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Archive for agosto \28\UTC 2010

KTM 125 Naked pronta para debutar

 

Apresentado no Salão de Motocicletas de Milão, a KTM 125 atraiu a atenção da mídia e dos fãs da marca. E isso aconteceu não só pela parte mecânica com motorização inédita para a marca, mas também pela beleza do protótipo. O motor de 125 é monocilíndrico de quatro tempos com quatro válvulas de 15 cv, refrigerado a líquido e com partida elétrica.

Projetada e desenvolvida por Mattinghofen, a moto terá preço para disputar com os best-sellers japoneses. Isso graças a ajuda da Bajaj, empresa indiana que possui grande participação na KTM e tem vasta experiência na produção de motores pequenos. O objetivo é transmitir ao consumidor uma filosofia que mostre a KTM como acessível e ambientalmente correta.

Feita na Áustria, a KTM 125 é um produto focado para o entretenimento que traz materiais de qualidade e espírito esportivo, sem deixar de lado a praticidade e facilidade de condução. A moto chega em 2011 e será comercializada em 20 países

 

Por Portal UOL

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CB 300R 2011 Chega em Setembro

Eng Cesar M. Delima – Óleo Nível Moto Clube  

 Quem vai a uma concessionária Honda estranha que não há muitas CB 300R expostas e, quando demonstra interesse de compra, aí mesmo é que, até estranhamento, constata que não há mesmo muitas unidades disponíveis para venda, já começam a faltar algumas cores, ou não tem a opção com ABS, e o vendedor vai desconversando para ver se vende a que tem no estoque mesmo.
Em algumas concessionárias, inclusive, o preço da CB 300R até aumentou um pouco, pois, tal como na famosa lei da “oferta e da procura”, na escasses de um produto, não há tanta necessidade de se conceder descontos. O preço final, em algumas cidades, chegou a ser majorado em R$500,00.
A CB 300R foi o principal lançamento de 2009, uma das motos mais esperadas e comentadas mesmo antes de ser apresentada oficialmente no dia 29 de maio do ano passado.
Nos primeiros meses de venda, a CB 300R foi um estrondoso sucesso, uma moto que teve uma procura como poucas vezes aconteceu no mercado motociclístico.
No entanto, com o passar do tempo, uma forte campanha da Kasinski retomou as vendas da Comet GT-R 250, a Kawasaki começou a se consolidar mais no Brasil com um maior número de concessionárias e a Ninja 250R também se tornou um sucesso e a Yamaha, no dia 3 de fevereiro, apresentou para a imprensa a nova Fazer 2011, que recebeu uma grande aceitação por parte dos consumidores. Some-se a isso tudo a expectativa em torno de uma “mini B-King” de 250 cilindradas a ser lançada pela Suzuki em 2011 e vemos que a hegemonia da CB 300R ficou seriamente abalada.
Nos últimos meses, a CB 300R continuou sendo boa de vendas, mas já não com tanta facilidade assim, sendo necessário, por parte dos concessionários anunciá-la bastante, conceder alguns descontos ou oferecer algumas promoções. No segmento em que se posiciona, a CB 300R ficou na mira de comparações constantes com um concorrente direto como a Fazer 2011 ou com concorrentes alternativos como a Comet GT-R 250 e Ninja 250R.
Recentemente, segundo nossas fontes, a Honda orientou os seus concessionários a procurarem “zerar” seus estoques de CB 300R por conta do lançamento do modelo 2011. Este tipo de orientação somente é dada quando está para ocorrer uma modificação significativa com uma moto, o que seria muito estranho no caso da CB 300R, lançada há pouco mais de um ano.
Com certeza se pode esperar uma nova gama de cores, possivelmente novos grafismos e soluções para alguns problemas praticamente crônicos do atual modelo, mas, o que é mais provável, é que uma versão “mix” da CB 300R seja revelada. Resta esperar pra ver.

Ed. Cesar M. Delima

Fornte: Sobre Motos

Categorias:Acelera Mente

Triumph Daytona 675 é um foguete inglês de 126 cavalos

 

Difícil não prestar atenção nesta Triumph Daytona 675. Ainda mais na cor vermelha como a da unidade testada. Na dianteira os faróis lembram os olhos de uma fera. As bengalas dianteiras douradas e o escapamento com saída sob o banco mostram que este modelo nasceu para brilhar nas pistas. Ela poderia estar facilmente em uma galeria de arte, mas foi feita mesmo para acelerar. Ao ligar o motor e começar a rodar surge a primeira surpresa: o ronco é diferente do esperado e mais parece um assobio. Porém o mais impressionante é a reposta do motor, rápida e forte em quase todos os regimes de rotação. Afinal o que essa moto tem de diferente das demais esportivas da categoria de 600 cm3?

Desde que foi lançada pela Triumph, a Daytona 675 venceu na Europa diversos comparativos e corridas da categoria Supersport. Apesar de um cilindro a menos que a concorrência, sim o modelo inglês é uma tricilíndrica, o motor tem 75 cm3 a mais de capacidade, daí o nome 675. Hoje, suas principais rivais no mercado internacional são a Honda CBR 600RR, a Kawasaki ZX-6R, Yamaha YZF-R6 e a Suzuki GSX-R600.

FICHA TÉCNICA: Triumph Daytona 675

Motor: DOHC, 675 cm³, tricilíndrico, refrigerado líquida.
Potência máxima: 126 cv a 12.600 rpm.
Torque máximo: 7,54 kgfm a 11.750 rpm.
Transmissão: Câmbio de seis velocidades, com transmissão final por corrente.
Suspensão: Invertida de 41 mm com ajustes de pré-carga, compressão e retorno na dianteira; balança com amortecedor à gas e ajuste de pré-carga, compressão e retorno na traseira.
Freios: Disco duplo flutuante de 308 mm com pinças radiais de quatro pistões (dianteiro); Disco simples de 220 mm com pinça de um pistão (traseiro).
Dimensões: 2.010 mm de comprimento, 710 mm de largura e 1.105 mm de altura. Entre-eixos 1.415 mm e 830 mm de altura do assento para o solo.
Peso: 162 kg.

DESEMPENHO SURPREENDENTE
Normalmente as superesportivas de 600 cm3 são mais calmas em baixas rotações, precisando atingir altos giros para o motor entregar toda a sua potência. Porém na hora de acelerar essa inglesa fiquei surpreso com a resposta do motor, mesmo em baixas rotações. O principal trunfo desta moto é realmente a arquitetura de seu propulsor de três cilindros. Segundo a Triumph essa configuração tem o melhor dos dois mundos; o rápido aumento de rotações de um motor bicilíndrico e a “explosão” em altas rotações de um quatro cilindros em linha.

A potência de 126 cv e o torque de 7,54 kgf.m realmente impressionam frente a qualquer 600 cm3 do mercado. Outro diferencial do motor com três cilindros é seu tamanho reduzido em comparação às tetracilíndricas. Além de seu peso menor, permite que a moto seja mais estreita. Basta alguns minutos para começar a abusar do acelerador e aproveitar o melhor que esta moto tem a oferecer.

EQUIPADA
Para quem gosta de pilotar em circuito ou mesmo participar de um track day tem na Daytona 675 um modelo para fazer bonito nas pistas. Os freios são potentes e precisos, na dianteira os discos têm 308 mm de diâmetro (na Yamaha YZF-R1 são de 310 mm). Se isso não bastasse, as linhas de freio têm cobertura com malha de aço (Aeroquip). A suspensão dianteira, com tubos de 41 mm, tem todo o tipo de regulagem e garantem ótima estabilidade.

Abaixado na bolha é possível ver o completo painel que tem shift-light e até mesmo marcador de velocidade máxima atingida. Outro item que impressiona são os pneus. A moto testada estava calçada com pneus Pirelli Supercorsa SP, são pra lá de esportivos e permitem inclinar a moto até onde o juízo permitir. Até mesmo a posição de pilotagem é radical, com o piloto praticamente sobre o eixo dianteiro. Contudo, essa posição “racing” chega a cansar em viagens mais longas.

MAIS DÓCIL
Muitos motociclistas partem logo para as esportivas de 1000 cm3 como primeira moto grande. Pilotar uma superbike realmente é uma experiência única, porém o piloto precisa estar muito bem preparado para domar essas feras. Mas com uma 600 cm3 ou mesmo uma 675 cm3 você consegue ter a mesma diversão por um preço mais acessível e em uma moto mais fácil e dócil de pilotar.
Você pode não gostar do som do escapamento ou mesmo achar que um cilindro a menos pode fazer falta. Contudo, a Daytona 675 tem muito a oferecer. E só me resta uma dúvida: Ela é uma moto de rua com pegada racing ou uma moto racing que também pode andar na rua?

A Triumph Daytona 675 está com o preço promocional de R$ 36.900. Suas concorrentes no mercado nacional são a Honda CBR 600RR, que tem preço sugerido de R$ 47.000, e a Kawasaki ZX-6R, que custa R$ 48.880

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Projeto de Motos Vadoras Aquece Engenharia para 2011

Eng. Cesar M. Delima – Óleo Nível Moto Clube

A ideia de criar um veículo pessoal que tanto pode andar no solo como voar no céu, um sonho antigo de muita gente, pode virar realidade em breve, revelou a revista Scientific American nesta quinta-feira (7). A empresa Samson Motorworks, da Califórnia, nos Estados Unidos, anunciou que pretende lançar a Switchblade, uma motocicleta voadora, até o começo de 2011.

A maior dificuldade que a empresa teve de enfrentar foi conseguir passar pelas especificações do FAA, órgão americano que regulamenta aeronaves, e pelo departamento nacional de transportes daquele país.

 A Samson escolheu um modelo de três rodas para que a Switchblade atendesse às exigências de uma moto e se livrasse de algumas normas para carros, como a inclusão de para-choques, que tornam o veículo mais pesado e reduzem a aerodinâmica.

A moto voadora tem alguns recursos de um carro – os ocupantes sentam lado a lado em uma cabine climatizada, por exemplo – mas o longo nariz e as asas estão mais para um foguete do que para um sedan moderno. Quando não conseguiram se livrar dos obstáculos das regulamentações, os engenheiros da Samson encararam o desafio instalando espelhos retrovisores que são recolhidos durante o voo e asas que se abrem e entram para baixo da carroceria quando o veículo anda em terra firme.

A Samson pretende lançar um kit do tipo faça-você-mesmo de US$ 60 mil (R$ 103,2 mil) até o começo de 2011, mas o motor deverá ser vendido separadamente por US$ 25 mil (R$ 43 mil).

Analistas dizem que acham difícil a empresa cumprir o prazo de lançamento porque já foram anunciados vários modelos e até hoje nenhum deles decolou da garagem dos engenheiros.   

Editor Cesar M. Delima

Fonte Portal R7

 

Honda Biz enfrenta Yamaha Crypton em duelo de CUBs

 

 

No meio de um grande engarrafamento tanto faz estar dentro de um ônibus lotado ou de um confortável automóvel. Quem nessa hora nunca pensou: “Bem que eu gostaria de estar em uma moto”. Ver aquele monte de motos passando, enquanto todos outros veículos estão parados, desperta a inveja de qualquer um.

Para quem busca fugir do trânsito, ou mesmo dar o primeiro passo no mundo das duas rodas, tem nas CUBs uma boa opção. E possibilidade de escolha não falta neste que é um dos segmentos de maior volume de vendas no mercado brasileiro, com mais de 170.000 unidades comercializadas até julho deste ano. Entre elas a Honda Biz 125, a quarta moto mais vendida do Brasil, e a Yamaha Crypton T 115, relançada neste ano pela fábrica japonesa. Ambas são da categoria CUB (Cheap Urban Bike), têm embreagem centrífuga e quatro marchas, porém as semelhanças acabam por aí.

A Honda Biz em sua última reestilização recebeu um visual mais moderno, um novo motor de 125 cm³ e o mais importante: a alimentação por injeção eletrônica. A Yamaha Crypton voltou com um visual renovado e um motor de 115 cm³, mas a alimentação ainda é feita por carburador. Para este comparativo selecionamos as duas versões topo de linha com partida elétrica e freio dianteiro a disco, item que apesar de encarecer a moto é importante para a segurança do motociclista. Ainda mais para quem está começando no mundo das duas rodas.

FICHA TÉCNICA: Honda Biz 125 +

Motor: OHC, 124,9 cm³, monocilíndrico, refrigerado a ar.
Potência máxima: 9,1 cv a 7.5000 rpm.
Torque máximo: 1,06 kgfm a 3.500 rpm.
Transmissão: Câmbio de quatro velocidades rotativo, com transmissão final por corrente.
Suspensão: Garfo telescópico  na dianteira; balança oscilante na traseira.
Freios: Disco simples de 220 mm de diâmetro (dianteiro); Tambor de 110 mm (traseiro).
Dimensões: 1.880 mm de comprimento, 726 mm de largura e 1.075 mm de altura. Entre-eixos 1.261 mm, 133 mm de altura para o solo e 755 mm de altura do assento para o solo.
Peso: 101 kg.

FICHA TÉCNICA: Crypton T 115 ED

Motor: OHC, 113,7 cm³, monocilíndrico, refrigerado a ar.
Potência máxima: 8,5 cv a 7.5000 rpm.
Torque máximo: 0,88 kgfm a 5.500 rpm.
Transmissão: Câmbio de quatro velocidades, com transmissão final por corrente.
Suspensão: Garfo telescópico  na dianteira; braço oscilante na traseira.
Freios: Disco simples de 220 mm de diâmetro (dianteiro); Tambor de 130 mm (traseiro).
Dimensões: 1.930 mm de comprimento, 675 mm de largura e 1.055 mm de altura. Entre-eixos 1.235 mm, 126 mm de altura para o solo e 755 mm de altura do assento para o solo.
Peso: 94,9 kg.

DESEMPENHO
Olhando para a ficha técnica das motos parece que vai ser um passeio da Biz (9,1 cv de potência e 1,06 kgf.m) sobre a Crypton (8,2 cv de potência e 0,88 kgf.m de torque). Porém na prática, a teoria é outra. No dia-a-dia a moto da Yamaha se mostrou mais esperta nas saídas. Como a transmissão final da Crypton é mais curta ela sai mais rápido de semáforos e logo chega a hora de engatar a última marcha. 

Na Honda, a relação final é mais longa. Contudo depois que as motos ganham velocidade os desempenhos são muito parelhos, com leve vantagem para a Honda. A quarta marcha da Biz é bastante longa e acaba sendo usada somente em vias expressas.

Se na potência os modelos não chegam a impressionar na hora de abastecer elas fazem bonito. Durante nossos testes a Biz fez 40 km/l e a Crypton 38 km/l. O tanque da Yamaha tem 4,2 litros de capacidade e a Honda, 4 litros. Apesar do motor da Honda ter maior capacidade cúbica, a alimentação por injeção eletrônica acaba refletindo em menor consumo e respostas mais rápidas do acelerador. Já o motor da Yamaha mesmo bem acertado e funcionando sem engasgos é alimentado por carburador, que tem suas limitações. Mas o consumo não é tão prejudicado, pois a nova Crypton conta com a válvula de cut-off, que interrompe o fornecimento de combustível quando o piloto para de acelerar.

EQUIPAMENTOS
Lado a lado os dois modelos são bonitos e tem o visual moderno, porém em um olhar mais minucioso as diferenças começam a aparecer. Na Crypton os principais diferenciais são o indicador de última marcha engatada no painel (Top) e o suporte da pedaleira da garupa fixado diretamente no quadro (bacalhau), o que significa mais conforto para o passageiro.

Já a Biz + (mais) é o modelo mais completo da linha e tem belas rodas de liga leve. Outro diferencial da CUB Honda na versão + é o marcador de combustível e hodômetro digitais. Porém até mesmo nesta versão mais luxuosa, a Biz traz a pedaleira da garupa fixada na balança traseira. Desta forma o passageiro precisa flexionar as pernas e acompanhar o trabalho dos amortecedores traseiros.

Outra diferença entre os modelos são as rodas traseiras. Na Crypton, as duas rodas são de 17 polegadas o que garante mais estabilidade e segurança, principalmente em vias esburacadas. Entretanto, a roda traseira maior limita o espaço embaixo do banco. Na CUB da Yamaha, o máximo que você pode carregar é sua carteira e um par de luvas.

CONHEÇA AS VERSÕES DAS MOTOS

A Biz é vendida em três versões: a KS de R$ 5.297,00 (com partida a pedal) a ES de R$ 5.854,00 (com partida elétrica) e a + R$ 6.604,00 (com partida elétrica, freio dianteiro a disco, rodas de liga leve e painel com marcador digital). A Crypton tem duas versões: a K de R$ 4.687 (com partida a pedal) e a ED de R$ 5.300 (partida elétrica e freio a disco) todas com rodas raiadas e marcadores analógicos.

Já na Honda Biz a roda dianteira é de 17 polegadas, mas a traseira é aro 14. Com isso se perde um pouco em estabilidade, mas em contrapartida o espaço embaixo do banco comporta um capacete do tipo aberto ou uma mochila. Banco que por sinal é mais largo e mais confortável que o da Crypton.

ASSINANDO O CHEQUE
Na hora de escolher a sua é preciso colocar na balança o que é mais importante para você. Se você quer mais conforto, a comodidade da injeção eletrônica, mais espaço sob o banco e costuma pegar rodovias vá de Biz. Você ainda leva o painel digital e as rodas de liga leve, mas terá de assinar um cheque de maior valor. A Honda Biz 125 + tem preço sugerido de R$ 6.604. Agora se você pretende levar garupa e pilota a maior parte do tempo dentro da cidade, escolha a nova Crypton que, nesta versão ED, sai por R$ 5.300. Com a diferença do valor pode-se comprar um bom capacete e um baú para levar sua mochila. De qualquer maneira e com qualquer uma delas você estará bem equipado para fugir do trânsito sem gastar muito.  

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Dafra lança Super 50, uma ‘cinquentinha’ barata e econômica

 

 

De olho nos motociclistas com renda mais baixa que precisam de um meio de locomoção, a Dafra acaba de lançar a Super 50. Os principais argumentos de vendas deste novo ciclomotor — veículo de duas rodas de até 50cc — são preço mais acessível, baixo consumo de combustível e agilidade para percorrer pequenas distâncias em trechos urbanos. A “cinquentinha” custa R$ 3.390 e, segundo o fabricante, roda cerca de 50 km com um litro de gasolina.

Para alavancar as vendas, a marca aposta na regulamentação de diversos municípios brasileiros, nos quais não é preciso emplacar os ciclomotores. Ou seja, é um gasto a menos para o piloto. A previsão da Dafra é vender 10 mil unidades da Super 50 já no primeiro ano de sua comercialização. Segundo a marca, o público para este tipo de veículo não está nos grandes centros, mas sim nas cidades mais afastadas das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Mas, para pilotar este tipo de veículo, o condutor deve ter mais de 18 anos, uma Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A.

Polêmicas legislativas à parte, a Super 50 na realidade é um “downgrade” da Super 100. O diferencial fica por conta dos piscas menores na Super 50, o adesivo no tanque e, é claro, a motorização. O ciclomotor da Dafra está equipado com um propulsor monocilíndrico de 49,5 cm³ de capacidade, quatro tempos e duas válvulas, que foi instalado de forma horizontal. O motor oferece potência máxima de 3 cv a 8.400 rpm e torque máximo de 0,285 kgfm a 4.800 rpm. O câmbio tem quatro marchas e embreagem centrífuga automática: basta pisar no pedal para trocar de marcha.

Em função de seu desempenho, o veículo tem características estritamente urbanas e a velocidade máxima não passa de 50 km/h. O consumo de combustível é outro ponto forte do produto. Em testes realizados pela montadora, o pequeno ciclomotor chegou a fazer 53 km/l. Com um tanque de dez litros de combustível, a autonomia pode chegar a cerca de 500 quilômetros.

Para atender à legislação dos ciclomotores, o módulo CDI (Ignição por Descarga Capacitiva) efetua o corte da ignição do motor pela rotação equivalente a velocidade de 50 km/h, independentemente da marcha acionada. “Ou seja, no caso da Super 50 o sistema realiza o corte de ignição em função da marcha engatada, aproveitando o máximo de torque e respeitando a legislação”, explica Victor Trisotto, diretor de desenvolvimento da Dafra Motos. Por exemplo, se o motor estiver em quarta marcha, o corte é feito a 7.800 rpm. Entretanto, se estiver em terceira marcha, o corte ocorre a 9.800 rpm. “Com esse sistema, o motor da Super 50 apresenta um ganho de cerca de 10% na potência”, garante Trisotto.

A Super 50 tem sistema de catalisadores e de alimentação que a enquadram nas exigências da legislação nacional. Por isso o nível de emissão de CO2 do modelo está 65% abaixo do limite máximo estabelecido, e a emissão de NO (óxido de nitrogênio) e hidrocarbonetos está 26% abaixo do limite.

CICLÍSTICA E PREÇO
Com estilo retrô das motos street dos anos 70 e construída sobre um chassi monobloco estampado, a Super 50 conta com receitas tradicionais na suspensão e nos freios. Na dianteira, garfo telescópico e, na traseira, sistema bichoque, com ajuste na précarga da mola. Ambas as rodas contam com freio a tambor. O ciclomotor, que pesa 94 quilos, está calçado com pneus nacionais Rinaldi de medidas 2.50 – 17.

Completo para a sua categoria, o painel de instrumentos traz hodômetros total e parcial, indicadores de direção, conta-giros e indicador de seleção de marchas. Além de partida elétrica, embreagem automática com acionamento centrífugo, pedaleira fixada à balança e bagageiro.

Disponível nas cores preta e vermelha, as vendas da Super 50 começam já em agosto. O preço público sugerido de R$ 3.390 é R$ 600 mais baixo que o da Honda Pop 100, que custa R$ 3.990. O novo modelo também pode ser adquirido pelo Consórcio Nacional Dafra, em plano de 60 meses, com parcelas a partir de R$ 71,45.

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MV Agusta volta para Itália por R$ 7 Marca italiana volta as mãos da MV Holding por preço simbólico de 3 euros

 

A Harley Davidson vendeu a famosa marca italiana de motos MV Agusta à família Castiglioni pelo valor simbólico de 3 euros., o equivalente a R$ 7 reais. Claudio e Giovanni Castiglioni, através da MV Holding, que pertence a família Castiglioni, recuperaram 100% das ações da marca.

As negociações com potenciais compradores foram abertas após o anúncio da venda da MV Agusta e do fim da produção das motos Buell, em outubro de 2009. Com isso, a Harley Davidson passa a focar em seu negócio principal.

Em 2008 a Harley Davidson surpreendeu a todos ao comprar MV Agusta pelo valor de 70 milhões de euros, cerca de R$ 173 milhões. Surpresa maior foi o anúncio da venda por apenas 3 euros.
 
Com a compra da MV Agusta Itália, a holding leva também a MV Agusta Estados Unidos, empresa que administra a rede de vendas no mercado norte-americano e que enfrenta problemas financeiros devido ao prejuízo de 27 milhões de euros, aproximadamente R$ 63 milhões, acumulado em 2009.
 
Massimo Bordi foi chamado para gerenciar as operações da casa. Ele já havia trabalhado para a Ducati como diretor administrativo. Claudio Castiglioni continua na presidência da empresa responsável pelo desenvolvimento de novos modelos, enquanto seu filho John será nomeado CEO.
 
“A MV Agusta é uma pérola do motociclismo italiano, estou feliz por fazer isso, porque fizemos as motos mais bonitas do mundo e vamos continuar a fazê-las”
, disse Claudio Castiglioni.

O futuro da empresa de John Castiglioni é claro: “Nosso objetivo não é fazer uma grande empresa de motos, mas uma indústria artesanal de prestígio, que continue a fazer algumas peças de qualidade”.

Para Keith Wandell, presidente e CEO da Harley-Davidson, “a MV Agusta é uma marca gloriosa. A decisão de deixar de investir nela reflete a estratégia de focar os nossos esforços e nosso investimento na marca Harley-Davidson, porque acreditamos que este é o melhor caminho para um crescimento a longo prazo”.

A nova empresa contará com um financiamento de cerca de 20 milhões de euros, ou aproximadamente R$ 46 milhões, que devem ser concedidos por alguns bancos e pela Harley Davidson.

Além disso, há um compromisso de não distribuição de dividendos e reinvesti-los por pelo menos um ano. O plano de negócios deve ser apresentado no próximo mês e será direcionado para a redução dos custos operacionais. Por enquanto não há notícias sobre o futuro dos 250 trabalhadores da fábrica italiana de Varese.  Agora que está de volta em mãos italianas e com boas garantias financeiras, espera-se que a empresa possa encontrar estabilidade e tranquilidade

Por Portal UOL

Editado Por Fabio Weslley

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