, por exemplo, poderá ser flexibilizada para atender outras necessidades do mercado. A HDA 2 recebeu investimento de R$ 90 milhões, ocupa um galpão de 21.750 m² de área construída e abriu 760 novos postos de trabalho.

A expectativa é de que em 2011 sejam produzidas 300 mil unidades na nova linha. Já para 2013 esse número deve subir para 415 mil unidades. Mas a nova instalação tem capacidade produtiva de 500 mil unidades/ano. Hoje, a nova linha fabrica uma Biz 125 ou uma Pop 100 em apenas 39 segundos. Já para o scooter Lead 110 são gastos 49 segundos para sua completa montagem.

Oldemar Lanck, superintendente adjunto da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), disse durante a inauguração da nova linha de produção que “a Honda apresenta uma expansão rápida e forte”. Sempre acompanhando o ritmo do mercado de duas rodas.

Já Isper Abrahim Lima, secretário da Fazenda do Governador do Amazonas, se diz muito satisfeito com os 760 novos postos de trabalho. Ele também comentou que a multinacional de origem japonesa garante mais de 10 mil empregos diretos para o estado.

LINHA DE PRODUÇÃO
Segundo o presidente da Honda South America, Sho Minekawa, a nova unidade já estava pronta, porém sua inauguração teve de ser adiada em função da crise econômica mundial. “Com os números mais favoráveis no mercado interno, a nova linha pôde ser finalmente aberta”, disse Minekawa, afirmando também que toda a produção é sincronizada no chamado “fluxo contínuo”.

Um jeito fácil de entender isto é pensar em um cabide na qual as partes prontas vão sendo “penduradas” em um sistema aéreo. No exato momento que uma peça é finalizada, o componente é literalmente colocado nesse cabide móvel. Itens como o banco e o quadro são feitos dentro da própria fábrica, o que significa uma produção altamente verticalizada. No final da linha de produção o quadro e o motor são unidos e as demais partes já estão prontas para serem instaladas.

Até mesmo os primeiros testes de rodagem e frenagem são feitos na própria linha de montagem. Assim que o tanque de gasolina está pronto, o reservatório recebe uma pequena quantidade de combustível que será utilizado nos testes. Com a moto totalmente montada, o modelo passa por uma inspeção final e, em seguida, é encaminhada para as áreas de embalagem e logística.

A previsão é de que até o final do ano sejam produzidas 1.430.000 motos na fábrica da Honda em Manaus (AM). Desde o início da fabricação de modelos Brasil, isso na década de 70, a marca já produziu mais de 14 milhões de motocicletas. Hoje o complexo industrial Honda em Manaus ocupa atualmente uma área total de 661 mil m².

Com a nova linha de produção, a expectativa da Honda é atingir um recorde histórico, já que a capacidade máxima produtiva ultrapassará a casa dos dois milhões de motocicletas por ano

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

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Kawasaki Z1000 é monstro domável

 

Recém chegada ao Brasil, a nova versão da Kawasaki Z 1000 é praticamente um estandarte do segmento de muscle nakeds. Seu visual agressivo e porte musculoso impressionam. Chegam até a assustar. Mas só até montá-la. O assento fica a apenas 815 mm do solo e seu tanque, apesar de largo, proporciona bom encaixe para as pernas. O guidão aberto completa a boa ergonomia desse monstro japonês.

No painel compacto, montado sobre o guidão, chama atenção a lente amarela que cobre a tela de cristal líquido com velocímetro digital, conta-giros e as informações necessárias. Distrai o piloto antes de uma das grandes atrações do modelo despertar: o propulsor de quatro cilindros em linha e 1.043 cm³ que garante a Z1000 o desempenho digno de uma esportiva.

MOTORZÃO
Os números, assim como toda a moto, são superlativos: 138 cv de potência máxima a 9.600 rpm e absurdos 11,2 kgf.m de torque máximo a 7.800 rpm. Porém não se assuste. Toda essa cavalaria vem de uma forma bastante amigável e linear, sem sustos.

Não confunda essa docilidade, entretanto, com baixo desempenho. Em altos giros, passando das 8.000 rpm, essa naked se comporta como uma superesportiva. Afinal, o motorzão de 1.000cc foi herdado de versões anteriores da nervosa Ninja ZX-10R. Domesticado, ele garante que seja possível desfilar o belo design dessa Kawa em um passeio pela cidade — sem o desconforto dos semi guidões e da pilotagem racing das esportivas.

O guidão aberto e a posição das pedaleiras garantem uma postura relaxada, típica das nakeds e ideal para o uso urbano. Sacrificando é claro a proteção aerodinâmica oferecida pelas carenagens integrais das superesportivas em alta velocidade. E a Z1000 passa com facilidade dos 200 km/h.

CICLÍSTICA PRECISA
Mas a vocação da Z1000 para uma pilotagem mais radical não fica restrita ao desempenho do motor. Os engenheiros da casa da Akashi projetaram um conjunto ciclístico preparado para velocidades altas e curvas bastante inclinadas.

FICHA TÉCNICA: KAWASAKI Z1000

Motor: DOHC, 1.043 cm³, quatro cilindros em linha, refrigeração líquida.
Potência máxima: 138 cv a 9.600 rpm.
Torque máximo: 11,2 kgfm a 7.800 rpm.
Transmissão: Câmbio de seis velocidades, com transmissão final por corrente.
Suspensão: Garfo invertido de 41 mm na dianteira; back-link horizontal com amortecedor a gás na traseira.
Freios: Disco duplo de 300 mm e pinça com quatro pistões (dianteiro); disco simples de 250 mm (traseiro).
Dimensões: 2.095 mm de comprimento, 805 mm de largura e 1.085 mm de altura. Entre-eixos 1.440 mm, altura do assento de 815 mm e 140 mm de altura mínima para o solo.
Peso: 218 kg.

O quadro de dupla trave superior poderia equipar qualquer superesportiva de gerações anteriores. Mesmo em condições extremas, como esse teste feito em uma pista fechada, o conjunto demonstra rigidez na medida mantendo a Z1000 na trajetória em curvas de alta.

Elogios também vão para as suspensões. Na dianteira, escondido sobre os protetores que ajudam a dar o porte “musculoso” a essa naked, está um garfo telescópico invertido de 41 mm de diâmetro, ajustável. Aí se percebe que as diferenças entre a Z1000 e sua irmã menor, a Z750, vão além da maior capacidade cúbica. As suspensões da “milzona” têm visivelmente especificações melhores que as da 750 cm³. Na traseira, o conjunto mola amortecedor, também ajustável, mantém a balança no solo com eficácia.

Os freios a disco em ambas as rodas possuem praticamente as mesmas especificações de uma moto esportiva: disco duplo de 300mm de diâmetro na dianteira com pinças Tokico de fixação radial e quatro pistões opostos. Deve ser ainda melhor na versão com ABS, que também está disponível por aqui.

SUPERLATIVA
Em poucas palavras, pode-se dizer que a muscle naked da Kawasaki faz tudo demais: acelera demais, freia demais, deita demais nas curvas… Pode não ser uma excelência e nem a melhor do mundo em cada um desses quesitos, mas não decepciona.

Não seria exagero dizer que a Kawasaki Z1000 consegue reunir o melhor de dois mundos: o desempenho de uma esportiva com o conforto de uma naked. Já que para seu porte avantajado e seus 218 kg tem uma maneabilidade que merece aplausos. Bem posicionado, o motociclista mais experiente se surpreende como uma 1.000 cm³ pode ser tão fácil de domar. Ideal para quem quer ter na garagem uma moto radical e potente, mas sabe que não é todo dia que se coloca o macacão para acelerar na pista.

Não é a toa que o segmento das nakeds de grande capacidade vem ganhando fãs nos últimos anos. Praticamente todas as fabricantes já têm um modelo em seu line-up. Até então, apenas a Suzuki B-King 1300 e a BMW K1300R estavam disponíveis no Brasil. Agora a Kawazaki Z1000 chega com atributos para disputar essa briga. Além de suas qualidades técnicas, tem no preço de R$ 46.990, inferior às concorrentes, outro bom argumento de vendas.

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

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